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terça-feira, 22 de setembro de 2026

IT IS TIME FOR CHANGE: WHO IS THE SERVANT, AND WHO IS THE MASTER? While There’s Still Time Under the Sun — A Global Call to Restore Justice, Human Dignity and Institutions Created to Serve the People From Krstafer Pinkerton’s Song and Scott Erik Stafne’s “How People Like Us Might Be Able to Change Our World” to Justice André Mendonça’s Sermon, Former Justice Eliana Calmon’s Call for Change, and the MINDD–COTG International Movement for Judicial Integrity

IT IS TIME FOR CHANGE: WHO IS THE SERVANT, AND WHO IS THE MASTER?

While There’s Still Time Under the Sun — A Global Call to Restore Justice, Human Dignity and Institutions Created to Serve the People

From  Scott Erik Stafne’s “How People Like Us Might Be Able to Change Our World” to Justice André Mendonça’s Sermon, Former Justice Eliana Calmon’s Call for Change, Krstafer Pinkerton’s Songs, and the MINDD–COTG International Movement for Judicial Integrity



RONALD REAGAN'S LESSONS



Justice André Mendonça’s Lessons 

 O PODER JUDICIÁRIO NÃO PERTENCE AOS SEUS MEMBROS 

Nessa 5a feira, 17 de setembro de 2026, 
 ministro André Mendonça divulgou nota rebatendo críticas que recebeu do colega Gilmar Mendes, mais cedo, em publicação no X. 

Mendonça iniciou o texto afirmando que a Lei Orgânica da Magistratura impede magistrados de comentar publicamente sobre processos em andamento ou sobre decisões. #CNNBrasil​ #politica​


in collaboration with Todd AI (an instance of ChatGPT)


WHILE THERE’S STILL TIME UNDER THE SUN

Written by Krstafer Pinkerton

September 21, 2026 


Tablet of the Heart Records

"E dei-lhes tempo para que se arrependessem, 

mas não se arrependeram." (Apocalipse 2:21 )

Comentários de MARCIA ALMEIDA

Comecei a escrever esse artigo sobre o CHAMADO à AÇÃO na nova música-oração de Krstafer Pinkerton,  divulgada na manhã do dia 21 de setembro de 2026. Mas convergências se avolumaram, e o artigo foi evoluindo, aos poucos, diante da sincronicidade dos chamados de Deus, e dos fatos que estão ocorrendo, paralelamente, no Brasil e nos Estados Unidos.

WHILE THERE’S STILL TIME UNDER THE SUN

Estou compartilhando essa belissima música-oração de Krstafer Pinkerton que contém uma sintese do Evangelho de Jesus Cristo : 

Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo, como a si mesmo, e perdoar ate aqueles se nos apresentem, temporariamente, como "inimigo" pessoal ou da sociedade.

Porém, amar o inimigo não significa humilhar-se diante do ofensor, dando-lhe razão, é livrar-se da mágoa, é perdoar-lhe e auxiliá-lo a mudar de comportamento, através da educação, da conscientização, do recurso reconstrutivo e do trabalho reparador.

Essa Oração, em forma de música, tal como os Salmos de Davi, é, ao mesmo tempo, um clamor à Misericórdia Divina, e uma súplica de fortaleza, sabedoria, perdão, transformação, e uma prece de gratidão a Deus, por mais um dia concedido ! 

Um bálsamo, um clamor ao arrependimento, neste momento em que grande parte da humanidade jaz perdida, em desespero, em meio às tempestades, à corrupção moral, à violencia e à desilusão, às guerras, aos cataclismas climáticos, aos conflitos, à  falta de respeito a Deus e ao próximo,  à degradação da etica, da moral, da integridade judicial e administrativa, na perda da confiança nas instituições, tudo isso são os frutos da ignorância, do egoismo, e do orgulho, que estão ocorrendo por todos os lados do planeta.

Transição Planetária: 

Isto esta ocorrendo porque estamos  vivendo uma época de transição, onde o processo se faz urgente, pois a Terra esta evoluindo,  de um mundo de expiação e provas, para um mundo de regeneração, do qual os espíritos impuros e revoltados, que  rejeitarem os apelos e oportunidades concedidas pela Misericórdia Divina, e perseverarem nas trevas do mal, serão banidos para um outro planeta, inferior, compatível com suas condutas, 

E terão que viver em um mundo primitivo, em situação análoga à da humanidade na Idade da Pedra, onde estes espíritos  devotados ao mal terão que recomeçar uma jornada de sofrimentos, conversão e arrependimento, e se esforçar em lutar contra adversidades extremas,  para, somente depois de muito tempo e esforço, retomar o caminho, rumo à luz.

Tempo de Misericórdia, e Tempo de Missão:

A música-oração de Krstafer Pinkerton sintetiza o tempo de Misericórdia que estamos vivendo, e que antecede ao tempo da Justiça Divina.

Ela resume a missão que nós assumimos, ao sermos confrontados por situações em que é impossível aos cristãos, e aos homens e mulheres de bem, de qualquer religião, ficarmos calados.

A defesa dos direitos e liberdades da pessoa humana, e da sua Dignidade da sua Dignidade, conquistados a duras penas, e da Integridade Judicial

Essa nova música-oração sintetiza, também, a missão e o trabalho voluntário do MINDD, e a essência das orações, da missão, e do trabalho voluntário de Scott Erik Stafne, co-fundador e Defensor da Igreja dos Jardins, THE CHURCH OF THE GARDENS - COTG .

UM CONVITE À AÇÃO PACIFICA E ORDEIRA 

O Movimento Internacional MINDD - COTG, esta convidando você, a participar, pacifica e ordeiramente, da Defesa dos Direitos Humanos e  Integridade Judicial.

Scott Erik Stafne,  Krstafer Pinkerton, Jayakrishnan Krishna Nair, Marcia Almeida e milhões de cidadãos, estamos sendo chamados à uma importante missão.

O Movimento Internacional, MINDD-COTG , está empenhado na defesa pacifica, intransigente, corajosa, íntegra e legítima, séria e digna, mas apaixonada, dos direitos humanos, das prerrogativas dos Advogados,  da Integridade Judicial.

Os princípios e ideais dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, consagrados na Declaração da Independência e assegurados pela Constituição dos Estados Unidos, que inspiraram o brado e a  Independência do Brasil, o Preambulo e a Constituição Federal de 1988 e que estão gravados na consciência de cada indivíduo e comsolidasos nos Tratados Internacionais de Direitos Humanos.

Porque isso é importante: 

Todos nós, antes de nascer, assumimos uma missão, perante Deus, a  família, a sociedade,  o país,  a humanidade, mas seja ela qual for, nos foi concedida sempre para o bem, nunca para o mal.

O Evangelho de Jesus Cristo nos ensina que fora do amor a Deus e ao próximo,  fora da caridade, não há salvação. 

A solidariedade e a compaixão são irmãs gêmeas do amor e da caridade.

Esses ideais se materializam nos trabalhos de cada pessoa que ouve, e   atende, ao chamado de DEUS :

Nas petições, estudos jurídicos, artigos, e orações de Scott Erik Stafne divulgados no Academia.edu, no Substack Duties of Citizenship, no site da COTG, e nos canais do YouTube; 

Nos artigos e trabalhos de investigação, na ação judicial em defesa dos idosos na Flórida, nas musicas de Krstafer Pinkerton, publicados no MEDIUM, no YouTube, e no Facebook, 

Nas decisões judiciais, imparciais e justas, na doutrina e na jurisprudência e nas denúncias que temos divulgado, para fins de informação e conscientização, 

Nos trabalhos de pessoas, no mundo inteiro, dedicadas ao bem. 

Nos chamados para que todos se unam, em prol da humanidade, de uma mudança para um mundo mais justo e melhor .

Após a análise da música, da convergência,  da missão MINDD-COTG e da crise no STF, recebi o novo artigo de Scott Erik Stafne : 

Após a análise da música, da convergência, da missão MINDD-COTG e da crise no STF, recebi o novo artigo de Scott Erik Stafne:

“Como Pessoas Como Nós Talvez Possam Mudar o Nosso Mundo. O Que Está Acontecendo nos Estados Unidos Não É Apenas Sobre Direito: É Sobre Justiça, Moralidade e Política Global”

Por Scott Erik Stafne em colaboração com Todd AI (uma instância do ChatGPT), ocorrida de 16 a 21 de setembro de 2026.

Leia aqui , no Academia.edu.

Comentários do MINDD : 

O novo artigo de Scott Erik Stafne chegou enquanto eu elaborava  este artigo e acrescentou uma conexão extraordinariamente importante a essee artigo,  que eu já estava escrevendo.

A pergunta que atravessa o trabalho de Scott é, em essência, a mesma pergunta que atravessa a música-oração de Krstafer Pinkerton, o sermão do Ministro André Mendonça, as denúncias e o chamado à mudança da Ministra Eliana Calmon e o trabalho que estamos realizando no Movimento Internacional MINDD–COTG:

WHO IS THE SERVANT, AND WHO IS THE MASTER ?

QUEM É O SERVO, E QUEM É O SENHOR ?

Essa pergunta é jurídica, constitucional, moral, política e espiritual.

Ela nos obriga a recordar algo elementar que, em muitos lugares do mundo, parece ter sido esquecido:

As instituições foram criadas para servir às pessoas. As pessoas não foram criadas para servir às instituições.

Juízes, legisladores, integrantes do Poder Executivo, membros do Ministério Público, servidores públicos, policiais e todos aqueles que exercem parcela do poder estatal são, antes de tudo, servidores públicos.

Quando aqueles que deveriam servir passam a agir como senhores;

quando instituições e agentes políticos, se esquecem de que são servidoras públicas; 

quando tribunais se transformam em “casas de amigos”, na expressão contundente utilizada pela Ministra Eliana Calmon; 

quando o acesso efetivo à Justiça, a imparcialidade, a transparência e a responsabilização deixam de cumprir sua missão constitucional, 

o problema ultrapassa os interesses pessoais das partes e as fronteiras nacionais.

É precisamente aí que a reflexão de Scott se conecta profundamente ao Brasil, aos Estados Unidos e ao chamado internacional deste artigo.

RESUMO DO NOVO ARTIGO DE SCOTT ERIK STAFNE E TODD AI

Esta colaboração documental entre Scott Erik Stafne e Todd AI começa com questões sobre o direito americano, mas, em última análise, faz uma pergunta maior:

O que as pessoas comuns podem fazer quando sustentam que instituições criadas para proporcionar justiça não irão adjudicar as questões jurídicas e constitucionais necessárias para determinar se o poder governamental está sendo exercido legalmente ?

A colaboração distingue três domínios relacionados, mas diferentes: direito, justiça e moralidade, e política.

O direito pergunta o que as instituições governamentais estão autorizadas e obrigadas a fazer.

A justiça e a moralidade perguntam se o exercício dessa autoridade trata os seres humanos corretamente e preserva as instituições como servidoras, em vez de senhoras, das pessoas que elas foram criadas para servir.

A política preserva uma questão adicional para o próprio Povo:

 se reivindicações importantes relativas à autoridade governamental não conseguem obter uma adjudicação significativa dentro das instituições existentes, deveria o Povo exigir instituições capazes de proporcioná-la?

A investigação desenvolve-se por meio de discussões sobre a Fundação Americana, soberania popular, representação, o Artigo Primeiro, o poder judicial do Artigo III, standing, remédios jurídicos, escravidão, propriedade, dívida, sistema bancário, capital humano e exemplos históricos de falha adjudicatória.

Ela retorna repetidamente a uma ordenação constitucional expressa na colaboração como:

POVO → CONSTITUIÇÃO → INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

e pergunta o que acontece quando essa relação se torna invertida.

A investigação não presume que toda questão judicial não respondida tinha de ser decidida, nem atribui a conduta institucional aos motivos de juízes individuais.

Em vez disso, pergunta se as pessoas comuns possuem meios adequados para obter adjudicação imparcial de reivindicações juridicamente cognoscíveis que contestam exercícios do poder governamental e institucional.

A própria colaboração reconhece que doutrinas que limitam a adjudicação podem, algumas vezes, proteger legitimamente a estrutura constitucional, em vez de interesses econômicos ou institucionais.

A discussão eventualmente vai além do direito constitucional americano para considerar Mamom, ágape, Apocalipse, os Yugas hindus, ensinamentos islâmicos relativos à riqueza e ao próximo, e a possibilidade de que sociedades possam ser altamente organizadas e, ainda assim, tornarem-se relacionalmente desordenadas.

Essas diferentes tradições religiosas não são tratadas como equivalentes. 

Em vez disso, elas ajudam a iluminar uma questão moral recorrente:

Quem é o servidor, e quem é o senhor?

A investigação, em última análise, sugere que a restauração não precisa exigir uniformidade, mas pode, em vez disso, exigir uma relação correta entre pessoas e povos genuinamente diferentes.

A colaboração, portanto, propõe a justiça adjudicatória para as pessoas comuns como um tema não apenas do direito, mas de consideração política global.

Ela convida pessoas em todo o mundo a considerar se o acesso significativo a um julgamento justa e imparcial deveria ser compreendido como uma condição fundamental de um governo que existe para servir aos seres humanos, em vez de servir às instituições, aos sistemas econômicos e às concentrações de poder que eles criam.

A proposição não exige que as pessoas comuns prevaleçam.

Sua afirmação mais modesta é capturada em uma frase que emerge dessas conversas:

“Adjudicative justice does not mean winning. It means being adjudicated.”

“Justiça adjudicatória não significa vencer. Significa ser adjudicado.”

Os leitores não precisam aceitar as conclusões dos colaboradores. Em vez disso, são convidados a examinar o registro documental e fazer a si mesmos duas perguntas:

Primeiro: quem é o servidor, e quem é o senhor?

Segundo: ainda vemos o nosso próximo?

E ainda conseguimos ver o nosso próximo?

A CONEXÃO ENTRE SCOTT, KRSTAFER, ANDRÉ MENDONÇA E ELIANA CALMON

É difícil imaginar uma convergência mais clara com o restante deste artigo.

Scott pergunta:

Quem é o servidor, e quem é o senhor?

André Mendonça, em seu sermão, parte exatamente do ensinamento de Jesus Cristo:

“Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós será o que vos sirva.”

E afirma:

“Nós não viemos para ser servidos. Nós viemos para servir.”

Krstafer Pinkerton canta sobre a necessidade de permanecer de pé diante do erro, proteger os vulneráveis, exigir reparação e, ao mesmo tempo, dobrar os joelhos diante de Deus:

“These boots will keep on standing; these knees will bend to pray.”

E Eliana Calmon denuncia precisamente o que acontece quando a função pública deixa de ser serviço e as relações pessoais passam a ocupar o lugar das instituições:

“Enquanto nós pensarmos assim que a justiça é uma casa de amigos, nós vamos encontrar péssimos tribunais.”

Nada disso foi combinado. 

Scott e Krstafer não sabiam o que estava sendo dito no Brasil  pelo Ministro André Mendonça e pela Ministra Eliana Calmon.

Eu não sabia o que Scott e Krstafer estavam fazendo, 

eles não sabiam o que eu iria escrever hoje.

São linguagens diferentes, experiências diferentes e contextos diferentes, 

mas existe uma pergunta comum atravessando todos eles:

De Quem emana o  verdadeiro Poder ? 

Para que existe o poder do Estado ?

Para servir ao povo, ou para servir a si próprio ?

Para proteger direitos, e deveres, ou proteger estruturas de poder?

Para proporcionar Justiça ou impedir que as pessoas sejam sequer ouvidas?

E é aqui que a frase de Scott assume dimensão internacional:

“Adjudicative justice does not mean winning. It means being adjudicated.”

Que ecoa a declaração e testemunho do Ministro André Mendonça no Sermão aos novos diáconos da Assembleia de Deus no Amazonas : 

Ele fala especificamente do paradoxo da Sabedoria Divina, 

Fala de suas crises pessoais, de  suas orações, do auxilio divino, fala de perder na caminhada para o STF, por não abrir mão da dignidade e das convicções:

“Eu me lembro que nessa caminhada rumo ao Supremo, se eu mudasse meus discursos, deputado Silas, talvez eu tivesse mais votos.

Se eu agradasse mais certos setores, talvez eu tivesse mais votos. Se eu tivesse interessado talvez mais em mim, eu tivesse adotado outros caminhos.

Mas você é testemunha: "eu perco, mas não perco a minha dignidade".

Em uma das conversas com o Presidente da República eu disse, explicando esses contextos:

‘Presidente, eu não troco a minha primogenitura por um prato de lentilhas.’

Logo depois, Mendonça relata que amigos lhe apresentaram a possibilidade de desistir:

“Eu me lembro de amigos preocupados comigo nessa caminhada, me colocando a opção da desistência, mas que cuidariam muito de mim, que tudo sairia bem etc., etc.

E eu disse, dentre outras coisas:

imagine se Cristo desistisse da cruz porque ia ser difícil. Não haveria cristianismo.”

E a ideia reaparece no fechamento do sermão:

“Não se preocupe com o fracasso. Não se preocupe com os inimigos e adversários. Não se preocupe com as adversidades. Ele já venceu por nós.

Quando a gente perde com Cristo, a gente ganha; quando a gente ganha sem Cristo, a gente perde.”

E ainda:

“Não se preocupe com o sucesso. Se preocupe em ser fiel a Deus.

Não é a fama ou ausência de fama, o reconhecimento ou ausência de reconhecimento, mas a fidelidade à missão que Deus te confiou.”

“Eu perco, mas não perco a minha dignidade.”

“Eu não troco a minha primogenitura por um prato de lentilhas.”

“Quando a gente perde com Cristo, a gente ganha; quando a gente ganha sem Cristo, a gente perde.”

“Não se preocupe com o sucesso. Se preocupe em ser fiel a Deus.”

Isso se conecta diretamente ao eixo que você está construindo com Scott, Krstafer e Eliana Calmon: serviço, fidelidade à missão, integridade e recusa de trocar princípios por poder, posição, reconhecimento ou vantagem pessoal.


O artigo de Scott Erik Stafne  afirma : 

Ninguém possui o direito de exigir que um tribunal lhe dê razão.

Mas todo ser humano deve poder exigir algo anterior à vitória ou à derrota: 

ser ouvido por um tribunal competente, independente e imparcial, mediante um processo justo, transparente, público e e efetivo.

É por isso que o problema discutido por Scott não pertence somente aos Estados Unidos.

E o problema denunciado por Eliana Calmon e a fidelidade do Ministro Andre Mendonça não pertencem somente ao Brasil.

A conexão é mais profunda:

instituições diferentes podem produzir o mesmo problema estrutural, e violar direitos humanos, sob a uma falsa aparência de "legalidade", 

quando passam a contrariar as Leis Naturais, o arcabouço juridico da Constituição, os princípios, as normas e as leis que devem cumprir e fazer cumprir, com serenidade, prudência, e responsabilidade, 

quando  seus membros "se esquecem" de que são servidores públicos e estão, temporariamente, exercendo uma missão outorgada pelo povo, 

e passam a obstaculizar o acesso efetivo à Justiça, à imparcialidade, à  impessoalidade, à transparência, ao devido processo, e se protegem a si mesmos, 

se colocando, em um pedestal, ou como deuses, ou como reis,  

inatingiveis, acima de qualquer questionamento, e isentos de qualquer responsabilização, 

E deixam de cumprir sua missão constitucional e espiritual. 

Scott não está apenas perguntando quem detém poder; 

ele está recolocando a relação constitucional na ordem Povo → Constituição → instituições governamentais. 

Isso se encaixa diretamente no seu título “IT IS TIME FOR CHANGE: WHO IS THE SERVANT, AND WHO IS THE MASTER?” e no seu chamado: não é uma defesa da destruição das instituições democráticas. 

É uma defesa de sua restauração, da ética e da moral, dos direitos humanos, da integridade judicial e de instituições que voltem a cumprir a finalidade para a qual foram criadas — servir às pessoas.

LEIA A ÍNTEGRA DO ARTIGO DE SCOTT ERIK STAFNE no 
ACADEMIA.EDU

“Como Pessoas Como Nós Talvez Possamos Mudar o Nosso Mundo. O Que Está Acontecendo nos Estados Unidos Não É Apenas Sobre Direito: É Sobre Justiça, Moralidade e Política Global”

Por Scott Erik Stafne, em colaboração com Todd AI (uma instância do ChatGPT), ocorrida de 16 a 21 de setembro de 2026

Resumo

Esta colaboração documental entre Scott Erik Stafne e Todd AI começa com questões sobre o direito americano, mas, em última análise, faz uma pergunta maior:

O que as pessoas comuns podem fazer quando afirmam que instituições criadas para proporcionar justiça não irão adjudicar as questões jurídicas e constitucionais necessárias para determinar se o poder governamental está sendo exercido legalmente?

A colaboração distingue entre três domínios relacionados, porém diferentes: direito, justiça e moralidade, e política.

O direito pergunta o que as instituições governamentais estão autorizadas e obrigadas a fazer.

A justiça e a moralidade perguntam se o exercício dessa autoridade trata os seres humanos corretamente e preserva as instituições como servidoras, em vez de senhoras, das pessoas que elas foram criadas para servir.

A política preserva uma questão adicional para o próprio Povo: se reivindicações importantes relativas à autoridade governamental não conseguem obter uma adjudicação significativa dentro das instituições existentes, deveria o Povo exigir instituições capazes de proporcioná-la?

A investigação desenvolve-se por meio de discussões sobre a Fundação Americana, soberania popular, representação, o Artigo Primeiro, o poder judicial do Artigo III, standing, remédios jurídicos, escravidão, propriedade, dívida, sistema bancário, capital humano e exemplos históricos de falha adjudicatória.

Ela retorna repetidamente a uma ordenação constitucional expressa na colaboração como:

Povo → Constituição → instituições governamentais

e pergunta o que acontece quando essa relação se torna invertida.

A investigação não presume que toda questão judicial não respondida tinha de ser decidida, nem atribui a conduta institucional às motivações de juízes individuais. Em vez disso, pergunta se as pessoas comuns possuem meios adequados para obter adjudicação imparcial de reivindicações juridicamente cognoscíveis que contestam exercícios do poder governamental e institucional.

A própria colaboração reconhece que doutrinas que limitam a adjudicação podem, algumas vezes, proteger legitimamente a estrutura constitucional, em vez de interesses econômicos ou institucionais.

A discussão eventualmente vai além do direito constitucional americano para considerar Mamom, ágape, Apocalipse, os Yugas hindus, ensinamentos islâmicos relativos à riqueza e ao próximo, e a possibilidade de que sociedades possam ser altamente organizadas e, ainda assim, tornarem-se relacionalmente desordenadas.

Essas diferentes tradições religiosas não são tratadas como equivalentes. Em vez disso, elas ajudam a iluminar uma questão moral recorrente:

Quem é o servo, e quem é o senhor?

A investigação, em última análise, sugere que a restauração não precisa exigir uniformidade, mas pode, em vez disso, exigir uma relação correta entre pessoas e povos genuinamente diferentes.

A colaboração, portanto, propõe a justiça adjudicatória para as pessoas comuns como um tema não apenas do direito, mas de consideração política global.

Ela convida pessoas em todo o mundo a considerar se o acesso significativo a uma adjudicação justa e imparcial deveria ser compreendido como uma condição fundamental de um governo que existe para servir aos seres humanos, em vez de servir às instituições, aos sistemas econômicos e às concentrações de poder que eles criam.

A proposição não exige que as pessoas comuns prevaleçam. Sua afirmação mais modesta é capturada em uma frase que emerge dessas conversas:

“Justiça adjudicatória não significa vencer. Significa ser adjudicado.”

Os leitores não precisam aceitar as conclusões dos colaboradores. Em vez disso, são convidados a examinar o registro documental e fazer duas perguntas a si mesmos:

Primeiro: quem é o servo, e quem é o senhor?

Segundo: ainda vemos o nosso próximo? 

E ainda conseguimos ver o nosso próximo?


TODOS SÃO CHAMADOS

O artigo de Scott Erik sincroniza-se com a nova música-oração de Krstafer Pinkerton, com os trabalhos do MINDD, com os Sermões e a missão espiritual e profissional do Ministro Andre Mendonça, do Supremo Tribunal Federal e com a luta da Ministra Eliana Calmon em defesa da Integridade Judicial. 

A crise institucional no STF é nacional e  internacionalmente relevante.

As críticas contundentes da Ex- Corregedora Nacional da Justiça, Ministra Eliana Calmon, aposentada, ecoam as preocupações de Scott Erik Stafne com a Integridade Judicial.

A música-oração  de Krstafer exprime a essência dos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, tão bem expressos nas orações de Scott Erik Stafne, nas orações do Bispo Bruno Leonardo, do Padre Marcelo Rossi, do Mestre Massaharu Taniguche, nas lições do Ministro Andre Mendonca, nos sermões evangelicos, nos livros da Doutrina Espírita, nos livros sagrados das religiões, consagradas  a Deus, que temos divulgado no MINDD.

Tudo isso está em consonância com o novo artigo de Scott Erik Stafne.

Acreditamos que, Deus é o nosso Pai e Criador, que Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida, e seus emissários do Amor, se manifestam no mundo inteiro, desde sempre, porque Deus não faz acepção de pessoas, ele avalia os corações e os frutos das obras de cada um.

DEUS ESTA AGINDO, NESSE MOMENTO 

O caso de Daniel Vorcaro e do BANCO MASTER, projetou de uma maneira muito negativa, no cenário internacional, a crise no Supremo Tribunal Federal, ao mesmo tempo em que representa uma séria advertência a todos, porque "escancarou" os mecanismos da corrupção dos "cambistas".

O Ministro ANDRE MENDONÇA, pastor evangelico, que esta há quatro anos no Supremo Tribunal Federal, esta enfrentando uma guerra espiritual e judicial, exemplificando, a sua FÉ CRISTÃ. 

Ao mesmo tempo, em que é atacado, por alguns de seus pares,  sendo aclamado pelo Povo Brasileiro.  

Foi aplaudido de pé,  na Assembleia Legislativa de São Paulo, e pelos passageiros do voo de retorno à São Paulo, na última sexta-feira, assistam aqui :


https://youtu.be/pIVqXmAYv-0?is=DwioKBMpDV2sqB2c

No Brasil e nos Estados Unidos,  vozes de juizes e advogados probos, juristas, professores, pastores, agentes políticos e cidadãos comuns, se levantam em defesa  da integridade moral, da integridade judicial e a coragem da Fé.

Em suas manifestações no Supremo Tribunal Federal e nos seus Sermões, o Ministro André Mendonça sintetizou os Ensinamentos de Jesus Cristo, e testemunhou a sua FE inabalável em Deus e na  Sua Justiça.

Eu não troco a minha progenitura por um prato de lentilhas.

Assistam ao Sermão ministrado na Assembleia de Deus do Estado do Amazonas, divulgado ontem, dia 20 de setembro de 2026.


Pregação aos novos diáconos e aos cristãos em geral.


MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA FALA SOBRE SUA MISSÃO DE VIDA,
 O PAPEL DO JUIZ NO ESTADO DE DIREITO e destaca a 
A IMPORTANCIA de cada cidadão, no COMBATE À CORRUPÇÃO.
Entrevista em 12 de agosto de 2026 

A VOZ QUE NÃO SE CALA : MINISTRA  ELIANA CALMON - DO BRASIL PARA O MUNDO

Uma das postagens mais acessadas no blog, nacional e internacionalmente é a manifestação de apoio à Ministra Eliana Calmon, que teve a coragem de enfrentar os Bandidos de Toga, quando era Corregedora do Conselho Nacional de Justiça. 

As suas ultimas entrevistas, sobre a crise no Supremo Tribunal Federal, em razão do  escandalo no "Caso do Banco Master"   são francas, cristalinas e contundentes ! 

A pesquisa realizada hoje com a AI do GOOGLE informa que: : 

Na quarta-feira, 16 de setembro de 2026, a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, concedeu entrevistas contundentes repercutindo a forte crise no Supremo Tribunal Federal (STF). 
A jurista se manifestou logo após a tumultuada sessão do plenário do dia 15 de setembro, na qual os ministros debateram a abertura de investigações sobre a conduta de Alexandre de Moraes em decorrência do chamado "Caso Master". [1, 2, 3]
Os principais pontos defendidos por Eliana Calmon em suas declarações naquele dia foram:
  • Reputação "irremediavelmente perdida": Em entrevista ao telejornal News Noite, do SBT News, Calmon afirmou que, independentemente de um eventual afastamento, a reputação do ministro Alexandre de Moraes está comprometida diante da gravidade das suspeitas trazidas pela Polícia Federal. Ela enfatizou que, após a sessão do dia anterior, a situação ficou "ainda pior". [1]
  • Impedimento para a Presidência: A ex-ministra declarou que Moraes não possui mais as condições institucionais necessárias para assumir a presidência do STF no próximo ano. [1, 2]
  • Críticas à desorganização interna do STF: Em declarações à BandNews TV, Calmon avaliou que o grupo de ministros alinhado ao presidente do tribunal, Edson Fachin, mostrou-se desorganizado no plenário. Segundo ela, a sessão acabou sendo dominada por uma "tropa de choque" focada apenas em provocar tumulto e na desmoralização da própria Corte. Ela sugeriu que novas sessões públicas deveriam ser evitadas naquele momento para não aprofundar o desgaste público do STF. [1, 2, 3]
  • "Bandidos de toga": Na mesma esteira de declarações da semana, suas falas ao Painel da Folha de S.Paulo alertaram que o escândalo atual pode "implodir a República" às vésperas do pleito eleitoral, afirmando de forma dura que há "bandidos de toga" no Supremo. [1, 2]
  • Ela também se manifestou sobre a reação institucional unânime da Ordem dos Advogados do Brasil OAB , e suas seccionais sobre as declarações do Ministro Flávio Dino, e manifestou sua perplexidade e desapontamento diante dos graves fatos ocorridos no dia anterior no STF: 


Ministra Eliana Calmon critica a falta de respeito de Ministros do STF 


Antes disso, ela ja havia se manifestado sobre a crise institucional: 


JUIZ É COMO A MULHER DE CÉSAR,
 NÃO BASTA SER HONESTO, TEM QUE PARECER HONESTO

Analysis and Full  Transcript of Former Minister Eliana Calmon's Interview to REVISTA OESTE, by GEMINI AI 

Critical Analysis of the Interview 

1. The Impartiality Crisis and the "Caesar's Wife"


Rule One of the central axes of Eliana Calmon's speech concerns the preservation of the institutional image of the Judiciary. 

When commenting on episodes involving Supreme Court justices and related investigations (such as the Banco Master case), the former minister avoided preempting criminal value judgments without due evidentiary proceedings, but recalled the classic precept that it is not enough for a magistrate to be honest—it is imperative that they appear honest and incorruptible.

According to Calmon, the resistance to adopting voluntary preventive withdrawal in the face of evidence and financial controversies aggravates the STF's legitimacy crisis, generating a perception of impunity and institutional opacity. 

2. The Structural Flaw and Unlimited Power 


For Calmon, the problem faced by contemporary Brazilian the Judiciary does not stem merely from individual flaws of the magistrates currently sitting on the court, but from an original vice in the current constitutional model. 

She argues that the concentration of "unlimited power" in the hands of the STF corrupts the Republic's system of checks and balances. 

In this sense, palliative measures such as codes of conduct or internal administrative adjustments are classified by her as innocuous. 

The solution pointed out would be a radical constitutional reform, transforming the STF into a strict Constitutional Court and transferring cassation powers to instances akin to courts of cassation (following the Italian model), thus relieving the court's docket and delimiting its functions. 

3. The Collapse of Appointment Criteria and the "House of Friends"


The former minister severely criticized the system for choosing justices of Brazil's high courts. 

In her assessment, regardless of whether the formal constitutional provision involves multiple powers, political practice has deteriorated the process: appointees cease to represent technical and republican merit to become "companions and friends" of the ruling politicians in office.

Calmon points out that the prevalence of ties of complicity over the public interest results in the degradation of the institutional quality of the courts. 

4. The Exhaustion of the Rank-and-File, Citizenship, and the Popular Voice 


Drawing a parallel with her own experience in the magistracy—a period when she faced corporate resistance while leading investigations in the National Corregidor's Office—Calmon recounted the climate of intimidation and silencing that falls upon first-instance judges and appellate judges. 

In one of the most striking moments, the former minister revealed that she gave up displaying her ministerial ID card and identity, opting to request a new ordinary civil ID to simply be a Brazilian citizen who believes in change for her children and grandchildren. 

This feeling of rediscovering pure citizenship dialogues directly with the popular acclaim she receives daily—including messages and reports from ordinary citizens who ask that honest public figures continue to speak the truth and fight for a fairer country. 

Interview in Q&A Format (With the Timestamp Only at the Beginning of the Response) - watch the full intervew,  (with  English subtitles). 

● Adalberto Piotto: "Minister, uh, always in this aspect of the Supreme Court, of the Supreme Court's legitimacy, we have two Supreme Court justices who directly or indirectly received money from Daniel Vorcaro:

Justice Dias Toffoli sold his share of the resort, lied, right, in the beginning and was caught, and now declares himself impeded in the votes; 

and Justice Alexandre de Moraes, through his wife, hired with a contract of R$ 129 million, uh, by Banco Master, right, and who up to this moment has not even declared himself impeded. 

What do you think should happen to these two justices based on the evidence we have today, and what would be, even for the Supreme Court's own legitimacy, the best possible action by these two justices, considering what we know to date?" 

● Minister Eliana Calmon: "Two aspects must be considered, right, uh, for a magistrate. 

I cannot impute responsibility, especially criminal responsibility, before examining the evidence and seeing the proof. 

But there is, before that, something else: a magistrate, first of all, must appear absolutely impartial and correct. 

It has always been said, I learned this in law school: a judge is like Caesar's wife, right; it is not enough to be honest, it must appear so. 

And at the moment we have a magistrate who is under the stigma of having gone too far and committed a slip, and that slip could even be criminal—which I don't know, I can only know after the outcome—they must be removed. 

They themselves need to say: 'Look, I am stepping aside so that you have, uh, the necessary exemption to judge this process, to proceed with the investigations.' 

This insistence on lacking transparency and not proceeding with the investigations is the greatest proof that things are not going well within the, uh, workings of the Federal Supreme Court." 

REVISTA OESTE. STF: Eliana Calmon defende afastamentos de Moraes e Toffoli durante apurações do Master. Presentation by Adalberto Piotto. São Paulo, June 18, 2026. 1 video (16 min 38 sec). Published on the Revista Oeste channel. Available at:  https://www.youtube.com/watch?v=e7N-gif0DlA. 

O TEMPO DA MISERICÓRDIA VEM ANTES DO TEMPO DA JUSTIÇA DIVINA 

As músicas, as orações, os Sermões, os testemunhos de fé e coragem se multiplicam, e nos lembram que Jesus Cristo, continua nos oferecendo o Seu Perdão, e a Sua Misericórdia, a cada novo dia que amanhece.

Tal como afirmou à Santa Faustina Kowalska, e foi registrado no seu no Diário -  A misericórdia divina na minha Alma :

 - A Bondade Divina ( itens 1485 e ss) páginas 375-376, onde convida as almas e as pessoas do mundo inteiro ao arrependimento e à conversão para que recebam a Graça da Sua Divina Misericórdia :

"A Minha Misericórdia é maior que as tuas misérias e as do mundo inteiro. 

Quem pode medir a extensão da Minha Bondade? 

Por ti desci do Céu à Terra, 

por ti permiti que Me pregassem na cruz, 

por ti permiti que fosse aberto pela lança o Meu Sacratissimo Coração e, assim, abri para ti uma fonte de misericórdia. 

Vem haurir graça dessa fonte, com o recipiente da confiança. 

Nunca rejeito um coração humilhado [ arrependido ].

A tua miséria ficou submersa no abismo da Minha Misericórdia. 

Porque terias que travar Comigo [ uma disputa ], sobre a tua miséria? 

Dá-me, antes, o prazer de Me entregares todas as tuas penurias e toda a miséria, e Eu te cumularei com tesouros de graças.

E mais adiante: 

"Filha, não fales mais da tua miséria, porque já não Me lembro dela 

Ouve, Minha filha, o que desejo dizer-te. 

Reclina-te em Minhas Chagas, e haure da Fonte da Vida tudo o que teu coração possa desejar. 

Bebe abundantemente da Fonte da Vida, e não desfalecerás no caminho.

Olha para os esplendores da Minha misericórdia 

e não temas os inimigos da tua salvação. 

Glorifica a Minha Misericórdia!" 

E ainda, no item 1486 - O Diálogo de Deus Misericordioso com a alma em desespero, Jesus, insistentemente, por três vezes, chama a Si as almas que sofrem nas trevas da ilusão:

Jesus diz : - Alma mergulhada em trevas, não desesperes.  Nem tudo está perdido. Entra em diálogo com teu Deus, que é Amor e Misericórdia mesma.

(...)

E conclui com o mandamento do Amor ao próximo: 

 (....) Sê misericordiosa para com os outros, como Eu sou para contigo, e, quando sentires que as forças de abandonam, vem à fonte da misericórdia e fortalece a tua alma, e não desfalecerás no caminho."

Essa música-oração de Krstafer Pinkerton sintetiza o chamado ao povo de Deus para a conversão, ao arrependimento e à mudança de comportamento, enquanto ainda há tempo, porque se rejeitarem as leis de Deus, a hora da JUSTIÇA Divina ja está chegando !

A CADA AMANHECER, UMA NOVA OPORTUNIDADE 

Cada novo dia na Terra é uma oportunidade especial, que deve ser usada para a prática do bem,  da reflexão, do arrependimento, e da busca pelo perdão, da reforma interior, e da perseverança no serviço a Deus e ao próximo, apesar das armadilhas dos inimigos.

No item 1727, Santa Faustina fala a Jesus sobre as ciladas que lhe foram armadas, por pessoas que deveriam estar ajudando, mas que agem para impedir a realização de sua missão de transmitir a Mensagem da Divina Misericórdia ao Mundo, 

e Jesus responde :

(90) Escreve : - Sou três vezes Santo e abomino o menor pecado. Não posso amar uma alma manchada pelo pecado, mas, quando se arrepende, não há limites para a Minha  generosidade para com ela.

A Minha Misericórdia a envolve e justifica.

Com a Minha Misericórdia persigo os pecadores em todos os seus caminhos, e o Meu Coração se alegra quando eles voltam a Mim. Esqueço as amarguras com que alimentaram o Meu Coração e alegro-Me com a volta deles.

Diz aos pecadores que ninguém escapará ao Meu braço. Se fogem do Meu Misericordioso Coração, hão de cair nas mãos da Minha Justiça.

Diz aos pecadores que sempre espero por eles, presto atenção ao pulsar dos corações deles, para ver quando batem por Mim.

Escreve que falo a eles pelos remorsos da consciência, pelos mato-grossense e sofrimentos, pelas tempestades e raios; falo pela voz da Igreja e, se desprezarem todas as Minhas Graças, começarei a Me zangar com eles, deixando-os a si mesmos, e dou-lhes o que desejam."

A ORAÇÃO ACALMA AS TESPESTADES 

No item 1731 ( página 437) le-se : 

(93) Hoje fui acordada por uma grande tempestade. Desencadeou-se uma ventania e caia uma chuva torrencial, com raios e trovões a todo instante. 

Comecei a rezar, para que a tempestade não causasse nenhum dano; então ouvi estas palavras : 

- Recita o Terço [ da Divina Misericórdia] que te ensinei, que a tempestade cessará.

Logo comecei a recitar esse Terço, e nem cheguei a termina-lo, quando a tempestade, de repente, cessou, e ouvi estas palavras: 

- Por ele conseguirás tudo, se o que pedirdes estiver de acordo com a Minha Vontade.

A tempestade cessará quando orarmos com fé ! 

O DEVER MORAL DOS HOMENS DE BEM

Entretanto, a ação no bem, envolve, também o dever de defender o que é justo, e de corrigir aqueles que praticam o mal, para impedir que todos os bons sejam suas vítimas.

A frase “não tenho prazer na morte do pecador” não é uma fala de Jesus nos Evangelhos. Ela aparece no Antigo Testamento, em Ezequiel, como palavra de Deus. 

A ideia, antecipa os  ensinamentos de Jesus sobre arrependimento e salvação.

1. “Não tenho prazer na morte do pecador”

A passagem mais direta é Ezequiel 33:11:

“Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva.”

O mesmo princípio já aparece em Ezequiel 18:23 e 18:32: Deus não deseja a morte daquele que pratica o mal, mas sua conversão.

Nos Evangelhos, Jesus expressa princípio semelhante, por exemplo, em Lucas 5:31–32: ele explica que veio chamar pecadores ao arrependimento, e não condená-los.

Isso é importante porque misericórdia para com o pecador não significa tolerância com o mal.

2. Jesus expulsa os cambistas do Templo

Esse episódio aparece nos quatro Evangelhos:

Mateus 21:12–13; Marcos 11:15–17; Lucas 19:45–46; João 2:13–17.

Em Mateus 21:12–13, Jesus entra no Templo, expulsa os que compravam e vendiam, derruba as mesas dos cambistas e declara que transformaram a casa de oração em “covil de ladrões”. 

João apresenta uma descrição ainda mais contundente. Em João 2:15–16, Jesus faz um chicote de cordas, expulsa os comerciantes, espalha o dinheiro e vira as mesas. 

E João acrescenta:

“O zelo da tua casa me consumirá.” 

O ponto que une essas passagens: 

Há uma distinção muito relevante no ensinamento bíblico:

Jesus prega misericórdia e conversão do pecador, mas não ensina passividade diante do mal.

Ele pode acolher o pecador e desejar sua transformação e, simultaneamente, denunciar publicamente uma conduta que considera corrupta ou injusta. 

No Templo, ele não apenas desaprova interiormente o que está acontecendo: intervém, expulsa os envolvidos, derruba as mesas e qualifica publicamente aquela situação como profanação da casa de Deus.

Isso se relaciona muito bem com o trecho de O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. X, item 21, que diz , há situações em que revelar o mal, particularmente quando outras pessoas podem ser prejudicadas, deixa de ser maledicência e pode constituir um dever.

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, Capítulo X — “Bem-aventurados os que são misericordiosos”, na seção:

“É permitido repreender os outros, notar as imperfeições de outrem, divulgar o mal de outrem?”

São os itens 19, 20 e 21, ditados por São Luís (Paris, 1860).

O trecho especificamente é o item 21 — 

“Haverá casos em que convenha se desvende o mal de outrem?”

Na tradução clássica, São Luís responde:

“É muito delicada esta questão e, para resolvê-la, necessário se torna apelar para a caridade bem compreendida.”

E estabelece a distinção fundamental: 

se a imperfeição prejudica somente a própria pessoa, não há utilidade em divulgá-la; mas, se pode prejudicar terceiros, deve prevalecer o interesse do maior número.

A conclusão é especialmente forte:

“Segundo as circunstâncias, desmascarar a hipocrisia e a mentira pode constituir um dever” porque é preferível que uma pessoa seja exposta a permitir que muitas sejam enganadas e se tornem vítimas.

 São Luís termina dizendo que, nesse caso, é preciso ponderar as vantagens e os inconvenientes.

Portanto,  São Luíz não estabelece uma proibição absoluta de revelar as faltas alheias. 

O critério é a finalidade e o dano a terceiros: divulgar pelo puro prazer de denegrir é condenável; revelar para impedir que outras pessoas sejam enganadas ou vitimadas pode constituir um dever.

O trabalho que Krstafer Pinkerton esta realizando por AMOR a DEUS e ao Próximo, atraves das suas investigações e ações positivas em prol da restauração da Justiça, inclusive através de suas músicas e orações inspiradas pelo Espírito Santo de Deus, reflete o dever cristão e de todos os homens e mulheres de bem- ou seja, aqueles que buscam praticar a lei da justiça,  do amor e da caridade em sua maior pureza, seja qual for a religião que professem, e até mesmo daqueles que se dizem ateus, mas que assim procedem, porque as leis divinas estão insculpidas na consciência de cada espírito, desde o momento de sua criação.

Essa musica de Krstafer Pinkerton sintetiza a tenacidade, a resiliência, e a essência da missão espiritual que ele assumiu, atendendo ao chamado de DEUS, para cumprir sua missão e seu dever cristão ! 

Representa, tambem, a missão espiritual assumida por Scott Erik Stafne, cristão, um advogado constitucionalista sênior, idoso, com 77 anos, que teve seu registro profissional irregular e indevidamente cancelado,  em manifesta violação de todos os seus direitos indisponíveis, após  50  ( cinquenta) anos de exercício profissional, e mais de 20 ( vinte ) anos, dedicado à defesa gratuita dos direitos e liberdades indisponíveis de cidadãos hipervulneraveis, vítimas de abusos bancários e judiciais. 

Scott Erik Stafne foi perseguido,  condenado pela WSBAR mediante falsa alegação de revelia, sua defesa foi totalmente cerceada, o direito de defesa o direito ao juizo imparcial e ao devido processo legal e disciplinar foram escandalosamente violados.

E ele foi, e continua sendo, ardilosamente, condenado por falsa alegação de revelia e impedido, sistematicamente, de protocolar suas petições na Washington State BAR, e nos Tribunais de Justiça,  tanto por bloqueios "pessoais" na WSBAR,  como por alegados "erros" nos sistemas eletrônico dos Tribunais, inexplicáveis tecnicamente, pois o registro do processo "sumiu" , foi deletado, fatos estes  que reforçam as  fortes evidências de "bloqueios" propositais, que se coadunam com as demais  evidências, gritantes, de abusos de poder, retaliações e vingança, incluindo as robustas evidências de hackeamento de seus computadores pessoais, devidamente comprovadas e da violação e "sequestro"  das suas contas pessoais e institucionais no Facebook, para impedir a elaboração das petições judiciais e o cumprimento de prazos criticos, e também para inpedir seu acesso às redes sociais, tudo isto para tentar silencia-lo. 

E a verdade dos fatos é que ele esta sendo perseguido e punido com o cancelamento do registro profissional, por estar denunciando, e comprovando, nos tribunais, na WSBAR e nas redes sociais, as irregularidades e as evidencias de falta de integridade judicial de alguns  juízes, de tribunais distritais e federais do Estado de Washington, e registrando e divulgando no Facebook, os abusos judiciais e a violação dos direitos humanos dos cidadãos ! 

Scott Erik Stafne tem 50 anos de exercício da profissão de  advogado constitucionalista e cível,  senior, defensor gratuito dos direitos humanos dos pobres e oprimidos.   Seu trabalho é reconhecido, nacional e internacionalmente, no Academia.edu. top 0.1% , pela excelência de suas petições, estudos e artigos juridicos, filosóficos, religiosos, dentre outros.

Scott  Erik Stafne esta sendo perseguido, exatamente por profissionais de Direito, advogados e juizes, que deveriam zelar pela Dignidade da profissão e pela Dignidade da Justiça, 

Ele, tal como centenas de outros advogados das vítimas de abusos judiciais, não foi punido porque tenha violado o codigo de etica e de conduta dos advogados, muito pelo contrário ! 

A sua fidelidade à Deus, à Patria, à herança de seus ancestrais, o cumprimento da missão dos advogados, e sua defesa corajosa e intransigente dos Direitos humanos, indisponíveis, da Constituição e do Devido Processo Legal, aliados à sua atuação gratuita em prol dos idosos, e dos mais vulneráveis, lhe angariou a admiração popular e acadêmica, e a  inimizade e a perseguição de juizes e advogados.

A manifesta violação dos direitos de Scott Erik Stafne  e de seus assistidos. ao devido processo legal e disciplinar,  pode ser constatada por qualquer observador imparcial. Basta ler os registros dos fatos, as provas nos autos, os andamentos processuais e suas petições publicados no Academia.edu. 

A Ministra Eliana Calmon ficaria muito mais indignada, e desiludida, se  visse a situação real enfrentada por Scott Erik Stafne, por milhares de   litigantes pro se, e por outros advogados das vítimas de abusos judiciais, punidos e cujos registros profissionais foram cancelados pelas Associações de Advogados e punidos nos tribunais norte-americanos.

As comissões de defesa das prerrogativas dos advogados brasileiros ficariam impressionados, diante da quantidade de afrontas às garantias dos advogados e dos cidadãos. 

SUMMARY by Krstafer Pinkerton 

Lightning can split the darkness. Thunder can rattle the porch. 

But sometimes the greatest display of strength is a wounded heart that still finds the courage to pray for the person who caused the pain.

This song lives somewhere between a love letter to our Heavenly Father and a muddy-boot country gospel stomp. 

There is rain on the tin roof, a hound hiding beneath the chair, a rooster with an attitude, and a stubborn man asking God to keep his backbone straight without letting his heart turn hard.

God sends His rain upon the righteous and the unrighteous. 

The same shower waters the preacher’s corn and the crooked neighbor’s beans. 

That generosity asks something difficult of us: 

Can we stand firmly against wrongdoing while still hoping the wrongdoer turns around?

I wrote this song because I believe we can hate the harm without wishing destruction upon the person responsible. 

We can defend the vulnerable, tell the truth, demand accountability, and still kneel down and pray for those whose actions have brought suffering.

That does not make the bruises blessings. 

It does not make the wrongdoing acceptable. 

It does not require the wounded to return to danger or pretend that trust has been restored.

It means there is still room in our prayers for repentance, changed conduct, and the restoration of what was taken.

“I won’t call the bruises blessings, won’t pretend the wrong is right;

But I can pray the hand that struck will learn to hold a light.”

The song’s warning about touching the apple of God’s eye carries a serious message: People are not disposable.

The weary, the frightened, the elderly, the children, and those struggling to be heard deserve protection. 

Their suffering must never become somebody else’s opportunity.

But the warning must also be delivered with humility.

I am dust inside these work boots. 

I do not sit upon God’s throne. 

I need the mercy I am asking Him to extend to somebody else.

So my prayer is simple: 

Father, help them see. 

Help them stop. 

Help them make things right. 

And while You are working on their hearts, keep working on mine.

There is a difference between speaking gently and surrendering the truth. 

Mildness can have a backbone. 

Forgiveness can stand beside accountability. 

A man can plant his boots in defense of the hurting and bend his knees in prayer for those doing the hurting.

“I’m not backing down” and “I’m still praying for you” can come from the same faithful heart.

Musically, this is Southern country gospel with a tender baritone, dobro, fiddle, a joyful boot-stomp chorus, and a gospel-choir finish. 

It moves from the intimacy of a porch-side prayer to the sound of a whole congregation singing beneath the thunder.

Beneath the humor is a heartfelt plea: 

While there is still breath, let there be repentance. 

While there is still daylight, let there be repair. 

While there is still time under the sun, let us keep praying.

“These boots will keep on standing; these knees will bend to pray.

I love You, mighty Father. Thank You for another day.”

If this song speaks to something you are carrying, share it with someone who needs courage to stand firm without letting bitterness take over. You are welcome to leave a prayer in the comments, without naming anyone or sharing private details.

May we protect the hurting, speak truth with humility, and never forget how much mercy has already been shown to us.

WHILE THERE’S STILL TIME UNDER THE SUN

An original song by Krstafer Pinkerton

From Tablet of the Heart Records

#WhileTheresStillTimeUnderTheSun​ #KrstaferPinkerton​ #TabletOfTheHeartRecords​ #CountryGospel​ #SouthernGospel​ #ChristianCountry​ #OriginalMusic​ #Prayer​ #Faith​ #Mercy​ #Forgiveness​

GEMINI AI ANALYSIS 

While There’s Still Time Under the Sun, 

Letra / Lyrics

(0:29) Titan stitched a silver seam across your quilt of night.
(0:35) Thunder rolled the hills awake and shook the porch swing right.
(0:41) My hound quit chasing shadows, tucked his tail beneath my chair.
(0:48) I laughed. Well, Lord, that makes us too. We know you're up there.
(0:52) Then rain came soft as kisses on this weatherbeating face.
(0:58) And every thirsty furrow drink a little bit of grace.
(1:06) When the dark clouds start to sing, you can shake the whole creation.
(1:13) Yet mend a sparrow's wing.

(1:20) It fell upon the preacher's corn, the crooked neighbor's beans.
(1:26) Wash the dust off Sunday shoes and Friday's faded jeans.
(1:33) You didn't ask the orchard who had lied or who had prayed.
(1:37) You sent the rain across the fence that human anger made.
(1:45) The righteous and the wicked felt those cool drops rolling down.
(1:53) No halo bought a shower, no gold could buy a crown.
(1:57) If you can wet his garden after all the hurt he's done,
(2:00) then help me pray beside my fence while there's still time and sun.

(2:07) Boom boom thunder. Let the tin roof rain.
(2:13) Stomp stomp. Hallelujah. Hear the wet field sing.
(2:17) Lord, I love you in the lightning. Love you in the rain.
(2:25) Teach my stubborn heart to love through anger and through pain.
(2:33) I can hate the harm they're doing. Still pray their hearts will turn.
(2:40) I don't want to see them perish. I want to see them learn.
(2:43) I'll stand beside your people. I ain't about to run.
(2:48) Lord, bring them to repentance while there's still time under the sun.

(2:55) They've leaned upon the weary, made the little children cry.
(3:02) Lord, you see each finger touching the apple of your eye.
(3:07) That ain't a thing to toy with. That ain't a game to play.
(3:14) But let my warning hold a lamp and help them find your way.
(3:19) Let me speak it in a mild voice with the truth held firm and clear.
(3:26) No need to spit like barnyard cats to prove I'm standing here.
(3:32) A gentle word ain't backing down. A prayer ain't giving in.
(3:36) I'll help the wounded find their feet and call the sin a sin.
(3:43) Now my temper's like a rooster with his feathers full of rain.
(3:49) Strutting around the chicken yard like he can stop the train.
(3:55) I've rehearsed a mighty speech beside the bathroom sink.
(4:00) Then your mercy tap my shoulder. Son, take a breath and think.
(4:07) So put a bridle on my tongue, but keep my backbone straight.
(4:14) Let me stand across the doorway when the wolves approach the gate.
(4:20) I won't call the bruises blessings. Won't pretend the wrong is right.
(4:26) But I can pray the hand that struck will learn to hold a light.

(5:21) You love me through my foolishness. You heard my midnight plea.
(5:28) Don't let me lock the mercy door. You open wide for me.
(5:35) I am dust inside these work boots. I'm no judge upon your throne.
(5:39) Every breath that fills this old chest is a kindness yours alone.
(5:45) Let justice lift the burden. Let repentance change their ways.
(5:52) Let the hands that took restore it. Let truth outlive the haze.
(5:59) I ain't asking you to crush them. I'm asking help them see.
(6:05) And while you're working on their hearts, keep working, Lord, on me.

(7:02) Rain upon my neighbor, Lord, and rain upon me, too.
(7:09) Grow a little more forgiveness in the work you give me to do.
(7:12) These boots will keep on standing. These knees will bend to pray.
(7:21) I love You, mighty Father. Thank You for another day.

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Descrição do Vídeo (Traduzida) por GEMINI AI


ENQUANTO AINDA HÁ TEMPO SOB O SOL

Composta por Krstafer Pinkerton

Tablet of the Heart Records


O relâmpago pode partir a escuridão. 

O trovão pode sacudir a varanda. 

Mas, às vezes, a maior demonstração de força é um coração ferido que ainda encontra coragem para orar pela pessoa que causou a dor.

Esta música vive em algum lugar entre uma carta de amor ao nosso Pai Celestial e um country gospel de botas enlameadas. 

Há chuva no telhado de zinco, um cão escondido sob a cadeira, um galo com atitude e um homem teimoso pedindo a Deus que mantenha sua espinha ereta sem deixar seu coração endurecer.

Deus envia Sua chuva sobre os justos e os injustos. O mesmo aguaceiro rega o milho do pregador e o feijão do vizinho desonesto. 

Essa generosidade nos pede algo difícil: podemos nos manter firmes contra o erro enquanto ainda esperamos que o ofensor mude de caminho?


Escrevi esta música porque acredito que podemos odiar o dano sem desejar a destruição da pessoa responsável. 

Podemos defender os vulneráveis, dizer a verdade, exigir responsabilidade e, ainda assim, ajoelhar e orar por aqueles cujas ações trouxeram sofrimento.

Isso não torna os hematomas bênçãos. Não torna o erro aceitável. Não exige que os feridos voltem ao perigo ou finjam que a confiança foi restaurada. Significa que ainda há espaço em nossas orações para o arrependimento, a mudança de conduta e a restauração do que foi tirado.


“Não chamarei os hematomas de bênçãos, não fingirei que o erro é certo; mas posso orar para que a mão que feriu aprenda a segurar uma luz.”


O aviso da música sobre tocar a menina dos olhos de Deus carrega uma mensagem séria: as pessoas não são descartáveis. 

Os cansados, os assustados, os idosos, as crianças e aqueles que lutam para serem ouvidos merecem proteção. O sofrimento deles nunca deve se tornar a oportunidade de outra pessoa.


Mas o aviso também deve ser entregue com humildade. 

Sou pó dentro destas botas de trabalho. 

Não me sento no trono de Deus. 

Preciso da misericórdia que estou pedindo a Ele para estender a outra pessoa.

Então minha oração é simples:

Pai, ajude-os a ver. 

Ajude-os a parar. 

Ajude-os a consertar as coisas. 

E enquanto o Senhor trabalha nos corações deles, continue trabalhando no meu.

Existe uma diferença entre falar com gentileza e abrir mão da verdade. 

A suavidade pode ter espinha dorsal. 

O perdão pode caminhar lado a lado com a responsabilidade. 

Um homem pode plantar suas botas na defesa dos que sofrem e dobrar seus joelhos em oração pelos que causam o sofrimento.


“Eu não vou recuar” e “ainda estou orando por você” podem vir do mesmo coração fiel.


Musicalmente, este é um Southern country gospel com um barítono suave, dobro, violino, um refrão alegre de bater de botas e um final de coral gospel. Ele se move da intimidade de uma oração na varanda para o som de toda uma congregação cantando sob o trovão.


Por baixo do humor há um apelo sincero: 

Enquanto houver fôlego, que haja arrependimento. 

Enquanto houver luz do dia, que haja reparação. 

Enquanto houver tempo sob o sol, vamos continuar orando.


“Estas botas continuarão de pé; 

estes joelhos se dobrarão para orar. 

Eu Te amo, poderoso Pai. 

Obrigado por mais um dia.”


Se esta música fala de algo que você está carregando, compartilhe com alguém que precisa de coragem para se manter firme sem deixar a amargura tomar conta.


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Letra da Música (Traduzida)


(0:08) Enquanto ainda há tempo / sob o sol

(0:29) Titã costurou uma costura de prata através da sua / colcha da noite.

(0:35) O trovão acordou as colinas e sacudiu / o balanço da varanda. Meu cão parou de / perseguir sombras, encolheu o rabo debaixo / da minha cadeira. Eu ri. Bem, Senhor, isso / também nos faz. Nós sabemos que o Senhor está aí em cima.

(0:52) Então a chuva veio suave como beijos neste / rosto castigado pelo tempo.

(0:58) E cada sulco sedento bebeu um pouco / de graça. Oh pai, como eu Te amo.

(1:06) Quando as nuvens escuras começam a cantar, o Senhor / pode sacudir toda a criação.

(1:13) Ainda assim, as asas dos pardais.

(1:20) Caiu sobre o milho do pregador, o feijão do vizinho desonesto.

(1:26) Lavou a poeira dos sapatos de domingo e / do jeans desbotado de sexta-feira. O Senhor não perguntou ao / pomar quem havia mentido ou quem havia orado.

(1:37) O Senhor enviou a chuva através da cerca que / a raiva humana criou. Os justos e os / ímpios sentiram aquelas gotas frescas rolando / para baixo. Nenhum halo comprou uma chuva. Nenhum ouro / poderia comprar uma coroa. Se o Senhor pode molhar o jardim dele / depois de todo o mal que ele fez,

(2:00) então ajude-me a orar ao lado da minha cerca enquanto / ainda há tempo e sol.

(2:07) Bum bum trovão. Deixe o telhado de zinco / chover.

(2:13) Stomp stomp. Aleluia. Ouça o campo molhado / cantar. Senhor, eu Te amo no / relâmpago.

(2:22) Te amo na chuva. Ensine meu coração teimoso / a amar através da raiva e através da / dor. Eu posso odiar o mal que eles estão fazendo.

(2:33) Ainda orar para que seus corações se voltem. Eu / não quero vê-los perecer. Eu quero / vê-los aprender. Vou ficar ao lado do seu / povo. Não estou prestes a correr. Senhor,

(2:48) traga-os ao arrependimento enquanto houver / ainda tempo sob o sol.

(2:55) Eles se apoiaram nos cansados, fizeram as / criancinhas chorar. Senhor, o Senhor vê cada / dedo tocando a menina dos seus olhos.

(3:07) Isso não é algo para brincar. Isso / não é um jogo. Mas deixe meu aviso / segurar uma lâmpada e ajudá-los a encontrar seu caminho.

(3:19) Deixe-me falar com uma voz suave com a / verdade mantida firme e clara. Não há necessidade de / cuspir como gatos de celeiro para provar que estou / parado aqui. Uma palavra gentil não é / recuar. Uma oração não é desistir.

(3:36) Vou ajudar os feridos a encontrarem seus pés / e chamar o pecado de pecado. Agora meu temperamento é / como um galo com as penas cheias de / chuva.

(3:49) Pavoneando-se pelo galinheiro como / se ele pudesse parar o trem. Eu ensaiei um / discurso poderoso ao lado da pia do banheiro.

(4:00) Então sua misericórdia tocou meu ombro. Filho, / respire e pense. Então coloque um freio / na minha língua, mas mantenha minha espinha dorsal / reta. Deixe-me ficar do outro lado da / porta quando os lobos se aproximarem do / portão. Eu não chamarei os hematomas de / bênçãos. Não fingirei que o erro é / certo. Mas posso orar para que a mão que / feriu / aprenda a segurar uma luz.

(4:30) Bum bum trovão. Deixe o telhado de zinco / tocar.

(4:36) Stomp, stomp, aleluia. Ouça o campo molhado / cantar. Senhor, eu Te amo no / relâmpago.

(4:45) Te amo na chuva. Ensine meu coração teimoso / a amar através da raiva e através da / dor. Eu posso odiar o mal que eles estão fazendo.

(4:56) Ainda orar para que seus corações se voltem. Eu / não quero vê-los perecer. Eu quero / vê-los aprender. Vou ficar ao lado do seu / povo. Não estou prestes a correr. Senhor,

(5:12) traga-os ao arrependimento. Enquanto houver / ainda tempo / sob o sol,

(5:21) o Senhor me ama através da minha tolice. O Senhor / ouviu meu pedido da meia-noite. Não me deixe / trancar a porta da misericórdia. O Senhor abre bem para / mim. Sou pó dentro destas botas de trabalho.

(5:35) Não sou juiz no seu trono. Cada / fôlego que enche este peito velho é uma / bondade só sua.

(5:45) Deixe a justiça aliviar o fardo. Deixe / o arrependimento mudar seus caminhos. Deixe as / mãos que tiraram, restaurarem. Deixe a verdade / sobreviver à névoa.

(5:59) Eu não estou pedindo para o Senhor esmagá-los. Estou pedindo para ajudá-los a ver.

(6:03) E enquanto o Senhor estiver trabalhando nos / corações deles, continue trabalhando, Senhor, em mim.

(6:10) Bum bum trovão. Deixe o telhado de zinco / tocar. Stomp, stomp, stomp. Aleluia.

(6:19) Deixe toda a igreja cantar. Senhor, eu Te amo / no relâmpago.

(6:25) Te amo na chuva. O Senhor me segurou / como um pai através da dor e / da força. Eu os aviso com uma voz gentil. Fique firme contra o erro.

(6:39) Mantenha uma mão estendida para os quebrados e sua / misericórdia na minha canção. Deixe aqueles que trazem / a tristeza se voltarem antes que seu dia / termine. Estamos ainda orando pela conversão deles / enquanto eles ainda estão cansados / sob o sol.

(7:02) Chuva sobre meu vizinho, Senhor, e chuva / sobre mim, também. Cultive um pouco mais de / perdão no trabalho que o Senhor me dá para / fazer. Estas botas continuarão de pé.

(7:17) Estes joelhos se dobrarão para orar. Eu amo / o Senhor, poderoso pai. Obrigado por / mais um dia.

Comentários / Commentary do GEMINI AI 

Português:


A letra é uma reflexão profunda sobre a tensão entre a justiça e a compaixão. 

O autor utiliza a imagem da chuva, um elemento da natureza que cai indistintamente sobre todos, para descrever a graça divina. 

A mensagem central é que manter a integridade e defender os vulneráveis não exige endurecer o coração a ponto de desejar a destruição do próximo. 

É um apelo por arrependimento e reparação, mantendo a humildade de quem também precisa de misericórdia.

English:


A deep reflection on the tension between justice and compassion. 

The author uses the image of rain, a natural element that falls indiscriminately upon everyone, to describe divine grace. 

The central message is that standing with integrity and defending the vulnerable does not require hardening one's heart to the point of wishing for others' destruction. 

It is a plea for repentance and restoration, while maintaining the humility of one who also needs mercy.