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quinta-feira, 5 de maio de 2011

MG - Belo Horizonte e Os falsos condomínios - mais uma denuncia nos chega de BELO HORIZONTE

Sexta-feira, 29 de abril de 2011 20:28

CONVERSANDO DIREITO : Os falsos condomínios

(Foto meramente ilustrativa. Fonte: http://www.jornaldelondrina.com.br/midia/tn_620_600_rua_fechada_1_VS_160910.jpg)
Recentemente, fui visitar um amigo num bairro situado num município da Região Metropolitana de BH e tive a ingrata surpresa de ser barrado na portaria de um condomínio, enclaustrada num dos acessos a esse bairro, e, pasmem, impediram-me de seguir viagem. Tive que usar outro caminho para chegar ao destino almejado.
Comentando esse lastimável episódio com conhecidos, percebi que o problema não se limita àquele local, mas uma série de novos condomínios está, literalmente, limitando a liberdade de ir e vir em várias regiões, no Brasil afora. Desde pequenos condomínios (principalmente nos arredores de médias e grandes cidades) até a privatização, ao arrepio da lei, de vários quilômetros de praias – notadamente no nordeste.
Percebi, a partir de rápida pesquisa, que multiplica-se nos arredores dos grandes centros urbanos a construção de condomínios fechados. Muitos são os motivos pelos quais se buscam esses “enclaves fortificados”: a priori, segurança e comodidade.
Entre 1960 e 1980, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, milhares de cidadãos migraram para regiões limítrofes da capital, buscando uma vida mais tranqüila, próximo à natureza e com estreita relação vicinal. Um contraponto ao estilo de vida urbana, marcado pelos sobressaltos dos inúmeros desafios de morar nas grandes cidades: trânsito caótico, poluição ambiental, isolamento provocado pela sensação de insegurança etc. 
A partir da década de 1990, o mercado imobiliário e as empresas de segurança privada perceberam um rentável filão no adensamento desses condomínios. A partir de entãoinvestimentos maciços de toda ordem começaram a regular, discricionariamente, esse novo setor da vida urbana. 
A leniência do poder público em regular esse novo tipo de organização social, somada à conivência com certos interesses pouco confessáveis ,propiciou uma verdadeira privatização da vida e do espaço público em muitos desses locais.
Alguns condomínios foram se transformando em verdadeiros feudos, nos quais a ação do Estado é nula. Neles a lei e a ordem são impostas, geralmente, por empresas – algumas delas, inclusive, “protegidas” por agentes públicos – que impõem toda sorte de arbitrariedade, sufocando qualquer voz dissonante. Nesses locais, organizou-se uma “cidade paralela”, com vigilância própria (inclusive dificultando o acesso das agências públicas de segurança), comércio sem nenhuma regulação, imposição de taxas condominiais e outras cobranças, justificadas a partir de argumentos que propagam a necessidade do isolamento, vigilância e controle como fatores de segurança e tranquilidade. 
Mais uma vez, nesses casos, o poder público lava as mãos. As prefeituras interessam-se somente pelos dividendos financeiros, auferidos com o pagamento de impostos. Para a instalação de condomínios em áreas verdes, algumas de preservação ambiental, políticos inescrupulosos usam de todos os subterfúgios,inclusive alterando a legislação. As prefeituras se omitem na regulação desses espaços, permitindo a privatização de estradas.
Os excessos e abusos que ocorrem em alguns condomínios precisam ser discutidos no âmbito político. Não é possível que em pleno século 21 assistamos inertes à assunção de feudos urbanos que segregam, discriminam, produzem e aplicam suas próprias leis, ao arrepio do Estado democrático de direito. Caso contrário, pode-se germinar nesses espaços um novo tipo de sociabilidade, ensimesmada e alheia aos problemas e desafios da vida social urbana. Afinal, cidades melhores só são construídas com a participação e o comprometimento de todos.
Qual a sua opinião sobre esse tema? O poder público deve regular os condomínios? Quais as relações entre os condomínios, a cidade e o exercício da cidadania na sua opinião?

    
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Facebook Is Tops for Small Business - Wall Street Journal


About seven in 10 small-business owners say they “strongly agree” that social media is important to their business, recently released data show. But they prefer to use some social platforms far more than others.

The most popular is Facebook, followed closely by Twitter and LinkedIn, according to a report from SocialMediaExaminer.com, a free online magazine on how businesses use social media. The findings are based on a survey of 2,573 owners with 100 employees or less.
Blogs and video sites like YouTube ranked in the middle while MySpace scored the lowest, with Groupon just one notch above.
Michael Stelzner, founder of SocialMediaExaminer and author of the report, says MySpace landed at the bottom because it’s lost its appeal among consumers. But Groupon did poorly mainly just due to the fact that it offers a service most applicable to retailers as opposed to service providers.
Meanwhile, Mr. Stelzner expects LinkedIn to grow in popularity among small-business owners this year, as the site has added a number of new features for sharing and promoting links to third-party content, such as news articles.
Small businesses place great value on social media in general, according to Mr. Stelzner. “They’ve always been the torch bearer for social media and our study shows they’re benefiting the most,” he says. “Big businesses can’t move quickly enough to keep up with it. Social media provides an opportunity for small, nimble businesses to get a leg up over their large competitors.”
Readers, what’s your favorite social-media outlet and why?
Follow Sarah E. Needleman on Twitter @sarahneedleman.

    Dean in London Champions Innovation



    London Business School this month will unveil a new center to study innovation. It is a prospect about which the school's dean, Andrew Likierman, is particularly keen.
    "Innovation, as far as we're concerned, is one of the key drivers of everything that goes on in business," Sir Andrew said. "I wouldn't have the nerve to get up in front of a group of sophisticated people and say something that didn't relate to the world that actually is."
    The institute is LBS's answer to the challenge of staying relevant in a rapidly changing world.
    Zuma Press
    Sir Andrew Likierman, the dean of London Business School, says innovation 'is one of the key drivers' of business.
    Sir Andrew, who has been with the school on and off for more than three decades—first as a professor—has watched the student body expand and diversify. Today, students hail from more than 100 countries and the faculty from 30, bolstering LBS's position as an international school.
    Knighted in 2001 for his work overhauling the U.K.'s internal financial reporting, Sir Andrew spoke about why innovation matters and the global prospects of LBS students.
    Excerpts:
    WSJ: London Business School will soon open the doors to its Institute of Innovation and Entrepreneurship. How do you define innovation?
    Sir Andrew: [I] don't define it technically because it's a term of art. It's about the process by which...new things take place. I look at innovation as an approach. However, [the institute] uses the standard definition, which is about novel and creative ways to create value through new products and services, or new business models or new processes.
    WSJ: If innovation is a term of art, how do you teach it?
    Sir Andrew: One might expect people to read a case, think about the case, what somebody did well and not so well, and then take the opportunity to discuss that in class together so you get lots of different perspectives. We [also] bring a lot of practitioners to talk about their experiences.
    WSJ: How will the institute focus on innovation?
    Sir Andrew: There are three main areas. One is about research into innovation as a process. The second aspect is what we do for students here. We have innovation and entrepreneurship as part of the core curriculum. Also, we have courses for practitioners. The third area is being highly involved with the world of [entrepreneurs]. Our involvement with the world of practice informs both the research and the teaching. The teaching itself is to people who generate cases, so that feeds across into the research.
    WSJ: Beyond the innovation institute, what are some other new initiatives for the school?
    Sir Andrew: In a completely different area: the values project. This has been to identify what makes us different from other business schools, what we are seeking to do as a school. We have seven or eight groups of stakeholders here [such as alumni, governing board, students] and we talked to the stakeholders about how they saw us as an institution and what they felt we stood for. We did this over a period of about a year and a-half. The result is a set of statements, which we feel resonate very clearly with us as an institution, and we're in the process of rolling it out now.
    WSJ: This is something that you'll have on your website and talk to students about?
    Sir Andrew: Exactly. We're not seeking to have these as slogans, we're seeking to have them as ways of looking at the way we do what we do. For example [our] vision, which was about being the pre-eminent global business school, is now about having a profound impact on the way the world does business.
    WSJ: What are some other examples of the school's new values?
    Sir Andrew: We see ourselves as global and want to make sure that we think in global terms—not just in terms of individual countries.
    WSJ: Why is a global outlook so important these days?
    Sir Andrew: From the European perspective, the global outlook is an absolutely essential element of doing business.…This is not an optional add-on for us, it's an essential part of who we are as a school.
    We have as many [students] here from the U.S. as we do from the U.K. The number of people who graduate from the U.S., in our current courses, is more than twice the number of the entire class when I first got here [in 1974].
    WSJ: Why do you think there's been such an increase in U.S. students?
    Sir Andrew: We're seen as [a school] that is perhaps more international than many U.S. schools, [where] the culture is more dominated by the United States, but with people from other countries.
    WSJ: After graduation, do LBS graduates primarily end up working in the U.K., their home countries or somewhere else entirely?
    Sir Andrew: There are probably more who [return] to those countries from which they came as job opportunities in those countries develop. One example: I and a group of faculty members went to Mumbai and Delhi last autumn. What was clear: there is increasing opportunity for people to get financial services jobs in Mumbai that are comparable to those in London.
    When I think of the students graduating this summer, somebody might be going to be a consultant in Brazil, somebody else might be starting a small business in the Middle East, somebody else might be going to a big telecom company in India, somebody else might be going to a bank in China. These are very, very different experiences in very different environments. I think the individual experiences are so different, one shouldn't think of things very much in U.S. or European terms, precisely because our people go all over the world.
    WSJ: What challenges are business leaders facing today?
    Sir Andrew: There's the issue of leadership itself. The whole nature of leadership has become very much more challenging over the last couple of decades, [due to] the common problems of globalization, technological change, and the fact that people's expectations about what they want from jobs has changed so much.
    Write to Melissa Korn at melissa.korn@dowjones.com

    Falta de acordo sobre reserva legal e APP adia votação do Código Florestal

    04/05/2011 22:58

    Marco Maia garantiu que a proposta começa a ser votada na terça-feira, havendo consenso ou não. Na manhã de terça, os líderes da base terão nova reunião em busca de um acordo.

    Fábio Pozzebom - Agência Brasil
    Reunião sobre Código Florestal - Nelson Marquezelli, relator Aldo Rebelo, líder Cândido Vaccarezza, ministra Izabella Teixeira e líder do PT, Paulo Teixeira.
    Vaccarezza (C): a maioria dos partidos da base apoia o relatório de Aldo.
    Após um dia de intensas negociações, o presidente da Câmara, Marco Maia, anunciou o adiamento da votação do Código Florestal (PL 1876/99) para a próxima terça-feira (10). Marco Maia se reuniu nesta quarta-feira com o relator do código, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), líderes de partidos da base e ministros, durante várias horas. No início da noite, foi decidido o adiamento da votação. Marco Maia garantiu, no entanto, que a proposta começa a ser votada na terça, havendo consenso ou não.
    O presidente afirmou que, nos últimos dias, o relatório sofreu várias alterações, e que o prazo de uma semana vai servir para que os parlamentares possam se inteirar do texto que será votado em Plenário. "Há um entendimento que nós temos de caminhar para um acordo que possibilite a votação sem que lá na frente se tenha vetos.” Na opinião de Maia, é importante também o avanço na proteção do meio ambiente junto com a garantia da produção dos agricultores.
    Último esforço
    Durante as negociações, os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da Agricultura, Wagner Rossi; e das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, foram convocados para tentar fechar um acordo que não houve. “O adiamento é o último esforço para a conclusão de um grande pacto sobre o novo código”, afirmou Luiz Sérgio. O ministro assinalou que o código florestal é um tema que envolve parcela significativa da população brasileira e sua negociação não pode promover “vencedor nem vencido”.

    Luiz Sérgio anunciou para a próxima terça-feira pela manhã uma reunião de todos os líderes da base com os ministros envolvidos no tema Código Florestal em busca de um texto de consenso.
    O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), admitiu que a maioria dos partidos da base apoia o relatório de Aldo, enquanto que o governo cobra mudanças no trecho relativo às áreas consolidadas (já plantadas) e à recomposição da reserva legal.

    “A maioria da base está com o relatório”, declarou Vaccarezza após a reunião que decidiu pelo adiamento. “Há 98% de acordo com o relator, não adianta polarizar em um texto que está quase consensual”, declarou.

    Divergências
    As divergências entre governo e relator não diminuíram ao longo do dia. Quanto à recomposição da reserva legal, o governo exige que a isenção seja somente para as propriedades de agricultura familiar, prevalecendo a situação de 2008. Para o governo, as demais propriedades, independentemente do seu tamanho, não devem ser dispensadas de cumprir essa exigência. Para Aldo Rebelo, as propriedades com até quatro módulos fiscais deveriam ser incluídas nessa isenção. 

    Outro ponto em que não houve acordo diz respeito à definição da área de preservação permanente (APP) em propriedades já consolidadas, ou seja, desmatadas até julho de 2008. Aldo sugere que esses proprietários sejam obrigados a recuperar apenas 15 metros de vegetação nas margens dos rios de até 10 metros largura. Já para o governo, o benefício deveria estar restrito às propriedades de agricultura familiar.

    Íntegra da proposta:

    Da Reportagem
    Edição – Regina Céli Assumpção

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