CARTA ABERTA AO POVO NORTE-AMERICANO : HONREM SEUS ANCESTRAIS
Senti-me em um lugar sagrado !
Entretanto, infelizmente, estou testemunhando, consternada, e indignada, a traição aos ideais humanitários cristãos e à Constituição dos Estados Unidos, por aqueles que juraram defende-la, e que foram eleitos pelo povo, mas se desviaram dos caminhos retos da Justiça Divina
Escrevo essa CARTA ABERTA AO POVO NORTE-AMERICANO, em solidariedade às vitimas da violência judicial, como testemunha imparcial, após acompanhar, e analisar, atentamente, desde março de 2025 a trajetória e a luta judicial travada em Defesa da Constituição dos Estados Unidos, do Devido processo legal, dos direitos humanos das vitimas de violência e abusos judiciais pelo advogado constitutionalista senior Scott Erik Stafne - cujo registro profissional foi ilegal e inconstitucionalmente cancelado pela Washington State Bar Association em maio de 2026, no processo disciplinar WSBA 25#00042 em decisão inquinada de vício de nulidade absoluta insanavel, por obstrução da justiça, violações de direitos e liberdades fundamentais, por afronta direta à Constituição, às Prerrogativas dos Advogados, e aos Tratados Internacionais de Direitos Humanos , com o único objetivo de silenciar um advogado cristão, que trabalha de graça para os pobres e desvalidos, um Homem Digno, que não se curva diante da corrupção judicial que impera naquele estado, e que está sendo perseguido por ter ousado exigir o respeito ao Devido Processo legal e o cumprimento das leis, no exercício da Missão de Advogado da The Church of the Gardens, uma associação cristã, sem fins lucrativos, criada para suprir uma falha estrutural do Estado, na defesa dos pobres e vulneráveis contra o abuso de poderosos .
Estou acompanhando há mais de um ano as violações de direitos humanos fundamentais dos idosos e vulneráveis nas execuções fraudulentas de hipotecas ( foreclosures fraudulentas), nas varas de guardianship no Estado de Washington, nas varas de família, em especial os casos de Jayakrishnan Krishna Nair e sua mãe, Omana Thankamma, de Key Philips, de Alicia M. Frank, do pai de Paul Cook, da jornalista Janet Phelps, de Bandy X Lee, de Billie Powers, e de muitos outros cidadãos.
Recebi inúmeras denúncias de fraudes em processos judiciais, do Dr. Scott Erik Stafne, do Dr. Richard Cordero, e de varios outros advogados, de vitimas de violações de direitos humanos fundamentais e violência judicial.
Estou acompanhando as denúncias apresentadas por Bandy X Lee, por Julie M. Anderson Holburn, por vários jornalistas, por integrantes de movimentos das mulheres, do movimento dos avós pelas vacinas, de veteranos de guerra e de seus advogados, e não posso me calar.
Os abusos judiciais nos Estados Unidos ultrapassaram todos os limites do inimaginável e representam o maior retrocesso civilizatorio, ja visto, desde a 2a Guerra Mundial.
Ao contrário do que dizem por aí, os Estados Unidos chegaram aos 251 anos da Batalha de Bunker Hill e aos 250 anos da Declaração da Independência, não honrando, mas sim renegando os ideais humanitários que moveram os ESCOLHIDOS por JESUS CRISTO para mudar a face da terra, inaugurando uma era de busca pela primazia do respeito à Dignidade da Pessoa humana, individualmente considerada, às famílias, às crianças, às mulheres, aos idosos, aos enfermos e vulneráveis, sem preconceitos de qualquer espécie.
Às tentativas de vender uma imagem de superpotencia, opõem se a triste realidade que se esconde por detrás das portas fechadas dos gabinetes, do parlamentares e tribunais de (in)justiça, e das palavras vazias, shadow dockets, decisões judiciais teratologicas, decretos e leis abusivas, discriminatórias, que desumanizam pessoas, que negam os ideais CRISTÃOS e os ideais REPUBLICANOS de um GOVERNO DO POVO, PELO POVO E PARA O POVO.
É imperdoável a omissão de Marco Rubio sobre os milicianos que resistiram e impuseram severas baixas aos inglêses, sob a liderança do Coronel William Prescott, os verdadeiros heróis que, na Batalha de Bunker Hill, com coragem impar e bravura indomável, provaram ao General George Washington, e ao General britânico, que a honra e a liberdade não tem preço e que SIM, as milícias de homens livres, mal armados, mal alimentados, e não treinados para a guerra, podiam vencer os poderosos e numerosos exércitos britânicos !
É inadmissível que um Secretário de Estado atribua a vitória do POVO NORTE-AMERICANO ao treinamento das milícias por "prussianos"
É imperdoavel que essa manifestação oficial da independência omita a centralidade do pequeno grupo de milicianos que, sob a liderança do Coronel William Prescott, ocuparam a península de Charlestown na noite de 16 de junho de 1775 e ergueram, em poucas horas, as defesas que fariam da Batalha de Bunker Hill um divisor de águas da Revolução Americana.
Embora a batalha tenha sido travada principalmente em Breed’s Hill e tenha terminado, no terreno, com a tomada britânica da posição, a resistência colonial impôs baixas devastadoras ao exército inglês e destruiu a certeza de invencibilidade imperial
A tradição histórica registra que, durante o bombardeio britânico, uma bala de canhão matou brutalmente um dos homens dentro das defesas, espalhando sangue e restos humanos e abalando moralmente os combatentes.
Percebendo o estado de ânimo de seus soldados, Prescott subiu ao parapeito do reduto e caminhado calmamente sobre as trincheiras, sob fogo inimigo, encorajando os homens com sua coragem pessoal.
Sua imagem andando sobre o reduto tornou-se símbolo de liderança moral: o comandante que não apenas ordena resistência, mas expõe a própria vida ao perigo para reacender a coragem dos que lutam ao seu lado.
Por isso, William Prescott e seus milicianos não podem ser tratados como nota de rodapé.
Antes de qualquer treinamento posterior do Exército Continental, antes de Valley Forge, antes da narrativa gloriosa da vitória final, homens livres, mal armados, mal abastecidos e em profunda desvantagem enfrentaram tropas profissionais do Império Britânico e provaram que a liberdade americana não seria esmagada sem custo.
Bunker Hill foi perdida no terreno, mas vencida na alma da Revolução; dali em diante, ficou demonstrado que a tirania imperial podia ser enfrentada, ferida e, ao final da guerra, derrotada.
A América deve respeito aos seus verdadeiros heróis, desde aqueles que declararam CHEGA DE TIRANIA em 1775, até os heróis anônimos que bradam ENOUGH IS ENOUGH diante da TIRANIA JUDICIAL, da corrupção e dos abusos que imperam atualmente em muitos tribunais.
O Salmo 1 é o espelho espiritual deste momento histórico.
Ele ensina que há dois caminhos: o caminho dos justos, que se enraízam na lei do Senhor como árvores plantadas junto às águas, e o caminho dos ímpios, que são como palha levada pelo vento.
Uma nação que honra seus ancestrais escolhe o primeiro caminho: medita na justiça, protege os vulneráveis, respeita a dignidade humana e se submete à lei moral de Deus.
Uma nação que abandona idosos, crianças, mulheres, enfermos, veteranos e pobres às engrenagens de sistemas predatórios escolhe o segundo caminho: perde raiz, perde alma, perde direção e caminha para o juízo.
Por isso, o 4 de Julho não pode ser apenas celebração. Deve ser exame de consciência.
A pergunta espiritual do Salmo 1 é também a pergunta constitucional da América: em qual caminho está a nação?
No caminho da justiça, da verdade e da dignidade humana, ou no caminho dos ímpios, dos zombadores e daqueles que transformam a lei em instrumento de opressão?
SALMO 1 - O PRINCIPIO DA SABEDORIA E DA FELICIDADE É O TEMOR À DEUS !
Salmo 1 -
Feliz é a pessoa que não segue o conselho dos ímpios,
não permanece no caminho dos pecadores
e não se assenta entre os zombador
Ao contrário, seu prazer está na lei do Senhor,
e nessa lei medita de dia e de noite.
Ela será como árvore plantada junto a correntes de águas,
que dá seu fruto no tempo certo,
cujas folhas não murcham;
e tudo quanto fizer prosperará.
Não é assim com os ímpios.
Eles são como a palha que o vento espalha.
Por isso, os ímpios não permanecerão firmes no juízo,
nem os pecadores na assembleia dos justos.
Porque o Senhor conhece o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios perecerá.
A essência do Salmo 1
O Salmo 1 ensina que existem dois caminhos espirituais, morais e existenciais.
O primeiro é o caminho do justo: aquele que não se deixa governar pelos conselhos dos perversos, pela lógica dos pecadores ou pela zombaria dos arrogantes.
Essa pessoa busca orientação em Deus, medita na Sua lei e cria raízes profundas. Por isso, é comparada a uma árvore junto às águas: firme, viva, frutífera e resistente.
O segundo é o caminho dos ímpios: pessoas sem raiz moral, sem temor a Deus, sem compromisso com a justiça. Elas podem parecer fortes por algum tempo, mas são como palha levada pelo vento: frágeis, instáveis e destinadas à dispersão.
A mensagem central é: quem se enraíza em Deus permanece; quem se entrega à iniquidade se desfaz.
O Salmo 1 não fala apenas de religião individual.
Ele também serve como advertência pública:
sociedades, governos, juízes, líderes e instituições que abandonam a justiça, zombam da verdade e seguem o caminho da impiedade perdem a raiz espiritual e moral que sustenta sua legitimidade.
O resultado final é ruína, dispersão e juízo.
Onde está o TEMOR a DEUS ?
Onde estão o HONRAR e AMAR a DEUS ? E o AMAR ao Próximo como a si mesmo ?
A América chafurda no sangue derramado dos inocentes, das crianças abortadas, das mulheres aviltadas, dos idosos interditados, torturados, despejados de suas moradias, assassinados em "matadouros" falsamente nomeados "asilos de idosos" , "lares adotivos",
A politica do NO MAN LEFT BEHIND torna-se uma farsa - letra morta - diante da realidade das milhões de familias destruidas pela guerra, das milhões de vitimas do narcotráfico, dos milhares, quiçá milhões de veteranos de guerra, dos enfermos cujos tratamentos médicos e medicamentos estão sendo negados, cortados, suprimidos, pelos que foram eleitos pelo povo, para governar para o povo, em benefício do povo e da Nação, mas que, corrompidos pelos vícios, pelo abandono dos princípios morais, da ética, da honra, da ilusão do poder e da importância de sua própria personalidade, chafurdam na ilusão do poder "ilimitado" e da "impunidade".
A América do Norte de hoje parece que se esqueceu de que tem uma responsabilidade para com seu próprio povo, em primeiro lugar, antes de me meter com as outras nações, individualmente consideradas e em conjunto.
Um país onde a corrupção impera - descaradamente - , onde os cidadãos são desumanizados e transformados em "números" - espoliação de todos os seus direitos, liberdades e patrimônio - segundo o "modelo nazista" - onde todos aqueles que tentam defender os direitos humanos das vitimas dos abusos e de violações de direitos constitucionais fundamentais, são atacados, ameaçados, agredidos, silenciados,punidos, excluídos, torturados e esquecidos, perdeu a sua identidade, a sua unidade, e tornou-se vítima fácil dos verdadeiros traidores da Constituição.
Seria ótimo SE, neste 4 de julho de 2026, o GOVERNO - OS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA - e o POVO SE LEMBRASSEM do SACRIFÍCIO dos seus ANTEPASSADOS, dos seus IDEAIS, dos princípios morais, éticos e das SUAS responsabilidades e CUMPRISSEM com os seus DEVERES, para com DEUS, para com o próximo, para com sua família, para com sua pátria, e para com as outras nações, para com o meio-ambiente e para com o legado que irão deixar para esta e para as futuras gerações.
De Deus não se zomba !
Quando a iniquidade transborda deste maneira,
Quando o povo perde a confiança e o respeito pelas instituições,
Quando os abusos e as violações de direitos humanos fundamentais ultrapassam todos os limites e a lei não é mais respeitada, quando todos os princípios morais, eticos, constitucionais, legais, jurídicos, são rotineiramente violados, inclusive pelos magistrados que deveriam minidtrar a JUSTIÇA, mas não o fazem,
O resultado é catastrófico, e a História da Humanidade está aí, on line, para quem quiser ver !
Deixo para reflexão a palestra proferida ontem sobre a responsabilidade individual de cada um, perante as leis de Deus e a sua própria consciência que está inscrita no espírito eterno e imortal de cada ser humano desde o momento de sua criação:
A Lei da Reencarnação
Nesse 4 de Julho de 2026, desejamos, sinceramente, que o ESPÍRITO SANTO DE DEUS ilumine a cada um, e a todos, norte-americanos, ou não, porque, querendo ou não, acreditando ou não, EXISTE um DEUS TODO PODEROSO, insubornável, incorruptível, imutável, cujas leis naturais e eternas são inegociáveis, que dará a cada um segundo as suas obras, se não nesta, nas próximas reencarnações, onde cada um irá responder não apenas pelo mal que fez, mas por todo o mal que resultou da sua omissão diante do bem que deveria fazer.
Paz a Luz !
Marcia Almeida
Isto é verdade.
(Publicação cruzada de uma postagem do Departamento de Estado dos EUA)
Richard Luthmann,
4 de julho · Isto é sério.
A mensagem "Saudação à América" do Secretário de Estado Marco Rubio é uma declaração contundente em apoio aos 250 anos da América: a Revolução não foi um acidente, uma birra ou uma disputa tributária. Foi um ato de coragem que representou a civilização.
Os Fundadores eram homens prósperos com tudo a perder, mas mesmo assim arriscaram suas vidas, fortunas e honra sagrada contra o império mais poderoso da Terra.
O exército congelante de Washington, Trenton, Princeton, Valley Forge e a longa jornada rumo à vitória provaram algo permanente sobre a alma americana. Este país foi construído por pessoas que fizeram o impossível porque a liberdade, a fé e o destino assim o exigiam.
Uma saudação à América
Departamento de Estado
4 de julho
Autor: EUA Secretário de Estado Marco Rubio
Há duzentos e cinquenta anos, em um salão de tijolos na Filadélfia, nossos antepassados declararam sua independência do império mais poderoso da Terra.
Eles não eram tolos. Sabiam exatamente o que as palavras naquele pergaminho significavam. Sabiam que, naquele momento, estavam se condenando por traição aos olhos de sua pátria – e que a pena para traição era a morte.
Assim, no final daquele documento, abaixo das palavras inspiradoras sobre verdades autoevidentes e os direitos do homem, escreveram uma frase final: “Com firme confiança na proteção da Divina Providência, comprometemo-nos mutuamente uns aos outros com nossas Vidas, nossas Fortunas e nossa sagrada Honra.”
Suas vidas, suas fortunas e sua honra – tudo o que tinham e tudo o que eram. Tudo estava em jogo.
Pense no tipo de homens de que estamos falando. É fácil esquecer: não se tratava de indigentes pobres e desamparados, sem nada a perder. Eram alguns dos homens mais bem-sucedidos e prósperos de sua época. Advogados, comerciantes, latifundiários e fazendeiros ricos – homens com famílias, fazendas e fortunas.
O bom senso indicaria que eles seriam os últimos a liderar uma revolução – muito menos a arriscar tudo, inclusive suas vidas, para fazê-lo.
Mas eles fizeram isso mesmo assim.
E eles conseguiram isso contra todas as probabilidades.
De um lado estava o Império Britânico – a potência mais formidável que o mundo já vira. Do outro, um conjunto disperso de colônias nos confins do mundo conhecido, com uma pequena economia agrícola e uma força heterogênea de fazendeiros e milicianos mal treinados – o que um general britânico da época chamou, com desdém, de “um desfile ridículo” e “uma ralé armada”.
Em 1776, pouquíssimas pessoas acreditavam que esses rebeldes americanos tivessem alguma chance de vencer.
Do outro lado do Atlântico, as elites da Grã-Bretanha os descartavam como um mero incômodo, nada mais.
O ministro da Marinha Real declarou que “o simples som de um canhão os faria fugir... tão rápido quanto seus pés pudessem levá-los”.
O general James Grant – ex-governador real da Flórida Oriental – gabou-se perante a Câmara dos Comuns de que conhecia muito bem os americanos e que “eles jamais ousariam enfrentar um exército inglês”.
O próprio rei George previu que “assim que esses rebeldes sentirem um golpe duro, eles se renderão”.
Os primeiros meses da guerra pareceram confirmar essa previsão. O exército de George Washington era valente, mas faminto, despreparado e mal abastecido. Eles haviam deixado suas fazendas, lojas e assentamentos na fronteira para lutar por seu país – apenas para sofrer uma derrota após a outra, devastadora.
Em dezembro de 1776, a Revolução estava à beira do colapso. O Exército Continental havia sido expulso de Nova York, atravessado Nova Jersey e chegado à Pensilvânia – derrotado e sofrendo com o frio do inverno rigoroso do nordeste.
O próprio exército estava diminuindo rapidamente de tamanho. Naquele mês, George Washington escreveu ao seu irmão: "Acho que o jogo está praticamente perdido".
A menos que algo mudasse, a causa da independência morreria, a rebelião seria esmagada e os homens que arriscaram tudo para liderá-la seriam enforcados como traidores da Coroa.
Mas eles não se renderam. Não é isso que os americanos fazem.
Na noite de Natal, Washington reuniu o que restava de seu exército e cruzou o rio Delaware, congelado, sob a proteção da escuridão. Seus homens marcharam pela noite com sapatos quebrados e trapos enrolados nos pés, deixando sangue na neve. Em Trenton, atacaram. Alguns dias depois, em Princeton, atacaram novamente.
Duas vitórias retumbantes – e a aura de inevitável vitória britânica começou a ruir.
Ainda assim, um milagre não foi suficiente para levar os patriotas à vitória. A guerra se arrastou. No ano seguinte, os britânicos capturaram Filadélfia e o Congresso Continental foi forçado a fugir. O exército de Washington cambaleou até seus quartéis de inverno em Valley Forge – famintos, congelando e mal vestidos, dormindo em cabanas que haviam construído com as próprias mãos.
Ali, naquele inverno brutal, algo extraordinário aconteceu. O Exército Continental não entrou em colapso. Transformou-se em uma força de combate disciplinada, endurecida e profissional: treinados por oficiais prussianos, unidos pelo sacrifício comum, os americanos emergiram – contra todas as probabilidades – como um exército capaz de derrubar um império, impulsionado por uma crença inabalável no país que estavam ajudando a construir.
Todo americano sabe o que aconteceu em seguida.
Desde o princípio, os americanos têm feito o impossível. É quem somos. Está no sangue do nosso povo.
É a característica mais profunda e fundamental da alma americana, que remonta a muito antes da Revolução.
Vimos isso nos fortes de madeira de Jamestown, nas primeiras colônias de Plymouth, nos conveses da Niña, da Pinta e da Santa Maria, transportando Cristóvão Colombo através do Atlântico até as costas de um novo mundo.
É um espírito que despreza as limitações, que anseia por novas fronteiras; uma ambição ilimitada de fazer o que outros não conseguem, de ir aonde outros não querem ir, de se aventurar na escuridão e descobrir o que se encontra além do horizonte.
A América não representou uma ruptura total com o passado, mas sim o culminar de uma história ancestral que começou há milênios.
Devemos muito de nós mesmos ao próprio país com o qual nossos Fundadores guerrearam há 250 anos: como disse o Presidente Trump no início deste ano, “esta terra foi colonizada e forjada por homens cujas veias corriam com a coragem anglo-saxônica”; cuja língua, cultura e feroz amor pela liberdade eram uma “herança majestosa” de seus ancestrais além-mar.
Nosso destino foi moldado, ao longo dos séculos, nos reinos e impérios da Europa, antes de irromper neste continente para construir um novo mundo à sua imagem.
Suas sementes foram plantadas pelos filósofos de Atenas, pela majestade imperial de Roma, pelos monges e reis da cristandade medieval – séculos de exploração europeia, ciência, fé e ambição incansável, finalmente libertadas de todas as restrições na fronteira americana sem limites.
A América era o destino de toda uma civilização. Foi aqui, em nosso país, que milhares de anos de história se concretizaram e pintaram a plenitude de sua promessa na tela em branco de um novo mundo.
E veja só o que isso causou.
Em apenas dois séculos e meio – um piscar de olhos, na perspectiva da história – os americanos ultrapassaram todos os precedentes que nos precederam. De microchips e átomos a ferrovias e foguetes, em todas as novas fronteiras e planos do progresso humano, não apenas transformamos uma terra selvagem e inexplorada na nação mais poderosa da Terra; conduzimos toda a humanidade a uma nova era da história.
Não fizemos essas coisas por obrigação. Fizemos porque podíamos. Porque ninguém jamais as tinha feito antes. Porque os americanos sempre foram pioneiros – os filhos e filhas da fronteira. Não há lugar aonde não possamos ir. Não há nada que não possamos fazer.
E para nós, a fronteira nunca se fechou. Quando ficamos sem terra na extremidade oeste deste continente, começamos a construir para cima – aviões e arranha-céus que perfuravam o horizonte. Quando ficamos sem céu, fomos ainda mais longe, construindo máquinas que poderiam nos levar à Lua.
Agora, estamos no alvorecer de uma nova era, repleta de novas fronteiras e possibilidades que nossos antepassados mal poderiam ter sonhado. E assim como fizemos em todos os capítulos anteriores, os americanos liderarão também este.
Nós, americanos, somos o povo criador: o espírito da história mundial está aqui, nesta terra, em nossas mãos.
Esta é a nossa essência. Por 250 anos, esta tem sido uma terra de milagres, onde homens extraordinários realizaram feitos extraordinários. Esta noite, reafirmamos nosso compromisso com o nosso país e com o dever sagrado de garantir que o futuro da América seja tão glorioso quanto o seu passado.
Marco Rubio tomou posse como o 72º Secretário de Estado em 21 de janeiro de 2025. O Secretário está criando um Departamento de Estado que coloca os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar.
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