"" MINDD - DEFENDA SEUS DIREITOS

Pesquisar este blog

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

INTERNATIONAL Usando Inteligência Artificial no DIREITO - Uma analisar um caso complexo de nulidade absoluta insanável de execução de hipotecas ( foreclosures) - Caso Alvin White vs Deutsche Bank - WHITE vs DEUTSCHE BANK - ANALYSIS OF THE PROCESS'S NULITIES byA CHATGPT


Análise da petição de Scott Erik Stafne, no caso WHITE VS DEUTSCHE BANK, realizada pelo IA CHATGPT, confirma a análise anterior pelo IA GEMINI e evidencia a importância do uso adequado da IA 
no DIREITO. 

Leia a análise do IA GEMINI em:

ALVIM WHITE v. DEUTSCHE BANK UNITED STATES DISTRICT COURT WESTERN DISTRICT OF WASHINGTON AT TACOMA CHURCH OF THE GARDENS, a Washington Not-for-Profit Corporation operating as a faith-based religious organization;
 ALVIN WHITE, in his individual capacity, No. 3:23-cv-06193-TMC PLAINTIFFS’ MOTION FOR POST JUDGMENT RELIEF PURSUANT TO FRCP 59 AND 60

IA CHATGPT 

Usando Inteligência Artificial  da OPEN AI - CHATGPT para analisar um caso complexo de nulidade absoluta insanável de execução de hipotecas - foreclosures- no estado de Washington,  Estados Unidos.


Leia a Integra da petição de Stafne publicada no Academia.edu em 15.09.25:


US District Court for Western Washington - Church of the Gardens and Alvin White vs. Deutsche Bank - Plaintiffs' Motion for Post Judgment Relief Pursuant to FRCP 59 and 60

By Scott E Stafne

description

17 Pages

1 File ▾

Jurisprudence,

Constitutional Law,

Human Rights Law,

International Law,

Courts (more)


This motion challenges the validity of a federal court judgment entered in the absence of a finding that removing defendants alleged and/or proved that standing necessary to invoke subject matter jurisdiction of the US district court. 

Plaintiffs argue that District Court’s misallocation of this burden to Plaintiffs rendered its judgment its merits judgment void. 

The motion invokes FRCP 59 for manifest legal error, FRCP 60(b)(4) for void judgment, and FRCP 60(b)(6) for extraordinary circumstances, including what Plaintiffs describe as “treason to the Constitution.” 

Read the original petition on Academia.edu

https://www.academia.edu/143976423/US_District_Court_for_Western_Washington_Church_of_the_Gardens_and_Alvin_White_vs_Deutsche_Bank_Plaintiffs_Motion_for_Post_Judgment_Relief_Pursuant_to_FRCP_59_and_60?source=swp_share


ANALISE IA CHATGPT 


Introdução:


Constata-se a falta de título executivo extrajudicial,  quebra da cadeia de custódia, manifesta falta de  competência e de  imparcialidade judicial, inversão do uso de provas em desfavor do Autor (prova diabólica),  uso de provas  ilícitas e  manobras ardilosas e obstrução da  justiça e outras nulidades e manipulação ardilosas dos autos,  a seguir relatadas.


Contexto


A petição apresentada por Scott E. Stafne em nome de Alvin B. White e da Church of the Gardens é um documento jurídico robusto e agressivo, fundamentado em princípios basilares do direito constitucional e processual americano


Nela se argumenta que a sentença proferida pelo Tribunal Distrital é nula e deve ser revertida, detalhando como erros processuais graves resultaram na violação de direitos fundamentais dos autores. 


Em essência, trata-se de uma ação relacionada a execução de hipoteca (foreclosure) envolvendo várias propriedades de White, na qual os autores alegam que Deutsche Bank e outros réus se valeram de manobras processuais indevidas para “tomar” os títulos de propriedade de White sem o devido processo legal.


White, através da Church of the Gardens (uma organização religiosa sem fins lucrativos da qual faz parte), ajuizou a ação originalmente no tribunal estadual de Washington buscando impedir a venda de cinco propriedades de sua posse, com base no RCW 61.24.130 – uma lei estadual que permite ao proprietário requerer a um juiz que restrinja a venda de seu imóvel em determinadas circunstâncias⁵.


White exerceu esse direito no foro estadual, obtendo a programação de uma audiência para sua moção de restrição de venda antes da data marcada para dois dos leilões de execução. 


No entanto, em vez de responder à petição no mérito no tribunal estadual, o Deutsche Bank (DB) – afirmando ser beneficiário do deed of trust (instrumento da hipoteca) – removeu o caso para a jurisdição federal no final de 2023, antes que a referida audiência ocorresse. 


Essa remoção precipitada desencadeou os eventos centrais da controvérsia: a ação passou à Justiça Federal, onde foi inicialmente atribuída a um juiz magistrado, e durante a transição duas das propriedades de White foram vendidas pelo agente fiduciário do DB. 


Os autores sustentam que a sequência de procedimentos adotada pelo tribunal federal impediu White de ser ouvido em tempo hábil, levando à perda de propriedades sem uma análise judicial adequada – uma situação que eles comparam a obstrução da justiça e falta de imparcialidade do juízo.


Após a remoção, o caso experimentou uma série de irregularidades conforme narrado pelos autores.


Devido aos procedimentos internos do Tribunal Distrital no momento, o processo foi encaminhado a um magistrate judge (juiz magistrado) em vez de um juiz distrital do Artigo III, embora sem o consentimento de todas as partes, o que seria necessário para que o magistrado pudesse deliberar sobre o mérito de forma vinculante. White estranhou essa circunstância e apresentou objeção assim que tomou conhecimento, visto que nenhum juiz federal habilitado estava designado para decidir sua moção urgente de impedimento do leilão. 

Segundo a petição, essa objeção inicial de White foi sumariamente “stricken” (desconsiderada) por funcionários da Corte (identificados apenas como “Chambers”), com base nas práticas adotadas pelo tribunal naquela época – fato que White entendeu como mais uma negação de acesso à justiça. 


Somente posteriormente a Juíza Distrital designada (Hon. Tiffany M. Cartwright) ordenou que tais petições e objeções passassem a constar nos autos, reconhecendo implicitamente a anomalia do procedimento inicial. 


Enquanto isso, porém, o agente fiduciário do DB procedeu à venda dos imóveis de White, apesar da pendência do pedido de tutela provisória, concretizando o dano que White pretendia evitar.


No curso do processo federal, White protocolou diversas moções de julgamento sumário para assegurar seus direitos. 


Em janeiro de 2024, ingressou com uma primeira moção buscando declaração de direitos sob o RCW 61.24.130; 

em abril de 2025, uma segunda moção contra um dos fiduciários; e em maio de 2025, uma terceira moção de julgamento sumário questionando o standing do DB para executar a hipoteca. 


Nessa terceira moção, White apresentou provas substanciais – incluindo declarações sob pena de perjúrio – de que o DB não possuía legitimidade contratual, estatutária em Washington, nem legitimidade constitucional (Article III standing) para executar as notas promissórias vinculadas às propriedades. 

Por exemplo, evidenciou-se que a pessoa cujo endosso autorizaria o DB a executar a nota negou ter assinado tal endosso, lançando dúvidas sérias sobre a autenticidade do título executivo.

Esses fatos estabeleceram controvérsias materiais sobre o direito do DB de executar a dívida.

Apesar disso, o Tribunal Distrital não chegou a decidir nenhuma dessas moções de White no mérito.

Em vez disso, em 2 de setembro de 2025, a Juíza Cartwright acatou o pedido de julgamento sumário dos réus (Dkt. 105), encerrando o caso em favor do DB e demais demandados, sem abordar diretamente as questões de jurisdição e legitimidade da parte removente levantadas por White. 


É contra essa decisão – que os autores consideram viciada na origem – que White e a Church of the Gardens agora postulam a anulação, mediante a Moção Pós-Julgamento nos termos das Regras Federais de Processo Civil 59 e 60.


Efeito da Falta de Intimação antes da Remoção


Um dos pontos centrais levantados pelos autores é o prejuízo causado pela ausência de uma audiência prévia à execução, decorrente da remoção prematura do caso para a esfera federal. 


A legislação estadual de Washington garantia a White o direito de ser ouvido por um juiz antes da venda de suas propriedades


Em particular, o RCW 61.24.130 prevê que um devedor hipotecário pode obter uma ordem de restrição de venda (injunção), desde que cumpra certos requisitos de notificação⁵. 


White seguiu os procedimentos: ingressou com a ação e notificou o agente fiduciário responsável pelos leilões, de modo que uma audiência para discutir a concessão da liminar estava marcada no tribunal estadual antes da data dos leilões agendados.

Entretanto, a estratégia adotada pelo DB – ao remover o caso para a Corte Federal antes da audiência – impediu que essa discussão ocorresse no prazo e foro adequados.

A remoção imediata teve como efeito prático privar White da proteção temporária que a lei estadual lhe conferia. 

Na jurisdição federal, o caso entrou em um limbo processual: como visto, foi atribuído inicialmente a um magistrado que não podia decidir sobre a moção de White sem o consentimento expresso das partes (consentimento que jamais ocorreu).


Consequentemente, nenhuma audiência foi realizada antes da data marcada para os leilões. 


O DB, através de seu agente fiduciário no estado, aproveitou-se dessa lacuna e prosseguiu com a venda de pelo menos duas propriedades de White enquanto o caso estava travado procedimentalmente. 

Assim, quando White buscou socorro no tribunal federal, já era tarde – seus imóveis haviam sido leiloados sem que ele tivesse tido “a oportunidade de ser ouvido” sobre seu pedido de retenção das vendas.


Este encadeamento de fatos configura, de acordo com os autores, uma violação flagrante do devido processo legal


A cláusula do Due Process da 14ª Emenda da Constituição dos EUA garante que ninguém seja privado de sua propriedade sem processo legal adequado, o que inclui o direito a um aviso adequado e a uma audiência justa e em tempo oportuno antes de uma privação significativa⁸. 

No caso em análise, o “tempo oportuno” seria justamente antes da alienação dos bens


Ao ser impedido de apresentar sua argumentação no momento crucial (isto é, anterior à execução das garantias imobiliárias), White foi privado desse direito fundamental. 

Vale lembrar que, conforme o padrão estabelecido em Mullane v. Central Hanover Bank & Trust Co., 339 U.S. 306 (1950), a notificação e oportunidade de ser ouvido devem ser dadas de maneira e em momento razoavelmente calculados para informar as partes interessadas da ação pendente e permitir que apresentem suas objeções⁸. 

Aqui, apesar de White ter seguido os trâmites para obter tal oportunidade no foro competente, a remoção repentina frustrou o procedimento, transformando o que deveria ser uma tutela judicial preventiva em “jogo procedimental” que resultou na perda irreversível de patrimônio. Em outras palavras, a conduta do DB – ao acionar a remoção antes da intimação (notice) da audiência de liminar produzir efeito – esvaziou as proteções legais que o sistema fornecia a White, criando uma situação que os autores equiparam a uma obstrução da justiça: o processo legal foi manipulado de forma a impedir o exercício efetivo do direito de defesa do proprietário.


Ônus da Prova sobre Jurisdição Federal


Outro pilar da petição de Stafne é a argumentação de que o Tribunal Distrital incorreu em erro ao lidar com a questão da jurisdição após a remoção. Sob as normas federais, quando um caso é removido da justiça estadual para a federal, cabe à parte removente demonstrar que estão presentes os requisitos para o exercício da jurisdição federal (seja ela fundada em matéria federal ou em diversidade de cidadania). Stafne cita os precedentes da Suprema Corte em Dart Cherokee Basin Operating Co., LLC v. Owens, 574 U.S. 81 (2014) e do Nono Circuito em Gaus v. Miles, Inc., 980 F.2d 564 (9th Cir. 1992).

 Esses casos consolidam o princípio de que o ônus de estabelecer a jurisdição federal recai sobre quem remove a ação – isto é, o réu que invoca a jurisdição do tribunal federal deve alegar e provar os fatos que justificam essa jurisdição³. 

No contexto desta demanda, significava que o Deutsche Bank precisava demonstrar adequadamente que o tribunal federal tinha competência para julgar o caso antes de prosseguir no mérito.

Conforme a petição, o DB nunca alegou nem comprovou sua legitimidade (standing) para remover e conduzir o caso no foro federal. 

Em particular, questiona-se a legitimidade do DB para executar a hipoteca em si – algo intrinsecamente ligado à jurisdição de matéria, já que, se o DB não for parte legitimada (por não ser verdadeiramente credor ou beneficiário do título), faltaria um caso ou controvérsia real sob o Artigo III da Constituição. 

Os autores apontam que o Tribunal Distrital, em vez de exigir que o DB cumprisse esse fardo, invertou indevidamente a carga da prova, agindo como se coubesse a White demonstrar a inexistência da jurisdição. 

Essa inversão contraria diretamente o princípio mencionado nos precedentes acima e configura um “Erro Manifesto de Direito” – expressão usada na FRCP 59 – por parte do juízo. 

Um tribunal federal é de jurisdição limitada e tem o dever, inclusive de ofício (sua sponte), de verificar sua competência antes de emitir decisões de mérito. 

A Suprema Corte foi enfática, por exemplo, em Steel Co. v. Citizens for a Better Environment, 523 U.S. 83 (1998), ao estabelecer que a questão jurisdicional deve ser decidida antes de qualquer análise meritória – resumido na frase: *“Hipótese de jurisdição não é jurisdição”*⁶.

 Ignorar esse passo básico ameaça a separação de poderes e o papel limitado dos tribunais federais.


No caso concreto, alegam os autores que o Tribunal Distrital “pulou” diretamente para as questões de mérito (chegando a identificar quais seriam, em sua visão, as reivindicações centrais de White), apenas para posteriormente afirmar que as disputas sobre jurisdição e legitimidade tinham se tornado moot (irrelevantes) diante da decisão de mérito. 

Essa abordagem põe a carroça diante dos bois em termos processuais. Ao não exigir do DB a prova da jurisdição – e, pior, ao decidir o caso em favor do DB sem nunca enfrentar a contento as contestações de White quanto à legitimidade do banco – o Tribunal teria usurpado um poder que não lhe foi conferido. Em consequência, qualquer julgamento emitido sem jurisdição é nulo de pleno direito (void ab initio)

Assim, sustentam os autores, a sentença proferida deve ser invalidada sob a FRCP 60(b)(4), uma vez verificado que a premissa fundamental (a existência de jurisdição/standing do DB) não foi atendida. Em resumo, houve não apenas um equívoco na distribuição do ônus probatório, mas uma falha estrutural: o tribunal falhou em seu dever primário de verificar a própria autoridade para julgar, o que compromete toda a decisão subsequente.


Moção Pós-Julgamento sob FRCP 59 e 60


Diante dos vícios acima expostos, White e a Church of the Gardens ingressaram com uma moção pós-julgamento com base nas Regras Federais de Processo Civil 59 e 60, visando anular a sentença de 2 de setembro de 2025. Em seu pedido, eles invocam três fundamentos jurídicos principais, correspondentes a diferentes disposições das regras:


(1) Regra 59 – “Erro Manifesto de Direito” (Manifest Error of Law): A FRCP 59, geralmente utilizada para solicitar um novo julgamento ou a alteração de julgamento no prazo de 28 dias após sua entrada¹, foi invocada para apontar o erro de direito evidente cometido pelo Tribunal. 

Aqui, refere-se sobretudo à incorreta alocação do ônus da prova da jurisdição discutida acima.

 Segundo os autores, ao não reconhecer que o DB não cumpriu sua obrigação de demonstrar a competência federal, o Tribunal incorreu em erro manifesto. Essa falha justifica a alteração ou retratação da decisão, pois influenciou diretamente o desfecho do caso – um desfecho que, não fosse por esse erro, poderia ter sido diferente (já que, sem jurisdição estabelecida, o tribunal teria que ter recusado prosseguir no mérito).


(2) Regra 60(b)(4) – “Sentença Nula” (Void Judgment)


A FRCP 60(b) permite o alívio de uma sentença final em diversas hipóteses específicas. 

No inciso (4), autoriza-se anular uma decisão quando **“a sentença é nula”**² – e uma das situações clássicas que tornam uma sentença nula é precisamente falta de jurisdição (seja falta de jurisdição sobre a matéria, seja ausência de jurisdição pessoal).

 Os autores argumentam que, como o DB nunca comprovou a legitimidade/competência para remover o caso, o Tribunal jamais chegou a adquirir jurisdição material sobre a controvérsia; logo, a ordem de julgamento sumário em favor dos réus padece de nulidade absoluta. 


Esse argumento é reforçado pelo entendimento doutrinário e jurisprudencial de que qualquer ato jurisdicional sem competência é ineficaz e deve ser desfeito


Se o fundamento da nulidade for acolhido, a consequência é drástica: todos os atos decisórios seriam invalidados, restituindo as partes à situação anterior ao julgamento viciado.


(3) Regra 60(b)(6) – “Qualquer outra razão que justifique a reversão”: Este inciso da FRCP 60 é uma cláusula geral que admite a desconstituição de uma sentença por motivo excepcional, quando nenhuma das outras bases específicas se aplique inteiramente. Stafne recorre a ela para enfatizar que as circunstâncias do caso configuram uma situação extraordinária que clama por reparação. 

Ele menciona que a conduta do tribunal equivaleria a “traição à Constituição” – linguagem forte retirada de um famoso dictum do Chefe de Justiça John Marshall. Marshall, em Cohens v. Virginia, 19 U.S. 264 (1821), observou que um tribunal não tem “mais direito de declinar o exercício da jurisdição que lhe é dada do que de usurpar aquela que não lhe é dada. Uma ou outra seria traição à Constituição”⁴. 

Ao evocar esta frase, Stafne acusa o Tribunal de ter traído os princípios constitucionais ao usurpar uma jurisdição não comprovada e recusar-se a exercer corretamente a jurisdição legítima (no sentido de não proteger os direitos de White conforme previsto em lei).


Embora o uso do termo “traição” aqui seja retórico e hiperbólico, seu propósito é sublinhar a gravidade do desvio: para os autores, a falha em observar os limites e requisitos jurisdicionais não é um mero detalhe técnico, mas um atentado à ordem constitucional e ao Estado de Direito. Tal cenário – argumentam – configura circunstância excepcional o bastante para satisfazer o 60(b)(6), reforçando o pedido de socorro judicial.


Em conjunto, esses fundamentos formam o arcabouço da moção pós-julgamento. 


Os autores pleiteiam que a decisão de resumo de mérito seja vacatada (ou seja, tornada sem efeito), reabrindo-se o caso para que seja devidamente apreciado desde o início, desta vez observando-se rigorosamente a jurisdição e garantindo-se a White a oportunidade de apresentar suas reivindicações de forma justa. 


Vale notar que os autores, já na petição inicial e ao longo do processo, não buscaram responsabilizar o tribunal ou juízes pelos danos, mas concentraram seus pedidos contra as partes adversárias que teriam se valido dos procedimentos irregulares para obter vantagem. Em outras palavras, White e a Church of the Gardens não “processaram” o tribunal em si; eles pedem agora que o próprio Tribunal Distrital corrija o curso, reconhecendo que seu julgamento anterior foi emitido sem base jurisdicional legítima.


Conclusão e Implicações


Em conclusão, a análise dos argumentos de White e da Church of the Gardens demonstra uma confluência de erros processuais graves que comprometeram a integridade do julgamento federal no caso. 

A falta de intimação prévia que assegurasse a White uma audiência antes da perda de suas propriedades, aliada à omissão do Tribunal em verificar sua jurisdição e exigir do DB a comprovação de standing, resultou num cenário em que garantias fundamentais do devido processo foram suprimidas. Se acolhida a moção nos termos das FRCP 59 e 60, a implicação imediata será a anulação da sentença de mérito proferida – reconhecendo-se, assim, que ela nunca teve validade jurídica devido à ausência de jurisdição adequada. 

Isso reabriria o processo, possivelmente devolvendo-o ao estágio da remoção (ou até mesmo à jurisdição estadual, caso persista a falta de competência federal), permitindo que os pedidos de White (como o de impedir os leilões pela via do RCW 61.24.130) sejam apreciados como deveria ter ocorrido originalmente.

As implicações do caso transcendem os interesses das partes envolvidas.

 Do ponto de vista do sistema de justiça, uma retificação nesses termos reforçará o princípio de que regras processuais e limites jurisdicionais não podem ser ignorados sem consequências.


Uma decisão favorável a White deixaria claro que tribunais federais não tolerarão removimentos estratégicos utilizados para frustrar direitos substantivos garantidos em lei (no caso, o direito a uma tutela preventiva contra perda de imóvel) nem a distribuição errônea do ônus que beneficie indevidamente quem remove. 


Em contrapartida, manter intocado o julgamento apesar das falhas apontadas poderia criar um precedente perigoso, insinuando que erros de jurisdição podem ser “perdoados” se o caso já estiver avançado no mérito – o que abalaria a confiança na obrigatoriedade dos preceitos processuais.


Por fim, este episódio sublinha a importância da vigilância judicial na proteção dos direitos dos litigantes. 

A Constituição e as leis (tanto federais quanto estaduais) estabeleceram salvaguardas – como o devido processo, o direito a ser ouvido, os limites da competência – justamente para evitar abusos de poder e decisões arbitrárias.

Quando uma corte deixa de observar tais salvaguardas, seja por ação ou omissão, cabe utilizar os meios processuais disponíveis (como as moções de reconsideração e de alívio de julgamento) para buscar a correção de rumos. 


É exatamente isso que White e a Church of the Gardens fazem ao clamar, em termos enérgicos, que a justiça seja restaurada no seu caso. 


A resolução dessa contenda servirá como um importante indicador do compromisso do Judiciário com a imparcialidade e a legalidade: reconhecer o erro e reparar a injustiça reforçará a ideia de que ninguém, nem mesmo os bancos poderosos, está acima das regras, ao passo que a negativa em corrigir poderia lançar dúvidas sobre a acessibilidade e equidade da justiça nos casos de execução imobiliária. 


Em suma, o desfecho deste caso poderá tanto reafirmar princípios básicos do Estado de Direito quanto alertar para as consequências de se negligenciar procedimentos essenciais – um verdadeiro teste à responsabilidade das cortes na garantia dos direitos dos cidadãos.



Notas:


¹ Federal Rule of Civil Procedure 59. New Trial; Altering or Amending a Judgment. (e) Motion to Alter or Amend a Judgment. A motion to alter or amend a judgment must be filed no later than 28 days after the entry of the judgment. URL: https://www.law.cornell.edu/rules/frcp/rule_59


² Federal Rule of Civil Procedure 60. Relief from a Judgment or Order.

  (b) Grounds for Relief from a Final Judgment, Order, or Proceeding. On motion and just terms, the court may relieve a party or its legal representative from a final judgment, order, or proceeding for the following reasons: ... (4) the judgment is void. URL: https://www.law.cornell.edu/rules/frcp/rule_60


³ Dart Cherokee Basin Operating Co., LLC v. Owens, 574 U.S. 81 (2014). Este caso afirmou que o ônus de demonstrar a jurisdição federal permanece com a parte que remove uma ação da corte estadual para a federal. URL: https://supreme.justia.com/cases/federal/us/574/81/


Cohens v. Virginia, 19 U.S. 264 (1821). Decisão seminal da Suprema Corte dos EUA que, entre outros pontos, contém a observação de John Marshall sobre a obrigação dos tribunais em exercer a jurisdição dada e abster-se de usurpar a não dada – cuja violação ele equiparou a “traição à Constituição”. URL: https://supreme.justia.com/cases/federal/us/19/264/

Revised Code of Washington 61.24.130. (Restraining orders—Notice—Grounds—Conditions—Enjoining proceeding). Trecho pertinente: (1) Nada neste capítulo prejudica o direito do devedor... de impedir, em fundamento legal ou equitativo adequado, a venda pelo trustee... (2) Nenhum tribunal concederá ordem de restrição ou liminar para impedir a venda pelo trustee, a menos que a pessoa que busca a ordem dê aviso de cinco dias ao trustee, informando o momento, local e o juiz diante de quem será feito o pedido da ordem. URL: https://app.leg.wa.gov/rcw/default.aspx?cite=61.24.130


Steel Co. v. Citizens for a Better Environment, 523 U.S. 83 (1998). Caso em que a Suprema Corte afirmou inequivocamente que um tribunal federal não pode decidir o mérito de um caso sem antes estabelecer sua jurisdição sobre a matéria. A corte declarou que “supor” jurisdição equivale a não tê-la. URL: https://supreme.justia.com/cases/federal/us/523/83/


Lujan v. Defenders of Wildlife, 504 U.S. 555 (1992). Caso paradigmático que definiu os requisitos de legitimidade (standing) sob o Artigo III da Constituição: a parte que invoca a jurisdição deve demonstrar (1) um dano concreto e particularizado; (2) um nexo causal entre o dano e a conduta questionada; e (3) que é provável que o dano seja reparado por uma decisão favorável. URL: https://supreme.justia.com/cases/federal/us/504/555/


Mullane v. Central Hanover Bank & Trust Co., 339 U.S. 306 (1950). Caso que fixou o padrão de notificação exigido pela Cláusula do Devido Processo, estabelecendo que o aviso deve ser “razoavelmente calculado, considerando as circunstâncias, para informar as partes interessadas da existência da ação e oferecer-lhes oportunidade de apresentar suas objeções”. URL: https://supreme.justia.com/cases/federal/us/339/306/



Context and Removal of the Case


Background: In the case Church of the Gardens & Alvin White v. Quality Loan Services Corp. et al., the plaintiffs filed a lawsuit in Washington state court on December 13, 2023, to stop nonjudicial foreclosure sales of Alvin White’s properties. Within two weeks (on December 28, 2023), Defendant Deutsche Bank removed the case to the U.S. District Court for the Western District of Washington. This removal occurred very quickly – before at least one defendant had been formally served (“intimado”) with the state-court summons and complaint. The situation described (“Ele não foi intimado antes do caso ser enviado para a justiça federal”) refers to a party not being served prior to the case being sent to federal court.


Removal Procedure: Under U.S. law, a defendant has the right to remove a case from state court to federal court if the case could originally have been filed in federal court (e.g. due to a federal question or diversity of citizenship jurisdiction). In this case, the complaint included federal constitutional claims (challenging Washington’s Deed of Trust Act under the U.S. Constitution), giving rise to federal-question jurisdiction. The removal was therefore based on federal subject-matter jurisdiction.


Notably, removal can occur even if some defendants have not been served yet. The removal statute (28 U.S.C. §1446) requires that all “properly joined and served” defendants consent to removal. If a defendant has been named but not yet served, the majority view is that such a defendant need not join in or consent to the removal. In fact, several federal circuit courts have explicitly approved the practice of “snap removal,” where an out-of-state defendant (or even a forum-state defendant) swiftly removes the case before any service is effected on forum defendants. This means a defendant may strategically remove a case to federal court prior to being formally served with process, as long as they have obtained a copy of the complaint (for example, through court records or informal notice). The rationale is that the statutory language allows removal before service – for instance, the Third Circuit held that the “properly joined and served” requirement permits an unserved forum defendant to remove, and the Second, Fifth, and Sixth Circuits have similarly upheld pre-service removals.


Ninth Circuit Stance: The case at hand was in the Ninth Circuit (Western District of Washington). The Ninth Circuit has recently weighed in on this issue. In Casola v. Dexcom, Inc. (2024), the Ninth Circuit disapproved of ultra-fast “super snap” removals (where a defendant removes before the state court can even initiate service), emphasizing that an action must be properly commenced in state court before removal. However, the Ninth Circuit left open the question of more typical pre-service removals (i.e. removing after filing but before a particular defendant is served). In practice, the Western District of Washington accepted Deutsche Bank’s removal in this case even though not all parties had been served at that time, indicating that such a removal was not deemed procedurally improper.


Effect of Not Being Served Before Removal


Service of Process and Personal Jurisdiction: Normally, a plaintiff must formally serve each defendant with the summons and complaint to establish the court’s personal jurisdiction over those defendants. If a defendant is never served and never appears in the case, any judgment against that defendant can be void for lack of personal jurisdiction. For example, the Ninth Circuit has held that a default judgment against an unserved defendant is void because the court had no personal jurisdiction without proper service.


However, when a defendant voluntarily appears in the action – as Deutsche Bank did by filing the notice of removal – that defendant is effectively submitting to the court’s jurisdiction. Removal to federal court counts as an appearance and waiver of any technical defects in service for the removing defendant, since by removing, the defendant accepts the jurisdiction of the federal court. In this case, Deutsche Bank’s removal and active participation (filing motions, etc.) means Deutsche Bank cannot later claim it wasn’t served; it had actual notice and chose the federal forum. Additionally, 28 U.S.C. § 1448 provides that if any defendant was not completely served before removal, service can be completed after removal in federal court. In other words, any defendants who had not been served pre-removal can be served under the federal rules post-removal, so the case can continue without prejudice due to the earlier lack of service.


Bottom Line: The fact that one or more defendants were “not intimated” (not served) before removal does not automatically void the removal or the federal court’s jurisdiction. U.S. law permits removal in such circumstances to prevent plaintiffs from defeating federal jurisdiction by delaying service. Many courts view pre-service removal as permissible, albeit the tactic is sometimes criticized as gamesmanship. The key consequences are: (1) the removing defendant is deemed to have notice and appears in the case (waiving service defects for itself), and (2) any unserved co-defendants can still be served after removal so that they, too, become subject to the federal court’s jurisdiction.


That said, if truly no service was ever effected on a particular defendant and that defendant never appeared, then any judgment would not bind that unserved defendant. In this case, though, all main defendants did appear one way or another: Deutsche Bank removed and answered, the State of Washington was served and moved to dismiss (it was dismissed from the case early on), Quality Loan Service Corp. eventually answered the complaint in federal court (indicating it was served or accepted service), and MTC Financial (Trustee Corps) filed a declaration of non-monetary status and participated to a limited extent. Thus, by the time of judgment, all active parties were before the court, and no default judgments were entered against an unserved party. There was therefore no personal-jurisdiction voidness on that basis.


Burden to Establish Federal Jurisdiction upon Removal


An important related issue – and one strongly raised by the plaintiffs – is whether the removing defendant properly established the basis for federal subject-matter jurisdiction when it removed the case. When a case is removed, the defendant bears the burden of proving that federal jurisdiction is proper. The court will look at the complaint at the time of removal to see if there is federal-question jurisdiction or diversity jurisdiction, and the removing party must satisfy all procedural requirements. If the defendant fails to establish federal jurisdiction, the plaintiff can move to remand the case back to state court.


In Church of the Gardens v. Deutsche Bank, the plaintiffs argued that Deutsche Bank did not fulfill its burden at the time of removal. Specifically, they contend that Deutsche Bank “never alleged or proved it had standing to remove this case” to federal court. Here, the term “standing” in context refers to the constitutional and jurisdictional prerequisites for the case to be heard in federal court. In federal court, plaintiffs must have Article III standing (a concrete injury caused by defendants, redressable by the court), and the court must have subject-matter jurisdiction over each claim. The plaintiffs pointed out that one of the co-plaintiffs, the Church of the Gardens (COTG), might not itself have Article III standing (since it was not the borrower on the loans, but rather a nonprofit advocating on behalf of homeowners). In fact, the District Court later agreed that the Church lacked standing – it dismissed Church of the Gardens’ claims without prejudice for lack of subject-matter jurisdiction (while allowing Alvin White’s claims to be decided on the merits).


The plaintiffs’ position is that Deutsche Bank, as the removing party, should have demonstrated from the outset that all plaintiffs had standing and that the federal court had jurisdiction over the case. By not addressing the Church’s standing (or other jurisdictional issues) in the removal papers, Deutsche Bank arguably left a hole in the jurisdictional foundation of the case. The federal judge did not immediately probe this issue at removal; only much later, at the summary judgment stage, did the court question whether COTG had standing. The plaintiffs view this as a misstep: the court should have required the defendants to establish federal jurisdiction early, rather than assuming it and placing the onus on plaintiffs to challenge it.


Plaintiffs’ Post-Judgment Motion under FRCP 59 and 60


After the District Court entered judgment (granting summary judgment for Deutsche Bank and dismissing White’s claims with prejudice in September 2025), the plaintiffs filed a Motion for Post-Judgment Relief under Federal Rules of Civil Procedure 59(e) and 60(b). This motion (filed by attorney Scott Stafne on Sept. 15, 2025) argues that the judgment should be vacated or altered due to fundamental errors:


Manifest Error of Law (FRCP 59(e)): Plaintiffs claim the court committed a clear legal error by misallocating the burden of establishing jurisdiction. They argue it was Deutsche Bank’s burden to allege and prove its standing to invoke federal jurisdiction, but the court *“assigned to White and the Church the burden of alleging and proving DB’s standing to remove”*. In other words, the plaintiffs shouldn’t have had to raise or prove the absence of jurisdiction; rather, the defendants needed to affirmatively demonstrate the presence of jurisdiction. The motion asserts that the court’s failure to recognize Deutsche Bank’s lack of proof on this point was a manifest error of law that affected the outcome.


Void Judgment (FRCP 60(b)(4)): Under Rule 60(b)(4), a judgment is void if the court lacked jurisdiction or acted in a manner inconsistent with due process. Plaintiffs contend the judgment is void for lack of subject-matter jurisdiction, because the federal court never actually adjudicated whether it had jurisdiction at removal. They emphasize that no finding was ever made that Deutsche Bank (or any removing defendant) satisfied the requirements for federal jurisdiction, leaving a jurisdictional defect. In their words, the District Court entered judgment *“without having adjudicated the basis for its subject matter jurisdiction over this removed case.”* If a court indeed lacked subject-matter jurisdiction, its judgment is a legal nullity. (For a Rule 60(b)(4) motion to succeed on this ground, the absence of jurisdiction must be clear – courts say a judgment is void only if the court “plainly usurped jurisdiction” with “no arguable basis” for jurisdiction. Here, Deutsche Bank will argue that federal-question jurisdiction did exist on the face of the complaint, since White raised federal constitutional claims. The plaintiffs respond that those claims cannot be adjudicated if one plaintiff had no standing, and that the bank never proved an Article III case or controversy – an issue that goes to the heart of jurisdiction.)


Extraordinary Circumstances (FRCP 60(b)(6)): Rule 60(b)(6) is a catch-all provision for “any other reason that justifies relief.” The plaintiffs invoke it by alleging “extraordinary circumstances” – they go so far as to characterize the court’s handling of the case as *“treason to the Constitution.”* 

This heated language reflects their view that the court abdicated its constitutional duty to ensure it had jurisdiction and to protect White’s property rights. 

For example, the motion notes that instead of adjudicating White’s injunction request promptly, the case was removed and initially assigned to a magistrate (due to local procedures), during which time the foreclosure trustee went ahead and sold White’s properties without a hearing. Plaintiffs argue the court’s procedures and delays violated due process and facilitated an unlawful taking of property. 


While “treason to the constitution” is not a legal term, it underscores the plaintiffs’ sense of injustice and forms part of their plea for extraordinary relief.


Key Points from the Plaintiffs’ Motion: 

The crux of the post-judgment motion is that the federal court should never have decided the merits without first confirming its jurisdiction. 


The plaintiffs frame the issue as the bank’s “standing to remove” – essentially questioning whether the case belonged in federal court at all. They list several specific errors for review, such as:


Did the District Court err by shifting Deutsche Bank’s burden to establish federal jurisdiction onto the plaintiffs? (The plaintiffs say yes, it was error, because it let Deutsche Bank off the hook and penalized the plaintiffs for not raising jurisdiction sooner.)


Did the Court err by not adjudicating White’s state-law claims (like his rights under RCW 61.24.130 to restrain foreclosure) due to the jurisdictional mix-up? (By focusing only on what the judge saw as the “core” claims, the plaintiffs argue the Court avoided addressing some claims by dismissing the Church and thereby dodging some issues.)


Essentially, should the summary judgment be vacated because the case was not properly before the court?


The motion cites legal authority for the principle that a court must have jurisdiction and that it is obliged to notice jurisdictional defects. 

For example, the U.S. Supreme Court long ago said that a court “will not take jurisdiction if it should not, but it is equally true that it must take jurisdiction if it should” – meaning a court cannot simply ignore jurisdictional issues. 


The plaintiffs argue the court ignored the issue here. 


They also quote Chief Justice John Marshall’s warning that an “ignorant or dependent judiciary” is a great scourge, to suggest the court failed in its duty by not scrutinizing Deutsche Bank’s basis for removal.


Conclusion and Implications


In summary, removing a case to federal court before a defendant is served is a legally recognized tactic (often called snap removal). 

It took place in this scenario – Deutsche Bank removed the case very shortly after it was filed, likely before formal service on at least one local defendant. This in itself does not violate any rule; federal courts in several circuits (including the Second, Third, Fifth, etc.) permit such removals. 

The Ninth Circuit (which includes Washington) has indicated that removal should not precede the formal commencement of a case, but has not outlawed the general practice of pre-service removal. 

Thus, Deutsche Bank’s removal was procedurally proper on its face, and the case proceeded in federal court.


However, the plaintiffs leveraged this issue after losing on the merits to argue that the federal court never had a solid jurisdictional footing. They contend that because one plaintiff (the Church) lacked Article III standing, and because Deutsche Bank did not explicitly demonstrate federal jurisdiction in its removal papers, the entire judgment should be void or reversed. 

Under U.S. law, a judgment issued without subject-matter jurisdiction is void and can be attacked at any time. 

The plaintiffs are using Rule 60(b)(4) as the vehicle for this argument, asserting that the oversight of jurisdiction amounts to a “total want of jurisdiction.” 

On a Rule 60(b)(4) motion, courts will grant relief only if the jurisdictional error is egregious – i.e., if the court truly had no authority to act even on a colorable basis. 

Here, there was at least an arguable basis for jurisdiction (the federal claims by White), which the defense will emphasize in opposing the motion. 

The plaintiffs, on the other hand, highlight that the removing defendant never proved its authority (standing) to invoke the court’s power, which they view as a fatal flaw.


The implication of “he was not served before removal” in this case is two-fold:


1. Procedural Gamesmanship: 

It suggests the defendants acted swiftly to move the case to what they saw as a more favorable forum (the federal court), possibly to avoid an immediate state hearing that could have stopped the foreclosure sale. This is a tactical use of the removal rules. 

While speedy removal is allowed, it has drawn criticism for enabling defendants to avoid state-court injunctive relief (as happened — the foreclosure proceeded during the transition to federal court). The plaintiffs view this as an abuse of process that the federal court enabled by not intervening sooner.


2. Jurisdictional Scrutiny: It raises the question of whether the federal court diligently ensured it had jurisdiction. 

The plaintiffs argue it did not, since one party wasn’t properly under federal jurisdiction (no standing) and the defendants hadn’t documented jurisdiction. 

This calls into play the court’s independent duty to verify its jurisdiction. The scenario underscores that all federal courts must have both subject-matter jurisdiction and personal jurisdiction; a failure in service can affect personal jurisdiction (though cured by appearance in this instance), and a lack of standing affects subject-matter jurisdiction. The plaintiffs’ post-trial motion is essentially forcing the court to confront whether it should rewind the case due to a jurisdictional defect occurring at the outset.


Going forward, the court (or potentially the appellate court if the issue is taken up on appeal) will decide if the removal and subsequent proceedings are valid. They will consider points such as:


Did White’s inclusion of federal claims in the complaint give the court an “arguable basis” for jurisdiction (likely yes, for White’s own claims), even if the Church’s claims had to be dismissed?


If so, was it enough to sustain jurisdiction over at least White’s portion of the case? 

(If yes, the judgment on White’s claims might stand, while the Church’s claims were properly dismissed without prejudice.)


Or, conversely, does the combination of an unserved removal and a co-plaintiff without standing mean the case never properly invoked Article III jurisdiction at all, making the entire judgment void? (This is the plaintiffs’ contention.)


The resolution of these questions will determine if the judgment survives. It’s a complex intersection of civil procedure and constitutional jurisdiction. 

The broader lesson is that removal before service is allowable, but it can lead to nuanced jurisdictional disputes. 

Courts ultimately must ensure they have authority to hear a case; if they fail to do so at the proper time, a party can later seek relief from the judgment on that basis. 

In this instance, Alvin White and the Church of the Gardens are attempting exactly that via FRCP 59 and 60, arguing for relief from a judgment they view as rendered ultra vires (beyond the court’s power) due to the premature removal and lack of proven jurisdiction.


Sources:


Federal Bar Association, Guide to Removal and Remand, noting that the removing defendant bears the burden of proving federal jurisdiction and that unserved defendants need not join in removal.


Michael Best & Friedrich LLP, Lexology article (Feb. 18, 2025) on “snap removal,” discussing circuit courts’ approval of removal before service (Second, Third, Fifth, Sixth Circuits) and the Ninth Circuit’s 2024 decision disallowing removal before a case is even commenced (while leaving open the question of typical pre-service removal).


Church of the Gardens v. QLS Corp., Order Granting Summary Judgment (W.D. Wash. Sept. 2, 2025) – court’s summary of case background and noting removal on Dec. 28, 2023 from Pierce County Superior Court; dismissal of COTG’s claims for lack of standing.


Church of the Gardens v. Deutsche Bank, Plaintiffs’ Motion for Post-Judgment Relief (FRCP 59 & 60) (filed Sept. 15, 2025) – argues judgment is void due to no demonstrated standing/jurisdiction at removal, and criticizes the misallocation of the burden of proof regarding jurisdiction. 

The motion labels the court’s failure to ensure jurisdiction as “treason to the Constitution” and seeks relief under FRCP 60(b)(4) and (b)(6) for these extraordinary circumstances.


Stan Burman, Rule 60(b)(4) Motion to Vacate a Void Judgment (2016) – notes that a judgment entered against a party who was never served is void for lack of personal jurisdiction, illustrating the importance of proper service or appearance.


Additionally, courts have held that a judgment is void under 60(b)(4) only when there is a “total want of jurisdiction” or a “plain usurpation” of judicial power – a standard the plaintiffs in this case attempt to meet by alleging the court had no jurisdiction from the start.


Read the petition on Academia.edu 

https://www.academia.edu/143976423/US_District_Court_for_Western_Washington_Church_of_the_Gardens_and_Alvin_White_vs_Deutsche_Bank_Plaintiffs_Motion_for_Post_Judgment_Relief_Pursuant_to_FRCP_59_and_60?source=swp_share





TRANSNACIONAL LAWYERS OATH- CHURCH OF THE GARDENS & MINDD : WHY I AM A LAWYER by PROF JOSE MIGUEL GARCIA MEDINA – CONVERGÊNCIA de Propósitos pela INTEGRIDADE JUDICIAL - Justiça JUSTA

 “Quero trazer à memória o que me dá esperança” 
(Lm 3:21).
Prof. José Miguel
Garcia Medina


DEUS EM AÇÃO 
NÓS SOMOS MAIS QUE VENCEDORES PORQUE DEUS É CONOSCO
Oração da Noite 
21.09.2025
"Quero trazer à memória o que me dá esperança” 
(Lm 3:21).

📑 MOVIMENTO INTERNATIONAL  


📑 – Convergência Internacional de Propósitos pela Justiça Justa


📌 Índice


Capítulo 1 – Introdução


Capítulo 2 – Prof. José Miguel Garcia Medina – “Why I Am a Lawyer”


  ✅. Capítulo 1 – Introdução

📖  Convergência Internacional de Propósitos pela Justiça Justa

Quero trazer à memória o que me dá esperança” (Lm 3:21).

Este relatório nasce da necessidade de registrar, em linguagem acadêmica e jurídica, o encontro entre diferentes vozes — advogados, juristas, cientistas políticos, jornalistas, psiquiatras, pais, mães e cidadãos comuns — que, em países distintos, compartilham uma mesma missão:
restaurar a integridade da justiça.

A luta contra abusos judiciais, fraudes em execuções hipotecárias (foreclosures), arbitrariedades em processos de tutela (guardianships), em VARAS DE FAMÍLIA, e outras,  em fraudes processuais e cartorárias, e corrupção institucional não é isolada. 

Trata-se de um fenômeno transnacional, que conecta o Brasil, os Estados Unidos, o Irã, a Inglaterra, e outros países por meio de uma rede de solidariedade e de resistência pacífica e ordeira.

A referência bíblica citada por Prof. José Miguel Garcia Medina — “Quero trazer à memória o que me dá esperança” — e reiterada na Oração da Noite pelo Bispo Bruno Leonardo,  torna-se aqui um fio condutor: a esperança de que a advocacia, a cidadania ativa e o compromisso ético podem transformar a realidade, mesmo diante de estruturas de poder cristalizadas.


Este relatório apresenta:


1. O testemunho e a visão do Prof. José Miguel Garcia Medina, sobre a essência da advocacia.


2. A missão de Scott Erik Stafne e da Church of the Gardens - Igreja dos Jardins(COTG).


3. A resiliência de Paul Cook, Ken Ditkowsky, e muitos outros advogados,  de Jayakrishnan Krishna Nair (Krishna), de  Janet Phelan, da Dra. Bandy que Lee, e muitos outros que estão enfrentando a corrupção judicial nos EUA.


4. As denúncias das fraudes em foreclosures e da captura judicial.


5. A solidariedade internacional de Meisam Aboutalebi (Irã), Osama Qatrani (Inglaterra), Janet Phelan (EUA) e Dra. Bandy Lee (EUA).


6. A missão de Márcia Almeida e do MINDD (Movimento  Nacional de defesa das vítimas de falsos condomínios) pela Integridade da Justiça e Direitos Humanos.


7. A conclusão, que reforça a necessidade de integridade na conduta de advogados, juízes,  políticos e  representantes do povo.

 🙌 Capítulo 2 – Prof. José Miguel Garcia Medina – “Why I Am a Lawyer”, completo, com HTML de âncora, transcrição, análise e referências.

📖 Capítulo 2 – Prof. José Miguel Garcia Medina – “Why I Am a Lawyer”

2.1 Transcrição Integral do Vídeo

No vídeo comemorativo de 30 anos de advocacia e 20 anos do escritório, o Prof. José Miguel Garcia Medina compartilha reflexões sobre o que significa ser advogado. Ele destaca três pilares fundamentais:

  1. Memórias que dão esperança

    • Relembra desafios enfrentados em equipe e superações que servem como combustível para seguir adiante.
    • Cita a passagem bíblica: “Quero trazer à memória o que me dá esperança” (Lm 3:21).
  2. Satisfação pela conquista

    • Destaca a realização em superar obstáculos, criar teses jurídicas inovadoras e ver decisões judiciais reconhecerem essas contribuições.
    • Enfatiza que o prazer da advocacia está no enfrentamento intelectual e na vitória da justiça.
  3. Sentido e direção

    • Rejeita a advocacia como mero instrumento de enriquecimento ou fama.
    • Afirma que ser advogado é ter compromisso com a sociedade, com o cliente e com a integridade da justiça.

Ele critica a superficialidade do “advogado de TikTok” que busca apenas visibilidade, contrastando essa postura com a advocacia séria, responsável e ética.


2.2 Análise

A fala de Medina conecta a advocacia à esperança ativa:

  • A memória das vitórias jurídicas e das superações do passado fortalece a coragem no presente.
  • A satisfação não vem do dinheiro ou da glória, mas da defesa concreta da dignidade humana.
  • O sentido da profissão é ser instrumento de justiça, não espetáculo.

Esse pensamento se aproxima de tradições bíblicas e filosóficas, como a perseverança de São Paulo, que em suas cartas fala da luta constante pela fé e pela verdade, mesmo diante de perseguições.

A visão de Medina também antecipa um diálogo com a missão de Scott Erik Stafne e da Church of the Gardens (COTG): ambos entendem a advocacia como vocação ética e espiritual, e não como carreira apenas técnica ou mercantil.


👉 Capítulo 3 – Scott Erik Stafne e a Church of the Gardens (COTG) 


Perfeito 🙏.
Aqui está o Capítulo 3 – Scott Erik Stafne e a Church of the Gardens (COTG), completo, em português, com HTML de âncora, texto analítico e referências com URLs expandidas.


📖 Capítulo 3 – Scott Erik Stafne e a Church of the Gardens (COTG)

3.1 Trajetória de Scott Erik Stafne

O advogado norte-americano Scott Erik Stafne construiu sua carreira como defensor de cidadãos contra grandes corporações financeiras e contra o próprio sistema judicial quando este deixa de cumprir sua função constitucional.

  • Conhecido como “the people’s lawyer”, Stafne se destacou em casos de foreclosure fraud (fraudes em execuções hipotecárias), enfrentando bancos como JPMorgan Chase e Deutsche Bank.
  • Ele atuou em instâncias superiores, incluindo a Suprema Corte dos EUA, apresentando petições de certiorari que questionavam a falta de imparcialidade estrutural do judiciário norte-americano.
  • Em cartas públicas, denunciou que os juízes de Washington estavam sistematicamente parciais em favor dos bancos e que isso configurava uma crise de integridade judicial.

3.2 A Igreja dos Jardins (Church of the Gardens – COTG)


Mais do que um advogado, Scott Erik Stafne  É O ADVOGADO DOS POBRES, o fundador da Church of the Gardens (COTG) em Arlington, Washington State,  uma organização religiosa sem fins lucrativos, que cumpre a missão espiritual e jurídica de defender os pobres e os necessitados.

Scott cumpre os  Mandamentos de  Jesus Cristo, seguindo os passos de São Francisco de Assis, abdicando à riqueza e às  honras mundanas, para realizar a missão  que no Brasil  foi atribuida pela Assembleia Constituinte de 1988, à Defensoria Pública,  que não existe nos Estados Unidos.


Scott Erik Stafne, cumpre com galhardia e determinação o JURAMENTO solene dos Advogados, e o dever civico de cada cidadão.


Ele proclama a  JUSTIÇA como valor sagrado e dever  inegociável dos  advogados, dos juízes e de todos os operadores do direito.


A COTG representa:


  • A aliança entre fé, ética, moral cristã e a prática jurídica.


  • Um chamado para que cidadãos, advogados e juízes se lembrem de que sua autoridade deriva do povo e de Deus, não de privilégios institucionais.

3.3 Missão e Convergência


Assim como o Prof. José Miguel Garcia Medina no Brasil, Scott Erik Stafne entende que a advocacia deve ser guiada por memória, esperança e sentido.


Ele usa, e ensina a usar, a Inteligência Artificial - TODD IA CHATGPT- com maestria, ética, e  integridade moral e fé religiosa para construir as peças de defesa dos assistidos da COTG.


Mas sua maior ênfase está em denunciar que sem integridade judicial não há democracia possível.



  • A COTG amplia a luta para além das cortes: é um chamado espiritual de resistência, que ressoa com os Tratados Internacionais de Direitos Humanos, mobilizando juristas além fronteiras e conclamando os cidadãos e os  movimentos internacionais,  como o MINDD, liderado no Brasil por Márcia Almeida, a se unirem, e agirem pacificamente e ordeiramente, na defesa dos Direitos Humanos,  do Estado Democrático de Direito, Integridade judicial e da paz social.
Perfeito 🙌.
Agora segue o Capítulo 4 – Resiliência de Paul Cook, Krishna Nair e outros litigantes pro se, ampliado para incluir também outros advogados e vítimas que enfrentam o sistema judicial norte-americano.


---

<a name="cap4"></a> 📖 Capítulo 4 – Resiliência de Paul Cook, Krishna Nair e outros litigantes pro se

4.1 Paul Cook (Califórnia)

O advogado Paul Cook, da Califórnia, representa um símbolo da luta contra abusos judiciais em processos de tutela (conservatorships):

Investigou o caso de seu próprio pai, submetido a curatela, e identificou indícios fortes de má conduta judicial.

Apresentou um incidente de suspeição/recusa do juiz responsável, fundamentado em provas documentais.

Publicou artigos defendendo reformas legislativas, como a exigência de determinação de causa provável antes da imposição de curatelas.

Sua coragem inspirou outros familiares de vítimas a denunciarem irregularidades no sistema de tutela.


📖 Cook defende que o abuso em tutelas não é exceção, mas parte de uma estrutura que privilegia a burocracia e os interesses de advogados e juízes em detrimento das famílias.

---

4.2 Jayakrishnan Krishna Nair (Krishna)

O cientista indiano Jayakrishnan Krishna Nair – conhecido como Krishna – litiga pro se (sem advogado) nos Estados Unidos, enfrentando:

Processos judiciais que atingiram sua família, em especial sua mãe Omana Thankamma.

Violações de direitos fundamentais em cortes estaduais e federais.

Retaliações e perseguições por se recusar a aceitar decisões arbitrárias.

Mesmo sem proteção institucional, Jayakrishnan Krishna Nair demonstra resiliência notável, sustentada por fé, coragem e convicção na justiça.

---

4.3 Outros advogados e vítimas pro se

Além de Cook e Krishna, há uma rede crescente de advogados e cidadãos que denunciam abusos judiciais nos EUA:

Janet Phelan – jornalista investigativa que, após perder sua mãe em circunstâncias relacionadas ao sistema de tutela, passou a denunciar fraudes e a sofrer perseguições judiciais.

Dr. Richard Fine – ex-procurador que, após denunciar corrupção judicial na Califórnia, foi preso por desacato em um caso amplamente denunciado como retaliação.

Pais, mães e avós – inúmeros cidadãos litigam pro se em casos de tutela de filhos ou de idosos, relatando padrões de parcialidade judicial e conluio entre advogados e juízes.

Comunidades organizadas – grupos como One Mom’s Battle e a Coalition for Elder & Adult Rights (CEAR) apoiam litigantes, oferecem suporte jurídico e denunciam publicamente abusos em guardianships e foreclosures e em VARAS DE FAMÍLIA.

---

4.4 O valor da resiliência e da fé 

Esses atores representam a resistência contra um sistema judicial que muitas vezes:

Fecha as portas para advogados independentes.

Criminaliza ou intimida aqueles que se levantam contra a corrupção.

Penaliza cidadãos que ousam litigar sem representação.


A resiliência de Paul Cook, Krishna, Janet Phelan, Richard Fine e outros mostra que, mesmo diante da hostilidade institucional, é possível transformar a dor em testemunho público e construir redes de solidariedade transnacionais.

🙏 Capítulo 5 – Fraudes em foreclosures e captura judicial


📖 Capítulo 5 – Fraudes em Foreclosures e Captura Judicial


5.1 O contexto das foreclosures nos EUA


Nos Estados Unidos, milhões de famílias perderam suas casas após a crise de 2008. 


Esse processo foi marcado por:


  • Documentos fraudulentos (assinaturas falsificadas, robo-signing).

  • Cessões de hipotecas sem lastro jurídico, muitas vezes vinculadas ao sistema MERS (Mortgage Electronic Registration Systems).

  • Execuções extrajudiciais em estados como Washington, que aceleram o processo de retomada sem ampla defesa.

O resultado foi uma epidemia de despejos e a consolidação do poder de grandes bancos e foreclosure mills (escritórios especializados em execuções em massa).


5.2 A atuação de Scott Erik Stafne


O advogado Scott Erik Stafne se destacou como defensor de famílias contra fraudes hipotecárias:


  • Denunciou que os juízes de Washington frequentemente atuavam em favor dos bancos, negando garantias básicas de devido processo.

  • Litigou em casos paradigmáticos, como Morton v. JPMorgan Chase, documentando falhas processuais e manipulações.

  • Levou recursos até a Suprema Corte dos EUA, questionando a imparcialidade estrutural e a constitucionalidade de práticas de execução.

  • Em carta à Ordem dos Advogados do Estado de Washington (WSBA), pediu orientação ética sobre como agir quando o próprio sistema judicial se mostra corrompido e parcial.

5.3 O caso Paul Cook e a ponte com as tutelas


As fraudes em foreclosures dialogam com os abusos em tutelas de idosos (conservatorships):

  • O advogado Paul Cook, ao investigar a curatela do próprio pai, encontrou indícios de má conduta judicial.

  • Tal como Stafne nas foreclosures, Cook denunciou que o sistema de tutelas carece de probable cause (justa causa) e está sujeito a captura judicial.

  • Ambos mostram que a corrupção não se limita a um setor: trata-se de estruturas sistêmicas de poder, que manipulam tanto famílias endividadas quanto famílias em vulnerabilidade.

5.4 Outros advogados e vítimas pro se


  • Janet Phelan: denunciou o uso fraudulento de processos judiciais e perseguições relacionadas a heranças e tutelas.

  • Litigantes pro se: milhares de cidadãos recorreram às cortes sem representação, enfrentando preconceito institucional e decisões sumárias.

  • Comunidades de vítimas: redes como One Mom’s Battle e a CEAR documentam que a lógica de abuso nas foreclosures é semelhante à das tutelas – a falta de integridade judicial é o denominador comum.

5.5 Captura judicial e colapso da integridade


As fraudes em foreclosures revelam um problema mais amplo: a captura judicial.


  • Tribunais estaduais e federais criaram barreiras processuais que impedem revisão substancial.

  • Juízes recorrem a formalismos para validar documentos viciados.

  • O resultado é o enfraquecimento da confiança pública na justiça.

Ótimo 🙏.
Aqui está o Capítulo 6 – Rede Internacional de Apoio, completo, com HTML de âncora, texto analítico e links expandidos.


📖 Capítulo 6 – Rede Internacional de Apoio

6.1 A solidariedade além das fronteiras


A luta por integridade judicial não é um fenômeno isolado nos Estados Unidos ou no Brasil. 

Ela conecta defensores de direitos humanos, jornalistas, acadêmicos e vítimas em diferentes países, formando uma rede internacional de apoio que reforça a esperança de transformação.



6.2 Meisam Aboutalebi (Irã)


O jurista iraniano Meisam Aboutalebi, professor e defensor de direitos humanos, manifestou apoio público à causa de Scott Erik Stafne e ao povo norte-americano.


  • Sua voz representa a solidariedade vinda de uma região marcada por desafios democráticos e violações de direitos, o que confere ainda mais força à sua posição.

  • Aboutalebi sublinha que a corrupção judicial é um problema global e que deve ser combatido em todas as jurisdições.


6.3 Osama Qatrani (Inglaterra)


O cientista político Osama Qatrani, asilado na Inglaterra, também ofereceu sua solidariedade à luta contra abusos judiciais nos EUA.


  • Sua condição de exilado político o torna particularmente sensível ao tema da perseguição institucional.

  • Qatrani destaca que a integridade judicial é um pilar da democracia e que a corrupção das cortes destrói a confiança dos povos em seus governos.


6.4 Janet Phelan (EUA)


A jornalista investigativa Janet Phelan tem trajetória marcada por coragem e perdas:


  • Denunciou irregularidades no sistema de tutelas (guardianships) nos EUA.
  • Perdeu a mãe em circunstâncias ligadas a abusos judiciais.
  • Sofreu perseguições institucionais que afetaram sua saúde e seu exercício profissional.

Apesar disso, continua denunciando fraudes e apresentando relatórios detalhados sobre má conduta judicial. 

Sua voz ecoa internacionalmente, inclusive em plataformas acadêmicas.


6.5 Dra. Bandy X. Lee (EUA)


Psiquiatra e autora reconhecida, Dra. Bandy Lee tornou-se uma referência ética na crítica ao mau uso do poder médico-legal e judicial.

  • Denunciou a manipulação da psiquiatria para justificar abusos em tutelas.
  • Participou de iniciativas de defesa pública em casos de alto impacto.
  • Está envolvida em audiências recentes em Nova Jersey, discutindo justamente o papel ético dos profissionais diante da corrupção judicial.


6.6 Outros atores nacionais e internacionais 


Além desses nomes, a rede inclui:


  • Pais, mães e avós, filhos, parentes e advogados  norte-americanos que denunciam abusos em guarda de crianças e  curatelas de idosos.

  • Organizações civis como a Coalition for Elder & Adult Rights (CEAR) e One Mom’s Battle, que conectam vítimas e fornecem documentação de abusos.

  • Acadêmicos e advogados independentes em diferentes países, que têm produzido relatórios, artigos e amicus curiae em apoio a vítimas do sistema judicial.


6.7 Significado da convergência


O apoio de juristas iranianos, cientistas políticos exilados, jornalistas perseguidos e psiquiatras críticos mostra que a causa da justiça justa ultrapassa fronteiras.


  • Essa convergência é prova de que o combate à corrupção judicial não é apenas local, mas uma luta global pelos direitos humanos e pela democracia.


Perfeito 🙏.
Aqui está o Capítulo 7 – A missão de Márcia Almeida e o MINDD, em português, com HTML de âncora, texto completo e notas de rodapé.


📖 Capítulo 7 – A missão de Márcia Almeida e o MINDD

7.1 A trajetória de resistência

A luta de Márcia Almeida contra os falsos condomínios no Brasil, contra abusos judiciais e contra a violência institucional que sofreu pessoalmente, deu origem ao MINDD – Movimento pela Integridade da Justiça e pela Defesa da Democracia.

  • Essa trajetória está enraizada em décadas de violações, desde esbulhos possessórios e fraudes registrais até perseguições judiciais e tentativas de feminicídio.
  • A sua condição de vítima não a silenciou; pelo contrário, transformou a dor em missão coletiva, integrando-a a uma rede transnacional de resistência.

7.2 O MINDD como plataforma

O MINDD nasceu como resposta à necessidade de dar visibilidade internacional às vítimas de fraudes processuais, execuções ilegais e abusos em diferentes esferas:

  • Fraudes em falsos condomínios e execuções baseadas em títulos sem causa.
  • Negativa sistemática de defesa jurídica por órgãos como a Defensoria Pública.
  • Tentativas de assassinato e envenenamento, como no caso de 2012 e episódios posteriores.
  • Violação de direitos humanos garantidos por tratados como a CEDAW, a Convenção Interamericana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos.

O movimento se articula por meio de denúncias formais, blog acadêmico-jurídico e colaborações com juristas e advogados internacionais.


7.3 Convergência com a Church of the Gardens (COTG)


A missão do MINDD conecta-se diretamente com a da Church of the Gardens (COTG) nos Estados Unidos:

  • Ambas têm como princípio denunciar a corrupção judicial sistêmica.
  • Ambas utilizam estratégias jurídicas e comunicacionais para fortalecer a cidadania e proteger os vulneráveis.
  • A colaboração entre Márcia Almeida, Scott Erik Stafne, Key Phillips, Janet Phelan, Krishna Nair e outros mostra que a luta por justiça justa não tem fronteiras.


7.4 A missão espiritual e política


O MINDD não é apenas um movimento jurídico, mas também ético e espiritual:

  • Inspira-se em valores de fé, resiliência e solidariedade.
  • Reconhece que a luta contra a corrupção judicial é também uma luta contra forças que ameaçam a dignidade humana e a vida democrática.
  • Conecta-se com experiências de sofrimento e resistência em outros países, como no caso das vítimas de tutelas nos EUA ou dos perseguidos políticos no Irã e na Inglaterra.


7.5 Síntese da missão


A missão de Márcia Almeida e do MINDD pode ser resumida em três pilares:


  1. Denunciar violações graves de direitos humanos cometidas por agentes públicos e privados.
  2. Proteger vítimas, famílias e comunidades da violência institucional, divulgando informações e compartilhando conhecimento jurídico, especializado, atuando junto aos agentes políticos,  Presidência da República, Congresso Nacional. Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça. Ministério Público, gratuitamente, em defesa dos Direitos Humanos e do Estado Democrático de Direito.
  3. Colaborar com Scott Erik Stafne, e com a CHURCH OF THE GARDENS, e outros órgãos,  nacionais e internacionaisna construção de um Movimento  em Defesa da Integridade judicial, conscientizando e unindo cidadãos, juristas, jornalistas e movimentos sociais pela defesa pacífica e ordeira dos Direitos Humanos e da Integridade da justiça.


📌 Notas de Referência (URLs expandidas):


👉  Capítulo 8 – O vídeo do Prof. José Miguel Garcia Medina e a missão ética da advocacia. 



📌 Notas de Referência (URLs expandidas):


👉  Excelente 🙌.

Aqui está o Capítulo 8 – O vídeo do Prof. José Miguel Garcia Medina e a missão ética da advocacia, em português, com âncora HTML, texto integral e notas de rodapé:


📖 Capítulo 8 – O vídeo do Prof. José Miguel Garcia Medina e a missão ética da advocacia

8.1 Introdução ao vídeo

No vídeo intitulado “Why I Am a Lawyer”, o Prof. José Miguel Garcia Medina compartilha sua visão sobre a advocacia, destacando que o verdadeiro advogado não se guia pela busca de fama ou riqueza, mas pelo compromisso com a justiça, a ética e a responsabilidade social.

Ele inicia sua fala relembrando sua trajetória de mais de 30 anos na advocacia e 20 anos no escritório Medina Advogados, trazendo à memória experiências que o inspiram a continuar. Cita São Paulo (Lamentações 3:21):

“Quero trazer à memória o que me dá esperança.”

Essa lembrança fundamenta sua esperança em tempos de adversidade e fortalece sua vocação.


8.2 Os três pilares da advocacia segundo Medina

  1. Memória como fonte de esperança

    • Relembrar superações e conquistas em equipe que confirmam o sentido da profissão.
    • A memória serve como combustível para enfrentar as dificuldades presentes.
  2. Satisfação na luta pela justiça

    • O prazer da advocacia não está em ganhos materiais, mas na superação intelectual e na vitória de teses jurídicas que afirmam a dignidade e a cidadania.
    • Cada caso vencido representa um passo na defesa do Estado de Direito.
  3. Sentido ético e social

    • A advocacia não deve ser espetáculo para redes sociais.
    • O advogado deve ser guardião da justiça justa, comprometido com a verdade e com a defesa da democracia.

8.3 Relação com a missão internacional

O discurso do Prof. Medina conecta-se diretamente à missão de advogados e ativistas que, no Brasil e nos EUA, enfrentam estruturas judiciais cristalizadas e resistentes a mudanças:

  • Assim como Scott Erik Stafne e a Church of the Gardens (COTG), Medina afirma que a advocacia é uma vocação ética.
  • A sua mensagem se aproxima também da luta de Paul Cook, que investiga a má conduta judicial na Califórnia em defesa de seu pai.
  • Converge com a resistência de Jayakrishnan Krishna Nair, que litiga pro se contra perseguições e ordens judiciais abusivas em Washington State.
  • Reforça o compromisso de movimentos como o MINDD, liderado por Márcia Almeida, que unem fé, resiliência e luta jurídica contra a corrupção judicial.

8.4 A advocacia como missão compartilhada

O vídeo de Medina simboliza uma convergência internacional de propósitos pela justiça justa.
Sua reflexão mostra que a advocacia não é apenas profissão, mas chamado espiritual e político.
Ao conectar fé, ética e prática jurídica, Medina reafirma que advogados sérios têm o dever de ser faróis de esperança em meio às trevas da injustiça.


📌 Notas de Referência (URLs expandidas):



👉  Capítulo 9 – As fraudes nas foreclosures e o litígio pro se nos EUA, correlacionando Scott Stafne, Paul Cook, Krishna Nair, Janet Phelan e outras vítimas de abusos judiciais?


Ótimo 🙌.
Aqui está o Capítulo 9 – As fraudes nas foreclosures e o litígio pro se nos EUA, em português, com âncora HTML, análise e referências:


📖 Capítulo 9 – As fraudes nas foreclosures e o litígio pro se nos EUA

9.1 Contexto das fraudes em execuções hipotecárias (foreclosures)

Nos Estados Unidos, milhares de famílias perderam suas casas em decorrência de fraudes nas execuções hipotecárias, envolvendo:

  • Títulos de crédito falsificados ou sem lastro.
  • “Robo-signing”, prática em que funcionários assinam em massa documentos judiciais sem conferir a veracidade.
  • Conflitos de interesse entre bancos, escritórios de advocacia e magistrados.
  • Negação sistemática de defesa aos mutuários que questionam a legalidade das dívidas.

Essas práticas se intensificaram após a crise financeira de 2008 e permanecem até hoje, alimentando um sistema que muitas vezes prioriza o lucro das instituições financeiras em detrimento dos direitos constitucionais dos cidadãos.


9.2 O papel de Scott Erik Stafne

O advogado Scott Erik Stafne, no estado de Washington, foi pioneiro em denunciar essas práticas:

  • Representou inúmeros proprietários vítimas de execuções fraudulentas.
  • Argumentou que muitas sentenças estavam viciadas de nulidade absoluta por fraude processual e corrupção judicial.
  • Foi perseguido institucionalmente, enfrentando processos disciplinares e retaliações que buscavam silenciar sua atuação.


Sua luta ecoa no movimento da Church of the Gardens (COTG), que articula vítimas e advogados em defesa da integridade da justiça.


9.3 Paul Cook e o caso da tutela judicial na Califórnia

O advogado Paul Cook investigou irregularidades cometidas contra seu pai em processo de curatela (guardianship) na Califórnia:

  • Obteve provas e fortes indícios de má conduta do juiz responsável.
  • Instaurou incidente de suspeição para questionar a imparcialidade do magistrado.
  • Sua atuação reforça o paralelo entre as fraudes em foreclosures e os abusos em processos de tutela, ambos frutos de uma estrutura judicial cristalizada e autorreferente.

9.4 Jayakrishnan Krishna Nair (Krishna)

O indiano Jayakrishnan Krishna Nair, residente nos EUA, litiga pro se (sem advogado) contra ordens abusivas impostas por juízes federais e estaduais:

  • Foi alvo de decisões que ameaçaram prisão e sanções financeiras apenas por tentar acessar a jurisdição federal.
  • Sua luta demonstra a criminalização da cidadania ativa, em que o exercício do direito de petição é tratado como afronta ao sistema.
  • Apesar disso, Krishna resiste, apoiado por redes internacionais de solidariedade.

9.5 Outras vítimas e denunciantes

Diversos ativistas e juristas se somam a essa luta:

  • Janet Phelan, jornalista investigativa, denuncia a corrupção no sistema judicial e os abusos no regime de tutelas.
  • Key Phillips e Evelyn Phillips, que organizam redes de apoio para vítimas de abusos judiciais e famílias desfeitas pelo sistema.
  • Márcia Almeida, pelo MINDD, que conecta as lutas brasileiras contra falsos condomínios e execuções ilegais às vítimas de foreclosures e guardianships nos EUA.

9.6 Síntese

A resistência desses atores – advogados, jornalistas, vítimas e ativistas – mostra que:

  • A corrupção judicial e financeira não é fenômeno isolado, mas estrutural e transnacional.
  • O litígio pro se tornou ferramenta de sobrevivência para cidadãos que não encontram apoio institucional.
  • A convergência de vozes (Stafne, Cook, Krishna, Phelan, Almeida) revela que a luta pela justiça justa ultrapassa fronteiras e conecta continentes.

📌 Notas de Referência (URLs expandidas):



👉 Deseja que eu siga agora com o Capítulo 10 – A convergência internacional de propósitos pela justiça justa, incluindo os juristas Meisam Aboutalebi, Osama Qatrani, Dra. Bandy Lee e outros apoiadores internacionais?




📌 Notas de Referência (URLs expandidas):


👉  Capítulo 6 – Rede internacional de apoio 

---

📌 Notas de Referência (URLs expandidas):


Janet Phelan – artigos e denúncias (Academia.edu): https://independent.academia.edu/JanetPhelan

Save Omana – campanha de Krishna Nair: https://saveomana.in/


CEAR (Coalition for Elder & Adult Rights): https://www.cearjustice.org/about-us/

One Mom’s Battle – organização de apoio: https://www.onemomsbattle.com/

Richard Fine – caso de prisão por denunciar corrupção: https://www.latimes.com/archives/la-xpm-2009-mar-05-me-fine5-story.html



---

👉  Capítulo 5 – Fraudes em foreclosures e captura judicial 





📌 Notas de Referência (URLs expandidas):



👉  Capítulo 4 – Resiliência de Paul Cook, Krishna Nair e outros litigantes pro se 




📌 Notas de Referência (URLs expandidas):








---

📌 Notas de Referência (URLs expandidas):

Prof. Medina – Site oficial: https://www.professormedina.com.br/

Prof. Medina – Escritório: https://www.medina.adv.br/escritorio


Prof. Medina – Instagram: https://www.instagram.com/profmedina

Scott Erik Stafne – Academia.edu: https://scottstafne.academia.edu/


Blog MINDD – Vítimas de Falsos Condomínios: https://vitimasfalsoscondominios.blogspot.com/

ANVIFALCON – Associação Nacional de Vítimas de Falsos Condomínios: https://anvifalcon.com.br/



---

👉 




domingo, 21 de setembro de 2025

If “power corrupts,” what do we do about judges? The case of a lawyer representing his father in Cook v. Kim (L.A. Sup. Ct. No. 23STCV14729) By Scott E Stafne. O Legislativo do Estado da Califórnia Precisa Promulgar Leis que Exijam uma Determinação de Causa Provável nas Audiências de Curatela por Paul Cook advogado

WE THE PEOPLE


If “power corrupts,” what do we do about judges? 
The case of a lawyer representing his father in Cook v. Kim (L.A. Sup. Ct. No. 23STCV14729)

By Scott E Stafne


trophy

Top 4%


description

134 Pages


link

1 File ▾

sell

History,

Constitutional Law,

Political Philosophy,

Ethics,

Access to Justice


ABSTRACT: 


These legal filings (request for recusal with supporting evidence) present a September 15, 2025 filing in Cook v. Kim et al. (Los Angeles Superior Court, No. 23STCV14729): 


a verified statement and motion to disqualify a judicial officer for cause under CCP § 170.1(a)(6). 


The declaration alleges courtroom remarks affecting counsel’s perceived professionalism (where counsel is the plaintiff’s son), discovery-management concerns, and potential financial-interest issues, and seeks reassignment and voiding of specified orders. Included are legal standards, factual proffers, and supporting citations.


Publication aims to aid scholarly and practitioner discussion on due-process neutrality, recusal, and incentives in civil courts. 


Allegations are those of the declarant; no merits ruling is implied.  Editor’s note (Scott E. Stafne, Sept. 19, 2025): 


These are the declarant’s allegations filed in an ongoing matter. We publish for research and public-interest discussion. 


Any responses from parties or the court will be appended.

Read the petition Academia.edu 


https://www.academia.edu/144041804/If_power_corrupts_what_do_we_do_about_judges_The_case_of_a_lawyer_representing_his_father_in_Cook_v_Kim_L_A_Sup_Ct_No_23STCV14729_?source=swp_share


Read also: 


California State Legislature Needs To Enact Laws That Require a Probable Cause Determination In Conservatorship Hearings 


Los Cerritos Community News

  https://share.google/5mJ1tFU2Yj1OQxalI


---


📖 Português 


NÓS, O POVO


Se “o poder corrompe”, o que fazemos a respeito dos juízes?

O caso de um advogado representando seu pai em Cook v. Kim

(Tribunal Superior de Los Angeles, nº 23STCV14729)

Por Scott E. Stafne


RESUMO:


Essas peças processuais (pedido de suspeição com provas anexas) apresentam um requerimento protocolado em 15 de setembro de 2025 no caso Cook v. Kim et al. (Tribunal Superior de Los Angeles, nº 23STCV14729):

uma declaração verificada e moção para desqualificar um magistrado por justa causa, com fundamento no CCP § 170.1(a)(6).


A declaração alega:


comentários feitos em audiência que afetam a percepção da profissionalidade do advogado, que neste caso é o próprio filho do autor;


problemas na gestão da fase de descoberta (discovery);


possíveis conflitos de interesse financeiros.


O pedido busca:


a redistribuição do caso para outro juiz;


a anulação de ordens já proferidas.


Inclui:


padrões jurídicos aplicáveis,


exposição fática,


e citações de apoio.


A publicação tem como objetivo estimular o debate acadêmico e profissional sobre:


neutralidade do devido processo,


suspeição/recusa de juízes,


e os incentivos existentes nos tribunais civis.


As alegações são exclusivamente do declarante; não há qualquer decisão sobre o mérito implícita.


Nota do editor (Scott E. Stafne, 19 de setembro de 2025):


Essas são as alegações do declarante apresentadas em um processo em andamento.


Publicamos para fins de pesquisa e de interesse público.


Qualquer resposta das partes ou do tribunal será anexada posteriormente.


🔗 Leia a petição completa:

Academia.edu – versão integral

https://www.academia.edu/144041804/If_power_corrupts_what_do_we_do_about_judges_The_case_of_a_lawyer_representing_his_father_in_Cook_v_Kim_L_A_Sup_Ct_No_23STCV14729_?source=swp_share


---


📌 Entenda o Caso (em português)


O advogado Paul Cook está representando seu pai em um processo na Corte Superior de Los Angeles contra Kim e outros (Cook v. Kim).


Durante o andamento do caso, o juiz responsável teria:


feito observações depreciativas sobre a atuação do advogado (filho do autor), afetando sua credibilidade profissional;


conduzido de forma inadequada a fase de produção de provas (discovery);


levantado preocupações sobre interesses financeiros potenciais que poderiam comprometer sua imparcialidade.


Diante disso, em 15/09/2025, foi protocolada uma moção de desqualificação do juiz com base na lei da Califórnia (CCP § 170.1(a)(6), que trata da suspeição de magistrados).


O pedido busca retirar o juiz do caso, anular ordens já proferidas e redistribuir o processo a outro magistrado, sob o argumento de que houve violação da neutralidade e do devido processo legal.


A publicação feita por Scott E. Stafne não julga o mérito do caso, mas tem como objetivo fomentar a discussão pública sobre:


corrupção e parcialidade judicial,


acesso à justiça,


e ética na magistratura.


---


👉 Saiba mais sobre o caso no artigo de Paul Cook publicado no Los Cerritos Community News em 18/12/2024.


O Legislativo do Estado da Califórnia Precisa Promulgar Leis que Exijam uma Determinação de Causa Provável nas Audiências de Curatela


18 de dezembro de 2024
, Por Paul Cook


Imagine que pessoas de uma igreja de caráter sectário apareçam para sequestrar seu pai. 

Você chama a polícia contra eles. Então você descobre que a esposa confidencial do seu pai também contrabandeou opiáceos para dentro do centro de reabilitação, para convencê-lo a sair do lugar. 

Depois você descobre que, enquanto seu pai tinha demência e estava sendo drogado com opiáceos o tempo todo, a esposa confidencial transferiu para si mesma todas as propriedades imobiliárias dele, no valor de mais de 2 milhões de dólares, e estava tentando ocultar tudo isso e retomar o controle sobre seu pai novamente, para escapar com o golpe e fugir com o dinheiro.

A situação se tornou tão séria que eu tive que entrar com uma ordem de restrição por abuso de idoso contra a esposa confidencial. Para piorar, neste caso, antes do julgamento, meu pai quase morreu em circunstâncias suspeitas. 

Seus níveis de açúcar no sangue estavam letais. Ele foi enviado para um hospital de padrão inferior. 

Eu o vi morrendo diante de mim, enquanto seus olhos rolavam para trás de sua cabeça.

Felizmente, acabei salvando sua vida ao levá-lo para um hospital de boa reputação. 

A polícia recusou-se repetidamente a investigar o caso, embora eu lhes tenha mostrado uma análise laboratorial de amostras de cabelo, que provou que meu pai foi envenenado por pesticidas.

Eventualmente, tive um julgamento de três dias e 10 testemunhas, que provaram ao tribunal de família que a esposa confidencial representava um perigo para meu pai. 

O juiz de direito de família concordou que a esposa confidencial estava cometendo abuso continuado de idoso contra meu pai e emitiu uma ordem de restrição preliminar de três anos contra essa mulher. 

O tribunal decidiu que a esposa confidencial não providenciou cuidados médicos críticos ao meu pai, deixou-o em isolamento, deixou-o em suas próprias fezes, e considerou todo o caso “aterrorizante.”


Até onde sei, não é fácil conseguir uma ordem de restrição por abuso de idoso contra um cônjuge, e acredito que fui a primeira pessoa a conseguir uma.

Você pensaria que o assunto teria acabado, certo?

Errado. 

A esposa confidencial contratou outro advogado, e ele ameaçou com uma curatela. 

Eu não achei que fosse uma petição séria. 

Pensei comigo mesmo: como um tribunal poderia sequer considerar a possibilidade de uma curatela, quando a mulher que peticiona já foi considerada culpada de abuso de idoso? 

Eu também tinha a procuração de meu pai.

Ela entrou com a petição, e eu pouco percebi sobre os processos arbitrários do sistema de tribunal de sucessões. 

Eu sempre fui o advogado real do meu pai desde 2013. Mas o tribunal de sucessões, sem dar aviso à família, em bases especulativas, sem audiência, nomeou um advogado indicado pelo tribunal com má reputação.

E embora esse advogado diga que vai agir no melhor interesse do meu pai, na verdade ele vai cobrar do condado ou do meu pai o máximo que conseguir. 

Eu fiquei com medo. Ouvi de ativistas e vítimas sobre os horrores do sistema de curatela. 

Britney Spears e Michael Oher, o ex-jogador da NFL, trouxeram essas injustiças ocultas à luz.

O Epoch Times também fez um especial destacando os problemas.

Nesse especial, o Epoch Times constatou que há um tema comum no sistema de curatela.

 É o mesmo problema que Shakespeare discutiu em Rei Lear. Um pai idoso está perdendo sua capacidade ou sua habilidade de cuidar de si mesmo, e o filho desfavorecido ou outro parente ou vizinho ou amigo entra com pedido de curatela para contestar a forma como a vítima deseja que seus bens sejam distribuídos. 

Ao fazer isso, uma procuração ou um trust se tornam apenas um pedaço de papel e não têm autoridade no tribunal de curatela. 

Os advogados nomeados pelo tribunal aparentemente sabem mais do que os desejos do interditado, investigam a questão, cobram US$ 250 por hora, e após 5 a 10 anos drenam todos os bens do idoso.

No caso do meu pai, tentei remediar a situação desqualificando o juiz. 

Em vez disso, o juiz recusou-se a aceitar a impugnação e me bloqueou de protocolar os documentos. 

Eu invoquei o privilégio advogado-cliente de meu pai. 

O juiz disse que isso não importava. 

Se eu não desse a esse advogado indicado pelo tribunal “acesso” ao meu pai, ele iria me multar em US$ 1.500 e me obrigar a me autodenunciar à Ordem dos Advogados do Estado. 

Depois ele silenciou meu microfone, para que eu não pudesse registrar nada nos autos.

Imediatamente entrei com uma petição de apelação. 

O juiz repetiu sua ameaça de me obrigar a me autodenunciar à Ordem dos Advogados. 

No dia anterior ao prazo final, literalmente na 11ª hora, o tribunal de apelação salvou o dia e suspendeu os dois juízes que estavam agindo em conluio para me punir.


Então, no fim de novembro deste ano, o tribunal de apelação decidiu contra os dois juízes e disse que minha impugnação peremptória deveria ter sido aceita e que o juiz atual que ouvia o caso se recusou a cumprir as ordens anteriores do tribunal superior.


O problema com o processo de curatela é o seu início, que é a nomeação de advogados privados, que inventam investigações e lucram às custas das pessoas mais vulneráveis da nossa população.

 Como interesses significativos de liberdade e propriedade estão em jogo, o Tribunal precisa incluir uma audiência de causa provável para determinar se o peticionário tem um motivo crível para ser curador.

 Caso contrário, a petição deve ser imediatamente rejeitada. 

Processos civis e criminais já têm esse mecanismo embutido.

Pense nisso. 

A polícia investiga toda e qualquer denúncia feita por um cidadão?

Não. 

Precisa fazer uma determinação da credibilidade do crime. 

Na verdade, sob a decisão histórica em Terry v. Ohio, a polícia deve ter suspeita razoável de que um crime está ocorrendo, o que é mais do que mera especulação; caso contrário, a investigação violaria nosso direito constitucional de estar livre de buscas e apreensões.


Mas não no tribunal de sucessões.

Parece que a Constituição pode nem se aplicar ali.

Toda petição, ou denúncia, terá um advogado privado indicado pelo tribunal, que vai acumular honorários e criar dano, desordem e sofrimento para essas famílias. 

O Estado da Califórnia esqueceu um mandamento sagrado: 

Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias sobre a terra”; em vez disso, trata-se apenas de transferir a riqueza dos idosos, pela qual trabalharam tanto durante suas vidas, para as mãos de pessoas que as vítimas nunca sequer conheceram.


Paul Cook é Fundador/Editor de 


The Legal Lens
👉 http://www.alchemistcook.blogspot.com



Leia e compartilhe