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sábado, 12 de novembro de 2011

Atenção cidadãos lesados por vendas irregulares de falsos condomínios - denunciem ao CNJ as fraudes nos cartorios de registros de imoveis e nos registros de notas, titulos e documentos

É pratica comum a VENDA SIMULADA de FRAÇÕES-IDEAIS de falsos condomínios para BURLAR a LEI DE PARCELAMENTO DE SOLO URBANO e a LEI DE CONDOMINIOS EDILICIOS, vejam a tipificação PENAL destes atos em :  FALSOS CONDOMÍNIOS e LOTEAMENTOS CLANDESTINOS - prevenção e repressão : 4.2- Falsos condomínios Outra  modalidade consiste na constituição fraudulenta de “condomínios”. Proprietários de glebas vendem partes ideais em percentuais numericamente iguais ou muito próximos, mediante alienações sucessivas, formando condomínio com pessoas sem nenhuma afinidade familiar ou inter-relação, em escala empresarial, mediante contratos padronizados. As escrituras de venda e compra das “frações ideais” são registradas no serviço imobiliário de forma seqüencial, numa mesma matrícula. Ainda que as escrituras não tragam a localização da parte, na verdade, quando da contratação, são exibidas plantas indicando onde a “fração ideal” está situada e, de fato, o terreno do “condômino” se apresenta como parte certa demarcada, localizada, cercada e destacada do todo, com frente para ruas abertas pelo proprietário originário. Portanto, sem relação com o condomínio ordinário (Cód. Civil, art. 623 e segs.). 


Superior Tribunal de Justiça, reconhecendo a fraude, 
entendeu ser lícito ao 
juiz determinar o bloqueio da matrícula 
de imóvel 
nessas condições( 
Recurso ordinário em MS n° 9.876, São Paulo, Rel. Ministro 
Ari 
Pargendler, j. em 17.08.99, DJ de 18.10.99) saiba mais...

Ocorrem também casos de vendas de lotes com inclusão nos contratos de compra e venda de clausulas ILEGAIS de adesão compulsória a uma "associação" , muitas vezes chamada, ilegalmente, de "convenção de condomínio" transcrita em Titulos e Documentos para fins de conservação apenas. Milhares de pessoas foram vitimas destes golpes, e muitas já perderam suas casas na justiça por causa destes ATOS ILEGAIS. O que estas pessoas precisam saber é que o MINISTÉRIO PUBLICO ( ver aqui )  e a DEFENSORIA PUBLICA ( ver aqui ) são LEGITIMADOS para entrar com AÇÃO CIVIL PUBLICA para ANULAR estas clausulas ILEGAIS e que o MINISTÉRIO PUBLICO PODE  DESCONSTITUIR COISA JULGADA que condenou ILEGALMENTE estes , e outros cidadãos, que foram VITIMAS DE CRIMES CONTRA A ECONOMIA POPULAR e CRIME CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PUBLICA !
RECURSO ESPECIAL Nº 445.664 - AC (2002/0079463-3)
RELATOR : MINISTRO FRANCISCO PEÇANHA MARTINS
R.P/ACÓRDÃO : MINISTRA ELIANA CALMON
RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO ACRE
RECORRIDO : JERSEY PACHECO NUNES E OUTRO
ADVOGADO : MARCELO LAVOCAT GALVÃO E OUTROS
EMENTA
PROCESSO CIVIL – COISA JULGADA – AÇÃO CIVIL PÚBLICA:
ADEQUABILIDADE – LEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO.
1. Os defeitos processuais das decisões judiciais são corrigidos por via da ação
rescisória, mas os defeitos da base fática que retiram da sentença a sua sedimentação,
tornando-a nula de pleno direito ou inexistente, podem ser corrigidos, como os demais atos jurídicos, pela relatividade da coisa julgada nula ou inexistente.
2. Se a sentença transitada em julgado, sofre ataque em sua base fática por
parte do Estado, que se sente prejudicado com a coisa julgada, pode o Ministério Público, em favor do interesse público, buscar afastar os efeitos da coisa julgada.
3. O ataque à coisa julgada nula fez-se incidenter tantun, por via de execução
ou por ação de nulidade. Mas só as partes no processo é que têm 
legitimidade para fazê-lo.
4. A ação civil pública, como ação política e instrumento maior da cidadania,
substitui com vantagem a ação de nulidade, podendo ser intentada pelo Ministério Público.
5. Recurso Especial conhecido e provido.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas,
acordam os Ministros da SEGUNDA TURMA do Superior Tribunal de Justiça,
renovando-se o julgamento, vencidos os Srs. Ministros Relator e João Otávio de Noronha , a
Turma, por maioria, conheceu do recurso e lhe deu provimento, nos termos do voto da Sra.
Ministra Eliana Calmon. Votaram com a Sra. Ministra Eliana Calmon os Srs. Ministros
Franciulli Netto e Castro Meira. Brasília-DF, 15 de abril de 2004 (Data do Julgamento)

Os casos de fraudes perante os registros públicos de imoveis, notas e RTD, PODEM ser DENUNCIADOS ao CONSELHO NACIONAL de JUSTIÇA 
para  enviar denuncias à CORREGEDORIA do CNJ clique AQUI : 
CONHEÇA A CORREGEDORIA DO CNJ : 
REGULAMENTO GERAL DA CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA do CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
Capitulo I
DA NATUREZA E ORGANIZAÇÃO
Seção I
DA CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA E DO CORREGEDOR
Art. 1º. A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional da Justiça - CNJ, será dirigida pelo Corregedor Nacional de Justiça.
Parágrafo 1º. A função de Corregedor Nacional de Justiça será exercida pelo Ministro do Superior Tribunal de Justiça, por este indicado na forma e pelo tempo previstos na Constituição Federal e na legislação específica.
Parágrafo 2º. Cabe ao Corregedor Nacional de Justiça, no que diz respeito às suas competências institucionais, exercer as funções executivas do CNJ.
Art. 2º. Cabe à Corregedoria Nacional de Justiça receber e processar reclamações e denúncias de qualquer pessoa ou entidade com interesse legítimo, relativas aos magistrados e aos serviços judiciários auxiliares, serventias, órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou sejam por este oficializados.
Parágrafo 1º. Interesse legítimo para o efeito referido é aquele não exclusivamente limitado ao interesse subjetivo individual e preferentemente direcionado para o bom funcionamento dos órgãos judiciários.(...)
Art. 3º. Compete ao Corregedor, no âmbito de sua competência constitucional, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura:
I - receber as reclamações e denúncias, relativas à legalidade, oportunidade e conveniência dos atos administrativos praticados por magistrados e tribunais ou ao cumprimento de seus deveres funcionais e aos serviços judiciários auxiliares, serventias, órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público;
II - determinar o processamento das reclamações disciplinares que atendam aos requisitos de admissibilidade, instaurando sindicância quando evidenciada a existência de indícios de infração ou arquivando-as quando o fato não constituir infração disciplinar;
III - instaurar procedimento de verificação do excesso de prazo ou de providências administrativas apurando a existência de irregularidades ou infração;
IV - determinar o arquivamento sumário das reclamações anônimas, das prescritas e daquelas que se apresentem de plano manifestamente improcedentes ou desprovidas de elementos mínimos para a sua compreensão, ou quando o fato evidentemente não constituir infração disciplinar;
V – propor ao Plenário a instauração de processo administrativo disciplinar após a conclusão de sindicância ou desde logo, quando do procedimento preliminar esta mostrar-se desnecessária;

CNJ denuncia uso de ''laranjas'' para compra de terra

Segundo corregedora, prática vem sendo usada por investidores estrangeiros depois que o governo restringiu esse tipo de negócio

ESTADÂO : 16 de setembro de 2011 | 0h 00
Marta Salomon / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Um ano depois de o governo impor limites à compra de terras por empresas brasileiras com capital estrangeiro, nenhum negócio desse tipo foi registrado no Brasil. O fato teria uma explicação simples, na avaliação da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon: "Os estrangeiros não aparecem porque estão usando "laranjas", os investimentos são clandestinos, via de interpostas pessoas".
'Dengosos'. Malconservados, os livros em que são feitos registros são difíceis de manusear - Divulgação
Divulgação
'Dengosos'. Malconservados, os livros em que são feitos registros são difíceis de manusear
A cada três meses, os cartórios de registros de imóveis do País deveriam repassar ao governo informações atualizadas sobre compra de terras por empresas com capital estrangeiro. Registros considerados irregulares podem ser anulados. O CNJ investiga denúncias, sobretudo em cartórios localizados na fronteira agrícola do Brasil.
"Não tenho nenhum problema em concordar com a ministra", reagiu a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (TO), sobre o suposto uso de "laranjas". Segundo a senadora, negócios clandestinos, como contratos de gaveta, seriam uma resposta às limitações impostas em 2010 pela Advocacia-Geral da União (AGU).
Na ocasião, a AGU enquadrou empresas cujo controle acionário ou de gestão esteja em mãos de estrangeiros nas mesmas restrições impostas a empresas e pessoas físicas estrangeiras, impedidas de comprar ou arrendar mais do que 50 módulos.
Nenhum município pode ter mais de 25% em mãos de estrangeiros. Os negócios deveriam ser anotados em livro específico para registro de imóveis rurais para estrangeiros e comunicados ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
"Ficou impossível comprar terra, vai ser uma tragédia", disse Kátia Abreu. Em ofício ao ministro Luiz Inácio Adams, advogado-geral da União, a presidente da CNA alega que a tentativa do governo de deter o avanço de estrangeiros põe em risco investimentos de R$ 60 bilhões previstos até 2017, sobretudo no plantio de florestas e na produção de papel e celulose, assim como no cultivo de soja, milho e algodão e na produção de açúcar e etanol.
Sem garantia. O ofício destaca ainda tradicionais financiadores do plantio de soja, como as empresas Bunge e Cargill, que estariam impedidas de aceitar as terras como garantia de financiamentos. Isso acaba encarecendo o crédito ao produtor.
Os registros oficiais da quantidade de terras em mãos de estrangeiros são considerados subestimados pelo próprio Incra: cerca de 45 mil quilômetros quadrados ou o equivalente a uma fatia de 20% do território do Estado de São Paulo. Em 1994, o Estado publicou levantamento no qual os estrangeiros já detinham o equivalente a quase 10% do território brasileiro.
"Acham que sou exagerada, mas esse é um caso de segurança nacional", diz a ministra Eliana Calmon. Segundo ela, as denúncias a respeito da atuação dos cartórios se concentram em área de avanço do agronegócio. "O trabalho do CNJ é enxugar gelo, as quadrilhas estão por aí", avalia a ministra.
Quatro equipes da corregedoria foram a campo, mas detalhes das investigações são mantidos em sigilo. Durante as inspeções, foram encontrados livros de registros aos pedaços. Em Altamira, município do Pará, os livros são chamados de "dengosos", tamanha a habilidade exigida de quem os manuseia, relata a ministra. Ela está responsabilizando os Tribunais de Justiça, que têm a tarefa de fiscalizar os cartórios. A ministra Eliane Calmon acredita que a desordem dos cartórios de imóveis facilita as irregularidades. "Isso é feito propositalmente, tenho certeza", disse.
Procurada pelo Estado, a Associação dos Notários Registradores do Brasil (Anoreg) não se manifestou até o fechamento desta edição.
CERCO FECHADO
Limites
Enquanto o governo elabora projeto de lei com mais restrições à compra de terras por estrangeiros, a Advocacia-Geral da União (AGU) se antecipa e enquadra, em agosto de 2010, empresas brasileiras de capital estrangeiro nas limitações impostas a estrangeiros, proibidos de comprar mais de 50 módulos de terras ou mais de 25% da área de determinado município.
Notificação
Em julho do ano passado, a Corregedoria Nacional de Justiça havia determinado que os cartórios de notas e registros de imóveis repassassem informações sobre esse tipo de negócio a cada três meses ao Incra. Por ora, nenhum registro foi comunicado.
Reação
Em março de 2011, o Palácio do Planalto identifica que estrangeiros burlavam as restrições. A AGU bloqueia novos negócios nas juntas comerciais, por meio de aviso ao Ministério do Desenvolvimento. Investidores estrangeiros, com o apoio da CNA, reagem às restrições. 

AMAURI TEIXEIRA PT-BA leu nosso Manifesto de Apoio à Ministra Eliana Calmon na CAMARA FEDERAL

fonte : Blog do Deputado Federal AMAURI TEIXEIRA

Escrito por admin em . Postado por Pronunciamentos

O SR. AMAURI TEIXEIRA (PT-BA. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, primeiramente quero registrar que assinei manifesto público — está à disposição na Internet — em apoio à Ministra Eliana Calmon. Conclamo todos a assiná-lo.
Segundo, quero informar que estivemos, hoje pela manhã, com o Senador Walter Pinheiro e o Deputado Rui Costa, no Ministério da Integração Nacional, para solicitar de forma urgente a liberação de recursos para combater os efeitos da estiagem. O Ministro já determinou a liberação de 5 milhões para a contratação de carros-pipa e de 30 milhões para a prevenção, ou seja, para a limpeza de canos, feitura de barragem e outras medidas.
Quero aqui agradecer ao Ministério da Integração por mais essa ação que está realizando na Bahia.
O SR. AMAURI TEIXEIRA (PT-BA. Pronuncia o seguinte discurso.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, quero reiterar o meu total apoio àministra Eliana Calmon, que fez declarações corajosas sobre o judiciário brasileiro. Como a própria ministra disse, a quase totalidade dos 16 mil juízes do país é honesta, os bandidos são minoria. Uma coisa mínima, de 1%, mas que fazem um estrago absurdo no Judiciário.
Sobre este tema, quero ler o manifesto em apoio à ministra e dizer que o assinei.
ÍNTEGRA DA NOTA DE APOIO À MINISTRA ELIANA CALMON*
Os cidadãos brasileiros, abaixo assinados, vem , por meio desta, endossar os manifestos do TJ Bahia, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, do Senador Demostenes Torres, da Ordem dos Advogados seccional Rio de Janeiro, e das integrantes da bancada feminina da Camara dos Deputados Federais, em defesa da manutenção dos poderes atribuidos constitucionalmente à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, manifestando nosso apoio e apreço à Ministra Corregedora Eliana Calmon, que ousou expressar de forma clara o sentimento de todos que são vitimados por “maus” juízes.
Conforme afirma o Des. Antonio Pessoa Cardoso : ” A caneta nas mãos de um juiz promove lesões mais graves e mais penosas que a arma de um bandido. O mau juiz arrasa a vida patrimonial e moral de um cidadão. E as Corregedorias não se diligenciavam para apurar as denúncias. Todos nós sabemos disso”.
Estamos divulgando a NOTA DE APOIO À MINISTRA CORREGEDORA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, elaborada por um grupo de 28 deputadas federais de diversos partidos políticos, liderado pela deputada Jandira Feghali, que foi protocolizado ao presidente do CNJ, ministro Cezar Peluso, na última quinta-feira (6/10/2011)repudiando as críticas que os 12 integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) fizeram àcorregedora Eliana Calmon, que defendeu mais rigor na investigação de processos administrativos contra magistrados. O abaixo-assinado da bancada feminina foi iniciativa que partiu da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ), que considera equivocada a interpretação dos conselheiros às declarações da ministra. Cabe ao CNJ apurar e ser rigoroso na aplicação das penas para que a impunidade não seja a regra no país, diz no documento.
A Ministra ELIANA CALMON é uma pessoa íntegra e de CORAGEM que não merece, absolutamente, as CRITICAS RUDES e AGRESSIVAS que lhe tem sido dirigidas publicamente por algumas entidades de classe.
Já em 2008 o Dr. Nicodemo Sposato Neto, advogado paulista, alertava as autoridades e o Poder Judiciário, nos seguintes termos: “Os cidadãos estão sendo tratados pior que bandidos, pior que banqueiros criminosos, pior que políticos corruptos. Estes, todos têm tido seus direitos constitucionais garantidos. A pergunta que não quer calar é: quais os motivos que levam alguns setores do judiciário a tratarem assim seus cidadãos?”
É Preciso que todos os cidadãos, que são contra a impunidade se unam em defesa da democracia e do Estado de Direito no Brasil!
Assinando este MANIFESTO estaremos ratificando a Constituição Federal, que diz: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”.
Muito obrigado!
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ASSINE este MANIFESTO DE APOIO À MINISTRA ELIANA CALMON e ao CNJ CLICANDO AQUI 
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ASSISTA AO VIDEO SOBRE TERRAS QUILOMBOLAS:

NOTICIAS DO CNJ : Lista de Processos contra Juizes, a Dignidade nos Juizados Especiais, Centro de Solução de Conflitos e Cidadania , Manifestação de Apoio Popular à Ministra Eliana Calmon, LEI ORDINÁRIA DA MAGISTRATURA, e outras

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NOTICIAS DO CNJ : 12.11.2011
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Presidência do CNJ divulga andamento de processos contra juízes
12/11/2011 - 00h00
Já estão disponíveis no portal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) as informações sobre o andamento de processos administrativos contra magistrados, em tramitação nas corregedorias gerais dos tribunais de justiça dos estado. Segundo o ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de agora a população poderá acompanhar o trabalho das corregedorias na apuração de eventuais faltas cometidas por integrantes do Poder Judiciário. A medida, segundo ele, dará maior transparência aos processos disciplinares contra juízes e desembargadores em todos os tribunais.
Por enquanto, o Sistema de Acompanhamento de Processos Disciplinares contra Magistrados está sendo alimentado apenas pelos tribunais estaduais. A ideia, porém, é que a Justiça Federal e a Justiça do Trabalho também participem do sistema, colocando à disposição do público informações de processos disciplinares em seus respectivos tribunais. Os dados dos processos disciplinares – número e tipo do processo, motivo, andamento – podem ser acessados no site no CNJ, no endereço http://www.cnj.jus.br/presidencia

A decisão de divulgar as informações foi tomada pelo presidente Cezar Peluso em outubro, durante reunião com representantes do Colégio de Corregedores dos Tribunais de Justiça.
Na ocasião, os  corregedores apresentaram ao ministro dados atualizados sobre os processos em andamento e sobre as punições aplicadas a membros da magistratura nos últimos dois anos. As informações, avalia o ministro, demonstram que as corregedorias estaduais estão cumprindo seu papel, apurando e punindo eventuais faltas de magistrados.

O Sistema de Acompanhamento, desenvolvido pelo CNJ, funciona online, ou seja, é atualizado a todo momento. No meio da tarde desta sexta-feira (11/11), o sistema apontava a existência de 693 processos e sindicâncias em andamento nas corregedorias de Justiça dos estados. 

Neste sábado 12.11.2011 - já são 704 processos nas corregedorias estaduais 

Entretanto, alguns tribunais ainda estavam incluindo novas informações, o que alterava o número a todo  momento. No quadro apresentado na sexta-feira, o Tribunal de Justiça do Estado do Piauí aparecia com o maior número: 211 processos, seguido por São Paulo, com 134. Em terceiro lugar estava o Amazonas, com 59 processos.
Gilson Luiz Euzébio
Sistema de Acompanhamento de Processos Disciplinares contra Magistrados nas Corregedorias Estaduais
Com o objetivo de dar mais transparência aos processos disciplinares contra juízes e desembargadores nas Corregedorias locais, o CNJ disponibiliza o acompanhamento desses processos pela internet. 
O sistema é alimentado mensalmente pelas próprias corregedorias. 
Abaixo a relação atualizada com todos os processos em andamento nos tribunais estaduais.

TOTAL em 12.11.2011 : 704

Relação classificada em ordem decrescente por numero de processos - 
clique na http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif apos o numero para ver a lista atual dos processos : 

Tribunal de Justiça do Estado do Piauí
211
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Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
134
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Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas
59
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Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
52
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Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso
39
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Distrito Federal
34
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Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo
31
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Pará
17
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins
16
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas
15
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte
14
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão
12
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
11
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
10
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe
10
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Acre
7
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia
7
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Roraima
5
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
5
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
4
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
3
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco
3
http://www.cnj.jus.br/cadicor/public/img/icones/magnifier_32x32.gif
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba
3
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Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
2
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Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul
0
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Acesse o sistema do CNJ on-line AQUI
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CNJ - Conselho mantém pena de censura para juiz
03/10/2011 - 00h00
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) manteve, em sua última sessão deliberativa, a pena de censura imposta pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) ao juiz Clovis Ricardo de Toledo Júnior. Ao analisar processos de cobrança dos expurgos inflacionários das cadernetas de poupança decorrentes dos planos econômicos anteriores ao Plano Real, o juiz passou a julgar como improcendetes estas ações, por ter firmado o entendimento de que tais casos estavam prescritos. Os autores das ações recorreram então ao Tribunal de Justiça.
Na maioria dos casos, as câmaras que analisaram os recursos revogaram a sentença do juiz, determinando que o referido magistrado deveria julgar novamente os processos.  Como o ele se negou a cumprir a determinação do tribunal, o órgão especial do TJSP abriu processo disciplinar contra o juiz, decidindo pela aplicação da pena de censura. Clovis Ricardo de Toledo Júnior pediu, então, ao Conselho Nacional de Justiça, a revisão da decisão do órgão estadual e a concessão de liminar suspendendo a punição. 
Sobreposição - Em seu voto, o relator do pedido, conselheiro Marcelo Nobre, afirma que a decisão do tribunal se sobrepõe à decisão do magistrado. No entanto, ao analisar o caso, o conselheiro entendeu que a pena imposta foi desproporcional, já que era a primeira vez que o juiz recebia alguma punição ou mesmo era alvo de processo. “Entendo, portanto, que deve a penalidade ser reduzida para advertência, tanto porque a pena aplicada se revela desproporcional ao gravame por ele praticado quanto pelo fato de que sua conduta tem sido sempre zelosa e sua produtividade e atuação funcional, até este fato, era irrepreensível”, afirma o conselheiro-relator em seu voto.
Segundo o conselheiro Marcelo Nobre, a censura é pena aplicada apenas em caso de reincidência em conduta negligente ou procedimento incorreto. 
O voto do conselheiro-relator, no entanto, foi vencido com a retomada do julgamento do caso, após pedido de vista do presidente do CNJ, ministro Cezar Peluso. A maioria dos conselheiros presentes à sessão seguiu o entendimento do ministro Cezar Peluso, segundo o qual o juiz teria agido de maneira equivocada e a censura era a penalidade correta a ser aplicada ao caso. 
Tatiane Freire
fonte : Agência CNJ de Notícias

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Fonaje discutirá, em novembro, sistema dos juizados especiais

29/09/2011 - 00h00


O XXX Fonaje – Fórum Nacional de Juizados Especiais – será realizado em São Paulo nos dias 16 e 18 de novembro, com o tema “Juizados Especiais: a dignidade do sistema”. As reuniões, que terão como objetivo discutir o aprimoramento do sistema dos juizados especiais, serão realizadas em auditórios próprios do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), no centro da capital paulista.
O Fonaje tem como missão, congregar magistrados do sistema de juizados especiais e suas turmas recursais, bem como uniformizar procedimentos, expedir enunciados, acompanhar, analisar e estudar os projetos legislativos e promover o referido sistema. Tem, ainda, o objetivo de colaborar com os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo da União, dos Estados e do Distrito Federal, bem como com os órgãos públicos e entidades privadas, para o aprimoramento da prestação jurisdicional.
      
Organização - A comissão organizadora do evento é formada pelo desembargador Hamilton Elliot Akel e pelos juízes José Zoéga Coelho, Maria do Carmo Honório, Mônica Rodrigues Dias de Carvalho, Rubens Hideo Arai e Daniela Nudeliman. A programação inclui palestras e discussões em grupos de trabalho, além da eleição da nova diretoria do fórum.

Os coordenadores solicitam, aos magistrados participantes, que providenciem suas inscrições, preferencialmente até o dia 15 de outubro, preenchendo todos os campos obrigatórios. É necessário copiar o arquivo ficha de inscrição, preencher e encaminhar por e-mail para xxxfonaje@tjsp.jus.br, confirmando o recebimento da ficha pelos telefones (11) 3107-2588/2589. Qualquer dúvida poderá ser esclarecida no Cerimonial do TJSP pelos telefones (11) 3105-9513/3106-1476/3242-0521.

Agência CNJ de Notícias com TJSP

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São Paulo ganha 1º Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania


08/11/2011 - 13h57

O Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio de seu Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, e a Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania instalaram nesta segunda-feira (7/11) o primeiro Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do Estado.
A solenidade contou com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Cezar Peluso; do presidente do TJSP, desembargador José Roberto Bedran; da secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania, Eloisa de Sousa Arruda, que representou o governador Geraldo Alckmin; do deputado estadual Fernando Capez, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, representando o presidente da AL, e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

A inauguração atende à Resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça, que instituiu a Política Nacional de Tratamento de Conflitos de Interesse. O cidadão pode procurar o Centro para tentar resolver seu conflito por meio de um acordo com a outra parte. O local recebe demandas pré-processuais (casos que ainda não chegaram à Justiça) e também processuais (que já têm ação judicial em andamento) nas áreas cível, de família e fazenda pública. Não há limite de valor da causa. O Centro promove a audiência com conciliadores e mediadores capacitados pelo TJSP e sob a orientação e supervisão do juiz coordenador, Ricardo Pereira Junior. O setor também presta serviços de atendimento e orientação de problemas jurídicos ao cidadão.

Cultura da conciliação - Para o presidente do STF e do CNJ, ministro Cezar Peluso, o Centro Judiciário de São Paulo servirá de modelo. “A inauguração concretiza a ideia da Resolução 125, que pretende instaurar a cultura da conciliação no seio da sociedade.” Peluso prestou homenagem ao desembargador Kazuo Watanabe, integrante do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do TJSP. “Foi o desembargador Kazuo que inspirou e trabalhou para a publicação da resolução, que trará muitas consequências vantajosas para a população.”

Segundo o ministro, a Resolução 125 “baixou diretrizes para instalar uma verdadeira cultura da conciliação”. As vantagens, de acordo com o ministro, não são apenas para o Poder Judiciário. “É um meio de permitir que a cidadania se aprimore pela cultura da pacificação, do entendimento.” Também participaram da solenidade em São Paulo os conselheiros do CNJ José Roberto Neves Amorim e José Lucio Munhoz.

O presidente do TJSP disse estar muito satisfeito com o fato de o Tribunal de São Paulo dar cumprimento à Resolução n. 125/2010 do CNJ, que foi concebida com base na ideia de que não só pelo contencioso se pode resolver um conflito de interesse, mas também pela conciliação entre as partes. Ele também aproveitou a oportunidade para agradecer a todas as pessoas e entidades que colaboraram para a concretização do Centro, entre elas a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania e a Fiesp. “Tenho certeza que o trabalho do Centro será um sucesso,e representará muito para o Tribunal e mais ainda para o interesse público”, afirmou. O presidente Bedran elogiou as pessoas envolvidas com a ideia da conciliação, desde o presidente do STF e CNJ aos servidores que atuam no Centro Judiciário e também aqueles que batalharam para a sua concretização.

O prefeito Kassab exaltou a iniciativa do Poder Judiciário “que permanentemente tem implantado setores que incentivam a conciliação. O resultado é a velocidade na solução das demandas. Por isso a conciliação é um importante caminho que precisa ser cada vez mais utilizado”. O deputado Fernando Capez registrou o apoio da Assembleia Legislativa na empreitada. “A conciliação, além de prevenir e solucionar conflitos, também restaura o ânimo entre as partes, que encontram juntas uma saída”, afirmou.

Eloisa de Sousa Arruda destacou o bom relacionamento entre a Secretaria da Justiça e o TJSP, que trabalharam juntos para viabilizar a instalação do centro em um espaço com mais de 1.100 m², cedido e reformado pelo Poder Executivo. Também destacou o empenho do governador Geraldo Alckmin, que não pode comparecer à solenidade em razão de outros compromissos profissionais. “A expectativa do Estado é que essa iniciativa dê muito certo. Precisamos dar uma resposta mais rápida às demandas dos cidadãos e o Tribunal pode continuar contando com o Executivo. Vamos caminhar juntos para fazer a Justiça de São Paulo e do Brasil um pouco melhor.”

Serviço:
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Capital
Endereço: Rua Barra Funda, 930, 2º andar – Barra Funda - São Paulo - SP
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas

Fonte: TJSP


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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Presidência do CNJ divulga andamento de processos contra juízes

Presidência do CNJ divulga andamento de processos contra juízes

Já estão disponíveis no portal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) as informações sobre o andamento de processos administrativos contra magistrados, em tramitação nas corregedorias gerais dos tribunais de justiça dos estado. Segundo o ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ e do Supremo ...
leia  aqui 
Noticia veiculada no Jornal Nacional
TV Globo - 11.11.2011

Sistema na internet permite ver informações de processos contra integrantes do Judiciário

obs; as 21:15 h de 11.11.21011 - apos a veiculação desta noticia pelo JORNAL NACIONAL da TV GLOBO, o servidor do CNJ esta dando erro de acesso - pode ser pela quantidade excessiva de acessos, pois as outras noticias, que estão no mesmo servidor , estão sendo acessadas normalmente

assine AQUI o MANIFESTO DE APOIO ao CNJ e à MINISTRA CORREGEDORA ELIANA CALMON
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Corregedores de Justiça debaterão novo modelo organizacional

11/11/2011 - 00h00


A corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, participará do 58º Encontro do Colégio de Corregedores-Gerais (Encoge) dos Tribunais de Justiça, a ser realizado, de 1º a 3 de dezembro, em Cuiabá/MT. 
O evento abordará a importância do compartilhamento de ideias e interoperacionalidade das ações das corregedorias com os vários tribunais aos quais estão atreladas e tem como objetivo, discutir propostas para a modernização e eficiência destas, de forma a ampliar e melhorar os serviços jurisdicionais oferecidos pelo Judiciário à população.
“A intenção é de construirmos um modelo novo para o século XXI que possa garantir a eficiência dos serviços jurisdicionais prestados à sociedade. 
Para tanto, teremos que pensar em uma nova estrutura de organização das corregedorias dentro do sistema judicial, adequada às exigências do mundo contemporâneo”, afirmou o corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Márcio Vidal, anfitrião do 58º Encoge.
Diagnóstico - Para subsidiar a construção deste novo modelo, foi solicitado aos corregedores um diagnóstico da situação atual das instituições nos estados e no Distrito Federal. 
O questionário aborda várias indagações e, ao final, apresentará um perfil detalhado do trabalho desenvolvido, com informações importantes como o fato de as corregedorias dos tribunais possuírem ou não plano estratégico de trabalho, as formas de comunicação utilizadas e o nível de integração das ações destas corregedorias com as ações da presidência dos seus respectivos tribunais.
Estão sendo verificados, ainda, a relação que tais setores possuem com as ouvidorias, bem como o tempo de processamento de instauração de eventuais averiguações contra magistrados. A partir dessas informações previamente coletadas nas corregedorias, os participantes do Encoge serão divididos em cinco grupos temáticos que abordarão questões de continuidade administrativa, jurisdição social e política, eficiência nos serviços prestados à sociedade, valores institucionais e correições.
As propostas selecionadas por estes grupos nortearão documento que trará propostas de um novo modelo organizacional para estas corregedorias, a ser avaliado pelo colegiado do evento. 
Vanessa Borges
Agência CNJ de Notícias com Corregedoria-Geral de Justiça do MT

CNJ Processos de combate à corrupção ABARROTAM o Judiciário

Processos de combate à corrupção movimentam o Judiciário


11/11/2011 - 00h00
Mais de 16 mil processos tramitaram em 2010 na Justiça Federal e nos tribunais superiores para apurar crimes de corrupção, improbidade administrativa e lavagem de dinheiro. 
O levantamento, feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), inclui também outros milhares de ações dos tribunais estaduais pelos mesmos crimes. 
Os dados foram repassados ao Grupo de Revisão da Implementação da Convenção das Nações Unidas contra Corrupção (Uncac).
De acordo com o levantamento, que está disponível na página do CNJ (http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/enccla/resultado-dos-questionarios-lavagem-de-dinheiro-corrupcao-e-improbidade-administrativa), tramitaram no ano passado 16.283 ações e inquéritos na justiça federal e tribunais superiores sobre corrupção, improbidade administrativa e lavagem de dinheiro. Foram 3.689 processos no 1º Grau e 7.013 no 2º Grau da Justiça Federal. Durante o ano, foram julgados 5.878 processos. 

Processos - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou 626 casos dos 889 em tramitação. No período, o STJ recebeu 611 novas ações. Já o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou 88 dos 248 processos em tramitação. Nos primeiros oito meses deste ano, o STF julgou mais 108 ações, superando o resultado de  2010. 

A improbidade administrativa é responsável pela maioria dos processos. Foram 7.607 ações por improbidade. 
Nos tribunais estaduais, os casos de improbidade administrativa ficaram em torno de 10 mil, número muito superior ao de processos por corrupção e lavagem de dinheiro, de acordo com dados fornecidos pelos próprios tribunais. 
Gilson Luiz Euzébio
fonte : Agência CNJ de Notícias