"“E por isso, aprendi a viver com os políticos: vendem-nos, na busca do nosso voto, programas que já sabem que não vão cumprir, mentem-nos com toda a verdade que sabem imprimir a um discurso em que, no fundo, nenhum de nós – a começar por eles – acredita. É o teatro da verdade.” Francisco Seixas da Costa – Embaixador – JN 11/12/2019"
"“E por isso, aprendi a viver com os políticos: vendem-nos, na busca do nosso voto, programas que já sabem que não vão cumprir, mentem-nos com toda a verdade que sabem imprimir a um discurso em que, no fundo, nenhum de nós – a começar por eles – acredita. É o teatro da verdade.” Francisco Seixas da Costa – Embaixador – JN 11/12/2019"
INTRODUÇÃO
Essa nova música de Krstafer Pinkerton é um alerta importantíssimo, que ultrapassa as fronteiras do Estado da Flórida e dos Estados Unidos, e levanta uma questão incômoda sobre o "ranço" do FEUDALISMO, onde a nobreza e os proprietários das terras eram senhores de poderes absolutos e ilimitados sobre a vida, liberdade, propriedade, família e todo o produto do trabalho dos vassalos.
A humanidade demorou milênios para evoluir até que o SER HUMANO, e a passasse a ser o centro dos Estados Constitucionalistas, Democráticos de Direito.
A Declaração da Independência dos Estados Unidos foi o primeiro documento que consagrou a DIGNIDADE HUMANA como objetivo primeiro do ESTADO e o Poder é do POVO !
Entretanto, as ilusões das "praias ensolaradas" e da suposta segurança e outras facilidades e as falsas promessas dos administradores dos "condomínios fechados" e das associações de moradores, encobrem uma verdade que a música de Krstafer Pinkerton denuncia, de forma magnífica.
A utilização da energia vibrante da música country e do jazz tradicional aliada à letra que desmascara a verdade dos fatos, é uma estratégia brilhante
A conscientização das pessoas e a responsabilização dos agentes políticos envolvidos, é absolutamente necessária para que o território nacional seja recuperado das mãos do "Estado Paralelo" criado pelas "máfias" dos "condomínios fechados", e das "associações de proprietários", nos Estados Unidos e dos falsos condomínios no Brasil.
A conjuntura atual é cristalina :
Nos locais onde o poder do ESTADO foi substituído pelo ESTADO PARALELO, o cidadão perde todos os seus direitos, porque passa a ser ESCRAVO dos "novos" senhores feudais.
A longo prazo a democracia é derrubada, exatamente seguindo o modelo comunista e cumprindo as ameaças dos que derrubaram as Torres Gemeas em 11 de setembro de 2001, há 25 anos atrás.
Advogados perseguidos, ameaçados e silenciados
Marcia Almeida
Presidente do MINDD
HÁ 30 ANOS LUTANDO CONTRA AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS DOS FALSOS CONDOMÍNIOS NO BRASIL.
RESUMO DO VIDEO - PELO AUTOR
O vídeo, intitulado "O vídeo é uma sátira musical intitulada COME TO FLORIDA (THE FREEDOM STATE), que critica a diferença entre o marketing político do governador Ron DeSantis e a realidade vivida pelos cidadãos da Flórida (0:28 - 1:08).
Pontos principais abordados:
Crítica à retórica de "liberdade": A canção questiona para quem é essa liberdade, destacando que proprietários, idosos e cidadãos comuns enfrentam burocracia, custos legais proibitivos e descaso de agências governamentais (0:41 - 1:07).
Controvérsia da *Hope Florida:* A letra detalha um relatório de um grande júri que concluiu que a administração estadual se apropriou indevidamente de 10 milhões de dólares de um acordo de Medicaid, redirecionando o valor para comitês políticos (1:21 - 1:42).
Metáfora do "Gaslight Train": O "trem do gaslighting" simboliza a manipulação da narrativa oficial, onde problemas reais são ignorados ou tratados como falsos, enquanto o governo promove uma imagem de perfeição (1:15 - 1:18, 1:45 - 1:48).
Falta de transparência: O vídeo aponta o veto de uma verba de 250 mil dólares destinada à prevenção de corrupção pública em Miami-Dade em 2026 como um sinal de que a supervisão governamental é considerada dispensável (2:06 - 2:26).
O autor defende que a verdadeira justiça deve ser medida pela proteção aos mais vulneráveis e convoca os cidadãos a exigirem prestação de contas baseada em registros públicos, em vez de aceitarem slogans políticos (3:13 - 4:17)., é uma sátira musical e comentário político que critica a discrepância entre a marca política do estado da Flórida — promovida pelo governador Ron DeSantis como o "Estado Livre da Flórida" — e as experiências reais de seus cidadãos.
Pontos principais abordados:
A Crítica à "Liberdade": A música questiona para quem é essa "liberdade", destacando as dificuldades enfrentadas por proprietários, idosos e cidadãos comuns ao lidarem com o sistema legal, taxas burocráticas e a falta de respostas das agências governamentais (00:28 - 01:13).
Controvérsia *Hope Florida:* A letra menciona um relatório de um grande júri que indicou a apropriação indevida de 10 milhões de dólares de um acordo de 67 milhões de Medicaid, que teriam sido redirecionados através da fundação Hope Florida para comitês políticos. Embora o júri não tenha indiciado indivíduos por falta de provas, a canção enfatiza que a descoberta permanece relevante (01:21 - 01:48).
Veto de Fundos de Corrupção: A obra critica o veto do governador em 2026 a uma verba de 250 mil dólares destinada à prevenção de corrupção pública pelo Gabinete do Xerife de Miami-Dade, questionando por que a supervisão foi considerada dispensável (02:06 - 02:20).
Chamado à Ação: O vídeo conclui com um apelo para que a justiça seja medida pela realidade dos cidadãos — viúvas, trabalhadores e famílias — em vez de slogans ou retórica política, incentivando as pessoas a exigirem transparência e prestação de contas (03:13 - 04:32).
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