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terça-feira, 18 de outubro de 2011

MINISTRA ELIANA CALMON reafirmou que bandidos usam judiciário para se esconder


Prezados,
Você já precisou do judiciário?
Já sentiu na pele a corrupção que é como um câncer corroendo a justiça?
A Ministra Eliana Calmon defende a punição de juízes corruptos, no entanto ela esta sofrendo grande pressão por parte daqueles que se beneficiam da corrupção. 
Estamos passando uma petição on line para apoiarmos o CNJ(Controle externo do judiciário), não deixe de assinar, leva menos que 5 miniutos.
Ajudem-nos a conseguir mais assinaturas de apoio a Ministra Eliana Calmon que denunciou a corrupção no judiciário. 
Por favor manifestem-se POR UM JUDICIÁRIO MAIS HONESTO.
Avilesba



ASSINEM AQUI O MANIFESTO NACIONAL DE APOIO À MINISTRA ELIANA CALMON  



FOLHA DE SÃO PAULO | PODER (A9)
CNJ | ELIANA CALMON
Redução do poder do CNJ trará impunidade, afirma corregedora
Em evento da Folha em 17.10.2011, ela reafirmou que bandidos usam judiciário para se esconder

DE SÃO PAULO






A impunidade nos casos de crimes de juízes vai aumentar se o poder de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) for diminuído, disse a corregedora do conselho, a ministra Eliana Calmon, em debate ontem à noite no auditório da Folha.
Há algumas semanas, ela foi alvo de uma polêmica envolvendo o judiciário e o ministro do Supremo Tribunal Federal Cesar Peluso, ao afirmar que existem bandidos "escondidos atrás da toga" no judiciário brasileiro.
A afirmação foi feita em resposta a uma ação da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) no STF, que tenta restringir o poder de investigação do CNJ.
Ontem, ela explicou que sua afirmação não foi genérica, mas reafirmou que há caso de bandidos que tentam se esconder atrás da Justiça.
"Não temos uma sociedade de santos, temos uma sociedade que tem um esgarçamento moral muito forte", afirmou a corregedora.

Segundo ela, o país tem uma tradição "patrimonialista", o Estado é efetivamente espoliado sem muito pudor, e naturalmente que o Poder Judiciário não pode ser diferente dos outros poderes e nem pode ser diferente da sociedade brasileira", afirmou.
A corregedora participou do evento que teve como tema a atuação do CNJ e que contou com a presença do presidente da Apamagis (Associação Paulistade Magistrados), Paulo Dimas Mascaretti, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
O encontro foi mediado pelo repórter especial da Folha Frederico Vasconcelos.
No final de setembro, ela criticou a iniciativa de juízes de tentar reduzir o poder de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

"Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga", declarou em entrevista à APJ (Associação Paulista de Jornais).
O presidente do STF, Cezar Peluso, criticou publicamente as declarações de Calmon.
Peluso defende que as investigações contra magistrados comecem nas corregedorias locais e que o CNJ monitore esse processo.

ASSINEM AQUI O MANIFESTO NACIONAL DE APOIO À MINISTRA ELIANA CALMON 

fonte : CNJ Clipping
http://cnj.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=&dtlh=196678&iABA=Not%EDcias&exp=

ASSINEM AQUI O MANIFESTO NACIONAL DE APOIO À MINISTRA ELIANA CALMON 

8/10/2011 - 09h16

Redução do poder do CNJ trará impunidade, afirma corregedora



A impunidade em casos de crimes cometidos por juízes tende a aumentar se o poder de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) for restringido, disse a corregedora Eliana Calmon, em debate ontem à noite no auditório da Folha.
Há algumas semanas, ela foi alvo de uma polêmica envolvendo o Judiciário e o ministro do Supremo Tribunal Federal Cezar Peluso, ao afirmar que existem bandidos "escondidos atrás da toga" na Justiça brasileira.
A afirmação foi feita em resposta a uma ação da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) no STF, que tenta limitar a atuação do CNJ.
Na ocasião, Peluso divulgou uma nota de repúdio às declarações da ministra.
Ontem, ela explicou que sua afirmação não foi genérica, mas reafirmou que há caso de bandidos que tentam se esconder atrás da Justiça. E citou um exemplo de um pistoleiro que virou juiz e depois foi punido pela Justiça.
"Não temos uma sociedade de santos, temos uma sociedade que tem um esgarçamento moral muito forte", afirmou a corregedora, que foi aplaudida por três vezes durante suas falas.
Segundo Calmon, o país tem tradição patrimonialista e o "Estado é efetivamente espoliado sem muito pudor".
O evento teve como tema a atuação do CNJ. Estavam presentes o presidente da Apamagis (Associação Paulista de Magistrados), Paulo Dimas Mascaretti, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
O encontro foi mediado pelo repórter especial da Folha Frederico Vasconcelos.
O presidente da Apamagis defendeu a ação proposta pela AMB que pode restringir o campo de atuação do CNJ.
Para Mascaretti, os magistrados devem ser julgados pelas corregedorias regionais, sendo revisados pelo CNJ em caso de recurso.
Segundo ele, "99,5% dos juízes" brasileiros não se envolvem em irregularidades, de acordo com as estatísticas dos órgão de investigação.
Já Torres disse que, na elaboração da emenda constitucional que criou o CNJ, os legisladores deixaram claro que o conselho deve ter amplo poder de investigação para evitar o corporativismo dos tribunais nos Estados.

fonte : http://www1.folha.uol.com.br/poder/992525-reducao-do-poder-do-cnj-trara-impunidade-afirma-corregedora.shtml

leia mais : 

JORNAL DO BRASIL ON-LINE : 








OAB , CNBB e ABI lançam manifesto contra a corrupção 

Jornal do BrasilBrasília 





“A corrupção, que em nosso país se alastra como uma pandemia e ameaça a credibilidade das instituições e do próprio sistema democrático, impõe à sociedade civil organizada uma reação que não pode se esgotar em discursos ou manifestações”.
Esta é a abertura da nota de apoio à Marcha contra a Corrupção, divulgada nesta quarta-feira pela Ordem dos Advogados do Brasil, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e pela Associação Brasileira de Imprensa. 
Prioridades
De acordo com a nota, “para tornar vívido o sentimento de independência em cada brasileiro, devem os poderes eleger prioridades que reflitam a vontade da população”, destacando-se as seguintes:
No Executivo, a necessidade de maior transparência nas despesas por meio da imediata aplicação da Lei Complementar n. 131/2009, que obriga o poder público a disponibilizar suas despesas em tempo real; redução do número de cargos comissionados; aplicação da Lei da Ficha Limpa aos candidatos a cargos comissionados.
No Legislativo, a extinção das emendas individuais ao Orçamento, a redução do número de cargos em comissão, a aprovação do Projeto de Lei que aumenta a pena máxima pelo crime de corrupção de dois para quatro anos, o fim do voto secreto em todas as matérias e uma reforma política profunda, extirpando velhas práticas danosas ao aperfeiçoamento democrático.
No Judiciário, no Ministério Público e nas polícias judiciárias, no âmbito de suas respectivas competências, agilidade nos julgamentos de processos de corrupção e de improbidade administrativa, e a conclusão de inquéritos relativos a crimes de corrupção, por constituírem sólida barreira à impunidade, bem como o imediato julgamento da ADC sobre a Lei Complementar  135/2010 (Ficha Limpa).   

Tags: abi, CNBB, Corrupção, manifesto, oab

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