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sábado, 20 de abril de 2013

BRASIL SECULO XXI : ABUSOS, VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS, DISCRIMINAÇÃO RACIAL E SOCIAL EM FALSOS CONDOMINIOS NEGA ESTADO DEMOCRATICO DE DIREITO

No Brasil, onde a miscigenação racial é bem-vinda, a integração social não leva à igualdade econômica


The Washington Post 2013-03-17RIO DE JANEIRO — Muitos brasileiros consideram seu país como democracia racial onde as pessoas de grupos diferentes durante muito tempo ligaram-se por casamento, e resultam numa população com grande miscigenação racial. Mas basta voce  ligar a TV, abrir o jornal ou passear pelas ruas para se deparar com claras evidencias de segregação. No Brasil, os brancos estão no topo da pirâmide social, dominando profissões que conferem riqueza, prestígio e poder. Pessoas de pele escura estão no fundo da piramide social, relegadas em cuidar da limpeza das casas, das crianças e dos idosos pois que outros e cuidam de suas crianças e o idoso. leia mais...  read more ...
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APOSENTADOS , IDOSOS , NEGROS , MINORIAS  
AINDA LUTAM POR LIBERDADE , IGUALDADE E JUSTIÇA 
Nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, e em muitos outros, alguns dos piores aspectos da historia brasileira estão sendo revividos. O conluio de governantes municipais , por ação e por omissão, está possibilitando a privatização ilegal das praias , ruas e outros bens publicos de uso comum do povo. Bairros urbanos são "transformados" , do dia para a noite em "grandes condominios fechados" . Paralelamente, grandes loteamentos são anunciados e vendidos, ilegalmente, como "grandes condominios fechados", enganando a população, e transferindo para os compradores dos LOTES os custos de implantação dos equipamentos urbanos essenciais, tais como pavimentação das ruas, instalação e fornecimento de energia eletrica , água e esgoto, e serviços publicos de conservação , limpeza , coleta de lixo e segurança publica.
São os chamados "falsos condomínios", ou "condominios irregulares", muitas vezes fechados por moradores, que se organizam em associações civis, com fins LUCRATIVOS, e que passam a praticar o maior golpe de estelionato já aplicado contra os cofres publicos, e contra a população. Ninguém esta livre da sanha de "dominação" e da corrupção do "poder paralelo" dos novos "coronéis", "barões", "condados", que se arvoram em "protetores" das artes, do meio ambiente, da cultura, dos direitos humanos, para , assim, mais facilmente explorar os vizinhos, impondo-lhes cobranças ilegais de fictas "cotas condominiais", sem nenhuma fiscalização, sem pagar imposto de renda, sem ética, sem moralidade, sem vergonha, sem respeito ao ordenamento juridico da Nação !!!!

Published  12/12/2012
Preconceito e ganancia : As raizes dos falsos condominios e da privatização ilegal dos espaços publicos na Bahia - Brasil  
Um documentario da Mobilização Comunitária do Litoral Norte da Bahia  clamando pela restauração do DIREITO CONSTITUCIONAL de livre circulação nas ruas publicas e de livre uso das praias pela população 
Resultado de um trabalho de mais de dois anos, o documentario Preconceito e ganancia : As raizes dos falsos condominios e da privatização ilegal dos espaços publicos denuncia as ilegalidades praticadas contra o povo brasileiro, a partir da perspectiva das comunidades circunvizinhas, afetadas , criminalizadas e discriminadas por estes "novos senhores feudais"
Este filme é uma publicação independente, feita com a participação das lideranças comunitárias locais, e surgiu como uma necessidade de denunciar estes abusos, depois que a denuncia gravada pelo programa CQC da TV Bandeirantes ( 1 semana de filmagens no local ) foi CENSURADA ( não se sabe por quem ) e NÃO FOI ao AR, para grande decepção de toda a comunidade, e uma vergonha à liberdade de imprensa no Brasil .
Esta estoria real é contada pelos ativistas de direitos humanos, pelos cidadãos conscientes de seus deveres para com a preservação da Democracia no Brasil, advogados, e vitimas dos abusos praticados pelos falsos condominios .
Neste documentario eles se juntam para lutar pela defesa dos seus direitos humanos, e expor, à toda a sociedade, a pratica ilegal de privatização ilegal e inconstitucional dos bens publicos de uso comum do povo, o racismo, os crimes ambientais, e o lucro ilegal dos administradores dos falsos condominios. Eles exigem o respeito e a proteção do Estado aos seus direitos de ter acesso e de transitar livremente pelas praias,  ruas , praças , lagoas, parques e outras áreas publicas, garantia constitucional do direito de ir e vir.
Assistam a introdução . Direção: Roberval de Oliveira
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Cidadãos brasileiros discriminados por falsos condominios, exigem respeito aos seus direitos humanos à sua liberdade de ir e vir .

Enquanto o Rio de Janeiro se prepara para hospedar dois dos maiores eventos mundiais,  a Copa do Mundo de 2014, e as Olimpiadas de 2016, a cidade trabalha para "limpar" a sua imagem , aumentando o policiamento e a repressão às milicias que atuam em favelas .


Mas, nada está sendo feito em defesa dos direitos à segurança publica, liberdade de ir e vir, liberdade de associação e desassociação de milhares de cidadãos , trabalhadores, honestos, idosos, aposentados , e pensionistas do INSS, que continuam a ser explorados por falsos condominios que usurparam e fecharam ruas publicas, e praias, e que impõem regime de terror contra todos aqueles que se recusam a participar de suas atividades ilegais, e se negam a financiar o enriquecimento ilícito, verdadeiro estelionato, imposto contra a lei e a constituição federal . 



Assistam ao depoimento do idoso  LUIZ GEORG KUNZ que está lutando na justiça para não perder sua casa propria, unico bem de familia, depois de ter sido condenado , ilegalmente , a pagar "cotas de condominio" a uma associação de moradores, que não lhe presta serviço nenhum, e da qual ele sempre se recusou a participar !


LUIZ GEORG KUNZ - ABATIDO PELO CANCER - PILHADO POR CONDOMINIO ILEGAL
O AGRAVO DE INSTRUMENTO CONTRA A INADMISSÃO DE SUA APELAÇÃO VAI SER JULGADO NA PROXIMA QUINTA FEIRA - DIA 25 DE ABRIL - PELA 20 CAMARA CIVIL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO - DEPOIS DE QUASE 1 ANO PARADO

SAIBA MAIS LENDO O PEDIDO DE JUSTIÇA E DE LIBERDADE ASSINANDO AQUI 

Leiam o excelente artigo-denuncia da DEFESA POPULAR contra o "ativismo judicial" desprovido de fundamentação legal, que afronta a autoridade das Cortes Supremas do Brasil para condenar cidadãos a perderem suas moradias, casas proprias , unico bem de familia , intitulado "NÃO RESPEITAR A HIERAQUIA INSTITUCIONAL É PROMOVER O CAOS SOCIAL " postada em 19 de abril de 2013 em  http://defesapopular.blogspot.com.br/

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CARTA AO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Exmo. Senhor Ministro CEZAR PELUSO - Presidente do Supremo Tribunal Federal – Brasília

O Brasil vive uma situação de insegurança jurídica intolerável diante de alarmantes fatos que agridem de forma explícita direitos civis fundamentais que constituem sua democracia, tanto de nativos quanto estrangeiros. Famílias perdendo suas casas. Aposentados perdendo suas casas. Gente simples exercendo o direito de não se associarem à força e que nunca morariam em condomínios legalmente constituídos, agora tratados como condôminos endividados. A furiosa sanha por lucros de administradoras e associações de moradores combinado a uma justiça que confronta sistematicamente os regimentos básicos da constituição.

É coerente que num estado de pleno direito civil, o engajamento de todos os setores da sociedade em torno de uma causa comum seja um indicativo orgânico de sua saúde social e política. Associações por sua vez também são constituídas para dar voz a cidadãos e entidades objetivamente engajados em dialogar e propor soluções junto aos poderes públicos, soluções estas que buscam corrigir ou diminuir problemas que afetam a nação como um todo.

Neste quadro todas as esferas sociais devem estar incluídas, pois todos contribuem e recebem do erário público, na forma de serviços básicos como saúde, segurança e educação. Havendo um desacordo, uma dessincronia entre contribuição e recebimento, um estado de relaxamento implanta-se entre cidadão e poder público. Esta dessincronia manifesta-se da seguinte forma: o contribuinte que tem menos fia-se única e exclusivamente no retorno do poder de sua contribuição, a saber: saúde, educação, segurança, planejamento. Por sua vez, o contribuinte que tem mais já não faz usufruto do que lhe é de direito, dando preferência às categorias privadas de serviços: planos de saúde, escolas particulares, segurança privada; sem no entanto poder abdicar dos impostos do estado . Ocorre então a situação anômala do cidadão que tem menos coagido pelas associações e sentenciado pela justiça a pagar “dupla tributação”, uma oficial e outra paralela. Esta dessincronia solapa a credibilidade de um estado democrático e implanta o poder do patrimônio privado, relaxando as obrigações e deveres entre cidadão e poder público (civitas) e aumentando a distância entre teoria e prática do uso dos espaços públicos e bens comuns da sociedade civil.

A face perversa desta matemática não são os serviços públicos e os tributos oficiais não raro desproporcionais que o contribuinte deve arcar, mas sim a paulatina absorção de um estado de direito de fato por um estado de pseudo-direito relativo, traiçoeiro, demagógico e que reduz a soberania da constituição em prol do corporativismo de uma influente parcela abastada. O direito do morador de participar dos negócios públicos (polis) em função da coletividade perde seu sentido quando a intenção final é segregar, dividir, distanciar, estigmatizar e espoliar. Usurpação é o termo para esta crise de valores que corrói silenciosamente o estado democrático do país. Igualmente é o termo com o que vítimas públicamente humilhadas, denegridas, agredidas, reduzidas à condição de insolvência financeira e rotuladas como ilícitas devem lidar.

Aqui a situação absurda implantada pelo poder público sob as vistas bondosas da justiça precisam ser sublinhadas para que se afaste de vez interpretações capciosas: os bairros comuns denominados em regime de exceção como “células” ou “bolsões residenciais” submetem todos os seus moradores a um golpe administrativo e financeiro que gera lucros ilícitos a terceiros e lesa o contribuinte que depende dos serviços básicos. As prefeituras continuam cobrando a manutenção asfáltica mas desoneram-se de seus deveres, ao passo que a conservação das ruas e a segurança pública são sistemáticamente terceirizadas. O contribuinte que deveria ter acesso a estes direitos é triplamente lesado: primeiro porque paga ao Estado um tributo obrigatório e não tem como dele se desvincular. Segundo porque não recebe os serviços básicos que são matéria destes tributos (sabe-se que terceirização em lugar da segurança pública não muda as estatísticas de criminalidade). Terceiro porque a “tributação paralela” implantada pelas associações é coercitiva e ampara-se no mecanismo de uma justiça taylorista como forma de intimidar os cidadãos que a ela se opõem.

A face perversa continua no olhar amedrontado de idosos que presenciam em curto espaço de tempo mudanças dramáticas no bairro: muralhas, cancelas, rondas particulares, cobranças compulsórias e notificações judiciais. Além dos notíciarios que falam de assaltos, seqüestros e violência, deverão no limite de suas forças ainda lidar com a iminente penhora de seu bem imóvel e de todos os limitados recursos guardados para o outono de suas vidas, e pior, com a anuência da justiça que deveria antes de tudo estar atenta à soberania da carta magna.

Documenta-se casos de aposentados acometidos por severa catatonia, desacreditados e desassistidos pelos novos vizinhos que aplaudem a chegada dos oficiais de justiça para a perícia dos bens. A renda que recebem da aposentadoria coloca-os diante de uma faca de dois gumes: gastar uma parcela em remédios ou aceitar a imposição de um gasto que definitivamente não trará benefícios objetivos para a nação. As benfeitorias destes enclaves que se querem condomínios tornam-se questionáveis quando operam na superfície da mais óbvia pátina que a aparência pode oferecer.

A dubiedade operada no frágil psiquismo de quem compra a segurança privada cobrando partilha de taxas ao não associado escancara-se nas guaritas faraônicas e nos custos proibitivos da manutenção de signos de prosperidade financeira em lugar de segurança efetiva. Dúbio porque utiliza como álibi uma preocupação comum que afeta a todos oferecendo em contrapartida uma solução que amplifica sua distinção social. Dúbio porque a argumentação da parcela instruída dos que defendem a condominização compulsória do país amparado no “Fato Social” reduz-se à venalidade e promoção comercial quando observados de uma ótica humana. E de que outra coisa falamos que não a óbvia segregação entre ricos e pobres? Apenas que a lei que antes assegurava a isonomia de direitos, a dignidade e a proteção do cidadão (societas) ante as arbitrariedades do Estado e do livre jogo de mercados encontra-se sistemáticamente abalada. Citemos uma passagem do artigo Cidade, Cidadania e Segregação Urbana de Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro, Coordenador do Observatório de Políticas Urbanas e Gestão Municipal – IPPUR/FASE/UFRJ:

Há portanto, hoje em dia, mudanças ou “rupturas no processo histórico” que impactam de forma específica [...], a polis (o direito do morador de participar nos negócios públicos) aumenta enquanto o civitas (relações fundadas em direitos e deveres mutuamente respeitados) permanece hipertrofiado e o societas (direitos de proteção do morador contra a arbitrariedade do estado, proteção dos valores sociais diante do livre jogo do mercado) praticamente inexiste.

Assim abalou-se também a confiança nas justiças municipais e estaduais que acolheram argumentos estapafúrdios como “enriquecimento ilícito” dando ganho de causa às associações de bairros que estimulam seus moradores a pensar e a agir como especuladores de seus próprios bens imóveis.

É preciso advertir que o estado democrático só será entendido como tal se as decisões judiciais forem previsíveis e se estas emanarem de uma constitucionalidade objetiva e transparente, e não difusa e atropelável como muitos juízes preferem conduzir. Tais valores particulares retrocedem ao período em que uma minoria apoiada num poder concentrado (aristocracia) governava o estado. Vale a pena resgatar o conceito de Montesquieu sobre o poder coletivo da democracia ante o poder de uma minoria que controla o estado em defesa de seus particularismos. Diz Montesquieu que - quando, em república, o povo, formando um só corpo, tem o poder soberano, isso vem a ser uma democracia. Quando o poder soberano está nas mãos de uma parte1 do povo, trata-se de uma aristocracia. E na aristocracia a soberania invariavelmente estará nas mãos de um certo número de pessoas. São elas que fazem as leis, e as fazem executar. Marca distintiva da aristocracia é a desigualdade de direitos, a desproporcionalidade na punição dos delitos e o patrimonialismo que subtrai o direito do próximo tendo como único fim expandir, absorver e particularizar os bens coletivos e de uso comum do povo.

O espaço acolhedor do lar tece teias de significações afetivas que dão identidade e pertencimento à família envolvendo seus membros em torno de uma história comum, um chão seguro, uma referência que será constante nas relações sociais de um indivíduo durante as várias fases de sua vida. A casa paterna, a casa materna, a casa dos avós, a casa própria, a casa simples mas digna e segura. Esta não é a casa deliberada pela justiça brasileira, mas sim objeto de empenho transacionável como ativo de risco. Portanto entendamos da seguinte maneira: seus residentes prestidigitaram de forma especulativa e nada inocente anos antes da associação que os colocou na berlinda existisse. Especularam sobre as ruas tranqüilas que atrairiam enormes mansões, especularam sobre as muralhas imponentes que circundariam estas mesmas ruas, especularam sobre as rondas particulares com seus giroscópios pulsantes, especularam sobre a valorização de sua casa mesmo nunca tendo celebrado contrato com qualquer corretora de imóveis o de mercados futuros. É no entanto imprescindível saber que a família em questão erigiu seu lar pagando impostos para que se assegurasse condições mínimas para a educação de seus filhos, para o cuidado de seus idosos e para a dignidade dos que diariamente trazem comida à mesa, e não especulando sobre possíveis ganhos ou perdas no valor do imóvel.

A decisão de construir um patrimônio excedente para as contingências do futuro demanda maturidade financeira e conhecimentos que se adquirem com tempo e prática, e não raro, envolve riscos que só podem ser dimensionados a partir do comum acordo de todos que se encontram sob o mesmo teto. A primeira casa, a casa única, primordial, é no entanto garantia da continuidade da família, é a guarida que separa o mundo das pessoas jurídicas com o das pessoas físicas, é o lugar onde se deve aprender o limite da extensão dos direitos pessoais em detrimento do respeito aos direitos do próximo, da fraternidade, do amor, da solidariedade, da tolerância. O investimento de tal santuário é antes de tudo humano.

Mas a justiça presume o entendimento de nova modalidade de família afetada pelas cartilhas de associações e guildas do mercado imobiliário: frívolos, materialistas, aparentes, com vínculos afetivos baseados a partir do consumo e da posse de objetos. Os valores anteriores ao liberalismo econômico subsistem claramente nas marcas e produtos que simulam imagens tradicionais intencionalmente vinculados à segurança da matriz familiar, a nomes de lugares e coisas ressuscitados em campanhas publicitárias e que só se ouvia “da boca de nossos avós”. Temos a família do Portal dos Manacás, a família do Residencial Florada da Serra, do Condomínio Jurupês, do bolsão dos Marqueses. E temos a família dos Citroëns, a família dos Renaults e a família dos Audis. Certamente é a família de uma marca de margarina que mais prontamente se apresenta como conceito subjetivo quando procuramos apressadamente ordenar nossa psique.

O apreço pela imagem especular interpôs-se diante da essencialidade dos valores humanos, coisa que em nenhuma instância pode o ordenamento jurídico tomar partido. Questiona-se então qual a solidez dos argumentos que levam associações de bairro a concluir que a estética de suas mansões recentemente erigidas contribuem efetivamente para a valorização do humilde imóvel de seu vizinho, tendo este por sua vez que arcar também com os custos dos investimentos alheios que lhe vêm de forma tirana , ignóbil e interesseira. Note-se que a partir deste ponto nem se argumenta mais sobre os incrementos performáticos e espetaculosos da segurança privada que age à margem do estado e dentro dos muros de células, bolsões e pseudo-condomínios residenciais.

Diante desta interpretação infamemente deformada, é urgente que a justiça aja em uníssono em todas as suas esferas, e que interrompa esse ciclo de incertezas que atormenta as vítimas dessa enorme pressão psicológica que traz malefícios à saúde e mitiga suas expectativas de vida. Dar ganho de causa às associações de bairro que subtraem enormes porções do tecido urbano com sua cosmética condominial e suas taxas impositivas e fundamentalmente anti-constitucionais afronta os direitos humanos e instaura fissura perigosa no direito básico de moradia: é o mesmo que o estado entregar os marcos regulatórios da lei de parcelamento de solos a um mercado selvagem e sectário que desalojará e penhorará as posses limitadas de famílias que não aceitarem as regras do jogo.

Acatando discursos de terceiro setor empregados desavergonhadamente no jogo raso e perverso de associações e administradoras que se fantasiam em pele de cordeiro, a justiça não fará mais que destruir famílias e condenar cidadãos que contribuíram para o Estado a vida inteira a uma dolorosa e irreparável insolvência da qual não tem culpa. Tal desamparo legal constitui-se em insidiosa violência contra os direitos humanos, pois fortalece as tensões sociais ao instaurar uma democracia de poucos em detrimento da verdadeira democracia.

Encaminho esta carta em duas vias, uma para a embaixada do Brasil, em Hansaallee 32A e outra para o escritório da Human Rights Watch, Poststrasse 4/5, Berlim.

Berlim, 06 de fevereiro de 2011

Oliver Mann

Carta à Presidência da República do Brasil SAE - 09/06/2010 às 22:31

Na condição de estrangeiro residente no Brasil e onde passei a maior parte de minha vida, sinto-me no dever de externar a mais profunda gratidão pela formação intelectual e cultural que me foi concedida, sendo que hoje me é quase impossível dizer que não sou brasileiro toda vez que cruzo o espaço Schengen.
Nossa família firmou raízes no Brasil em 1974, e sendo filho de pai europeu e mãe asiática os valores cultivados em nossa casa foram sempre dos melhores de cada cultura, e aí incluo com muito orgulho, os brasileiros.
Como toda leva de estrangeiros que buscam nesse imenso país os começos e recomeços de uma vida e o anseio de pertencimento a um chão, a uma morada acolhedora e ponto referencial de toda história familiar, prezamos muito pelo sentido latente que a palavra “casa” tem para nós. Sabemos no entanto que esta adquire conotação diversa para um corretor de imóveis, para um urbanista e para um arquiteto.
Para mim, tanto quanto para meus pais, “casa” tem um valor fundamentalmente fenomenológico, lugar de afetos e de vivências íntimas que delimita o privado do público e nos dá condições de individualidade, sem sermos, no entanto, individualistas.
Esta segurança foi abalada alguns anos atrás, quando, por uma interpretação infeliz da justiça da primeira instância de nossa cidade, acabamos condenados a ter nossa casa posta ao escrutínio legal por não termos nos aderido voluntáriamente a uma Associação de Bairro que, contra todo o bom senso, nos cobra por serviços de segurança e manutenção de um bairro comum que a priori, são obrigações da municipalidade. Com o pleno entendimento entre as diferenças de um lote condominial e de um lote público, pergunto a quem cabe o ônus dessa insegurança jurídica que se espalha por boa parte do país e que já faz vítimas entre famílias de rendas mais baixas que vêem o trabalho de uma vida inteira à baila de uma justiça tecnicista onde se escoram administradoras impetuosas.
O direito de preservar o sentido de “casa” como fruto do esforço é tão fundamental quanto o direito de ir e vir, de se associar ou não, de votar e exercer um credo religioso. Agora, resta a nós a peremptória acusação de que enriquecemos ilícitamente por termos a nossa “casa” valorizada pelas benfeitorias implementadas compulsóriamente por administradoras condominiais, e terceirizadas pela Associação de Bairro.
Creio eu, de agora em diante, não possuirmos mais uma “casa”, e sim um ativo de risco factível de ser especulado num mercado de ações, e toda nossa história talvez não passe de um simulacro.
Se pretendemos um país melhor não deveremos esperar até 2022 para que algumas distorções jurídicas que ameaçarão os que se aposentam daqui a doze anos sejam afastados desde já. É com esse teor que clamo para que a revisão da Lei n. 6.766/1979 que regula o parcelamento do solo urbano seja analisado com a máxima prudência possível.
Eu espero um país igualitário, sem muros e cancelas que me afastem de minha “casa” e a dos outros.
Com o mais extremado respeito,
Oliver Mann
RNE-W294629-F

1o SIMPOSIO BRASILEIRO CONTRA A IMPUNIDADE DIA 24 DE ABRIL EM BRASILIA

BRAZIL XXI CENTURY : Humans Rights Abuses, racial and social segregation in false condominiums denies Democracy


In Brazil, where racial mixing is welcome, social integration doesn’t equal economic equality
The Washington Post 2013-03-17RIO DE JANEIRO — Many Brazilians cast their country as racial democracy where people of different groups long have intermarried, resulting in a large mixed-race population. But you need only turn on the TV, open the newspaper or stroll down the street to see clear evidence of segregation. In Brazil, whites are at the top of the social pyramid, dominating professions of wealth, prestige and power. Dark-skinned people are at the bottom of the heap, left to clean up after others and take care of their children and the elderly. read more ...
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RETIRED , ELDERLY , DARK-SKINNED PEOPLE , SOCIAL MINORITIES  
REQUIRE   FREEDOM , EQUALITY AND JUSTICE
In the Brazilian state of Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, and many other states, some of the worst aspects of Brazil's land history are being repeated. Local governments are colluding in the privatization of beaches and other public lands. Housing subdivisions are transformed overnight into huge gated communities. These gated communities aren´t registered as such. 
They are what we call here false gated communities or false condominiums 

Published  12/12/2012
Prejudice and Greed: The Roots of False Gated Communities and the Privatization of Public Spaces in Bahia-Brazil 
A Bahia North Shore Community Mobilization Film Advocating for the Right of Free Access to Public Areas
The result of almost two years of work, the documentary Prejudice and Greed: The Roots of False Gated Communities and the Privatization of Public Spaces in Brazil exposes these illegalities from the perspective of the affected society. 
The film was independently made, with the participation of key community leaders. 
This story is told by activists and citizens, victims of these outrages committed by false gated communities. They have come together to challenge the violation of their rights and expose the illegal practice of appropriation of public land, racism, environmental violations and illicit profiteering. They demand their right to access public space.
WATCH INTRO . Director: Roberval de Oliveira
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Brazilian citizens requires  respect to their human rights and their liberty of go and come on public streets and beaches

As Rio de Janeiro prepares to host two of the world's biggest international events -- the World Cup in 2014 and Olympic Games in 2016 -- the city is working to "clean up" its image.

But nothing is done to provide security , freedom and justice to thousands of citizens , retired and elderly persons explored by "false condominiums" that  usurped public streets and beaches to gain money against federal constitution and law .

Watch : LUIZ GEORG KUNZ fight for his freedom and to keep his house arrested by false condominium

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Leiam o excelente artigo-denuncia da DEFESA POPULAR contra o "ativismo judicial" desprovido de fundamentação legal, que afronta a autoridade das Cortes Supremas do Brasil para condenar cidadãos a perderem suas moradias, casas proprias , unico bem de familia , intitulado "NÃO RESPEITAR A HIERAQUIA INSTITUCIONAL É PROMOVER O CAOS SOCIAL " postada em 19 de abril de 2013 em  http://defesapopular.blogspot.com.br/

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Open Letter to BRAZILIAN SUPREME COURT against BRAZIL´s HUMAN RIGHTS VIOLATIONS

Your Worship

Key Words: Human Rights, Constitution, False Compounds, Double Taxation, Encronchment of Areas of Common Use.

Brazil lives a situation of intolerable legal insecurity in face of the alarming facts that attack in a explicit way the fundamental civil rights that are part of its democracy, both of natives and foreigners. Families losing their houses. Retired people losing their houses. Humble people having the right of not joining forcefully and that would never live in compounds legally built, now are treated as indebted compound residents. The furious greed for profits by residents associations combined to a law that faces basic regiments of the constitution.

It is coherent that in a plain civil rights state, the commitment of all the society sectors on a common case should be an organic evidence of its social and political health. Associations are also made so that citizens can speak their minds and entities objetively commited to dialogue and propose solutions along with the public power. These solutions aim to correct or diminish problems that affect the nation.

In this context all the social spheres should be included, as all contribute and receive from the Treasury. It could be by using the basic services as health, security and education. In case there is a disagreement between tax service and what you receive in return, a relaxing state is set between the citizen and the public power. This disagreement is shown by this way: the taxpayer that has got less rely only on the return of its contribution power, such as health, education, security, planning. In turn, the taxpayer who has got more can’t usufruct of what it has the right, preferring the private categories of services such as medical care, private schools, private security. However, they can’t abdicate the taxes they have to pay to the government. Thus it happens the abnormal situation of the citizen who has less, compelled by the associations to pay “double taxation”, one official and the other parallel. This disagreement saps the credibility of a democratic state and install the private heritage power, dismissing the obligation between citizen and public power (civitas) and increasing the distance between theory and practice of public areas and common goods of civil society.

The evil side of this math is not the public services and the official taxes, not rarely  imbalanced that the contributor has to pay, but the gradual absorption from a real right state to a relative pseudo-right state, betrayer, demagogic that reduces.the soverengty of the constitution in favour of the corporatism of an influential wealthy part of the population. The right of the residents to take part on the public business (polis) according to the collectivity loses its meaning when the final intention is to segregate, distance, brand and despoil. The term for this values crisis is usurpation, which erodes silently the democratic state of the country. It is also the term that the victims have to deal with. Victims whom are public humiliated, mistreated, beaten, reduced to the condition of financial insolvency and labelled as illicit.

The absurd situation here installed by the public power under the sights of the good justice need to be underlined so that cunning interpretations can be put apart: the districts denominated as an exception scheme such as “cells” or “bolsões residenciais” submit all their residents an administrative and financial coup that generates ilegal profits and damages the taxpayer that needs the basic services. The city halls keep on charging asphalt maintenance but they discharge themselves from their own duties whereas street conservation and public security are automatically outsourced. The contributor that should have access to all these rights is three times damaged. First because it pays to the Government a mandatory tax and can’t be discharged of that. Second because it doesn’t receive the basic services that are the reason for these taxes. Third because the parallel taxation installed by the associations is coercive and it is based on a taylorist justice as a way of intimidating the ones who are against it.

The evil side continues in the scary sights of elderly people that watch in a short period of time dramatic changes in their villages: walls, gates, private security, charges and legal notifications. In addition the news about kidnapping, violence and robbery. They should within the limit of their strenght still deal with the seizure of their property and all the resources they have been saving for all their lives and to add insult to injury with the nod of the justice that should be aware of the soverengty of the Magna Carta.

It is known that there are some cases of retired people, without any help from neighbours who clap their hands when justice officials arrive for criminal investigations of their goods. The income they earn from their retirement is really tricky. Should they spend part of their salary in medicine or accept the parallel taxation that will definitely not bring any benefits for the nation? The benefits of the ones who intend to be compounds are questionable when they operate on the surface of the most obvious patina that the appearance can offer.

The uncertainty operated in this fragile mental process of the ones that uses the private security, charging to divide the taxes from the one who is not associated is wide open exposed in the pharaonic entrance halls of compounds and also in the abusive costs of maintenance of signs of financial prosperity instead of effective security. It is uncertain because it uses as an allibi a common concern that affects all offering a solution that amplifies their social position. It is uncertain because the argument of the literate part that defend the mandatory compound setting of the country based on the “Social Fact” reduce to venality and comercial promotion when observed by a human optic. What else are we talking about if not the separation of rich and poor? Only that the law that before ensured the isonomy rights, the dignity and the protection of the citizen (societas) in view of the arbitrariness of the State and the free game of markets is if automatically shaken. Let’s quote part of the articleCidade, Cidadania e Segregação Urbana, by Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro, Coordinator of Observatório de Políticas Urbanas e Gestão Municipal – IPPUR/FASE/UFRJ.

Nowadays there are changes or “disruptions in the historical process” that impact in a specific way [...] the polis (the resident right to take part in the public business) increases while the civitas (relations based on rights and duties mutually respected) remains hypertrophied and societas (rights to protect the resident agains arbiriitrarieness of the state, protection of social values in the face of the free game of market) virtually inexist.

Thus the trust in the city and state justice, which accepted outlandish arguments such as “illegal enrichment”, was also shocked, saying that the villages associations who encourage their inhabitants to think and act as speculators of their own property were right.

It is important to be said that a democratic state is only accepted if the legal decisions were predictable and these were based on an objetive and clear constitution and not the opposite as some judges prefer to lead it. It is just like being taken back to the the aristocratic period. It is worth regaining Monstequieu’s concept about the collective power of democracy face the power of the minority who controls the state in favour of their own interest. Montesquieu said that while republic the people being only one body has all the rights and this is a democracy. If it is on the hands of only one part of the population, it is called aristocracy. And when it is an aristocracy the power is going to be only on the hands of a few people. They create the law and they make them work. One of the remarks of aristocracy is the unequal rights, uneven punishment of crimes and the patrimonialism that takes off the right of the next one. The only aim is to expand and privatize the collective goods.

The house is a cozy place, it has got a lot of meanings, and it gives people identity and family belonging and it gives people a common history. A safe place to be, a reference that will always be in the social relationships of a human being during different parts of its life. The father’s house, the mother’s house, the grandparents’ house, your own house, the humble but honest and safe house. This is not the house deliberated by the brazilian justice, but an object of trade effort as active risk. They speculate about the tranquil streets that attracted huge mansions, they speculate about walls that would surround the same streets, they speculate about private security, they speculate about the appreciation of their house even though they have never celebrated contract with any real state agency or future market. So it is necessary to know that the family built its home paying all the taxes so that it could be sure to give condition to educate their kids, to take care of their elderly and for the dignity of the breadwinner, definitely not speculating about possible profits or loss in the property value.

The decision to build an extra property for future demand depends on financial maturity and also knowledge that is acquired along the time and practice and it is also a risk that can only be measured by the agreement of all the people who share the same shelter. The first house, the only house, is the guarantee that a family can grow bigger, it is the place that separates the natural person and the legal person’s world, due to the people’s respect, fraternity, love, solidarity and tolerance. The investment on this sacred place is humane.

But the law assumes a new genre of family affected by these villages associations and property administrators: useless, materialist, apparent, affective bonds based from the consumption and the possession of objects. The values that came before the economic liberalism obviously remain in brands and products that show traditional images intentionally connected to family security, they are places’ names and things revived in advertisement campaigns that we used to hear only from our grandparents. It is surely the image of a margerine brand family that immediately shows as a concept when we try quickly to order our minds. We have Portal dos Manacás family, Residencial Florada da Serra family, Condomínio Jurupês family, bolsão dos Marqueses family. But also the Citroen family, the Honda family and the Audi family.

The Editorial Market on the other hand specializes itself in campaigns targeting the inner-walls consumers, launching great visual appeal magazines, making its participants being part of a reality based on sophism. Luxury as a way to show social position and the hedonist consumption is what presents a resident of a false compound, who tries to gain more and maintain its material heritage with no concern to the limits it has as a citizen. The sites with short walls threaten its properties, as outside looks could check its house. The old residents must therefore adjust their places to the new pattern ruled by the fast village expansion or what has been more common: give up having their own house before they are sued for illegal enrichment.

The image steem seems to interfere more and more in the essencial human values and this should never be worked by the legal framework. It is asked which argument take villages associations to conclude that the style of mansions recently built contribute to the appreciation of your neighbour property, so that this one has to pay for the maintenance done by others. From this point on it is not said about improvements on private security that acts outside the state and inside the walls of this territory.

In face of this disonestly distorted interpretation, it urges that the justice acts together in all its spheres, and that it stops this circle of uncertainties that annoys victims of this psychological pressure that causes them harm to their health and reduce their lives expectations. If villages associations win the case, gaining huge portions of urban area and their mandatory taxes e fundamentally anti-constitutional goes agains human rights and installs a dangerous gap in the rights of basic living. It is the same as if the state gives the rules of soil sharing to a wild market that will dislodge the families that do not accept the rules of the game.

Accepting the speech of outsource sector employees shamelessly in the evil game of associations and administrations pretend to be lambs, justice won’t do more than destroy families and convict citizens that have contributed to the state thrir whole life to  a painful and unsolvable situation, which they have no guilt. This legal abandon is made by violence agains the human rights, as it strenghts the social tensions when they install a democracy of few instead of having a real democracy.

Most respectfully yours

Oliver Mann

 I direct this twofold letter to the Human Rights Watch office, Poststrasse 4/5, Berlim.
Brazil Embassy, in Hansaallee 32A - German and to:

Ilmo. Presidente do Supremo Tribunal Federal - STF
Ministro Joaquim  Barbosa
Praça dos Três Poderes
70175-900 Brasília DF   Brazil

Ilmo. Presidente do Superior Tribunal de Justiça - STJ
Ari Pangendler
SAFS – Quadra 06  - Lote 01 – Trecho III
70095-900 Brasília DF    Brazil

Ilmo.Ministro do Supremo Tribunal Tribunal Federal - STF
Luiz Fux
Praça dos Três Poderes
70175-900 Brasília DF     Brazil

Ministério Público do Estado de São Paulo
Rua Boa Morte 661 – Centro
13480-181  Limeira  SP   Brazil 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

PRECES A SANTO EXPEDITO - O Santo das causas JUSTAS e URGENTES !


19 de ABRIL - Igreja comemora hoje o dia de SANTO EXPEDITO - O Santo das causas JUSTAS e URGENTES

IGREJA CATÓLICA COMEMORA O DIA DE SANTO EXPEDITO EM TODO O BRASIL 
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE SUA PAROQUIA 
clique aqui para ver VIDEO do G1 do Padre Flávio Rosa da CAPELA DE SANTO EXPEDITO 
Segundo o padre Flávio Rosa, Santo Expedito é lembrado por interceder junto a Deus para solucionar as causas urgentes e que a data deve servir para que as pessoas sigam os passos do santo e acreditem mais em Jesus Cristo.

VÍDEO EM HOMENAGEM A SANTO EXPEDITO 

CONHEÇA A VIDA E AS OBRAS DE SANTO EXPEDITO clicando aqui 

Oração a Santo Expedito

Pode servir também para tríduo ou novena

Ó Deus, que intercessão de Santo Expedito nos recomende junto a Vossa Divina bondade, a fim de que, pelo seu auxílio, obtenhamos aquilo que nossos próprios méritos são impotentes para alcançarmos, Assim seja.
Nós Vós pedimos, Senhor, que orienteis, com Vossa graça, todos os nossos pensamentos, palavras e ações, para que eles encontrem em Vós, seu princípio e sejam por intercessão de Santo Expedito levados com coragem, fidelidade e prontidão em tempo próprio e favorável, a bom e feliz fim. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim seja.

Súplica a Santo Expedito

Ó Santo Expedito! Animados pelo conhecimento de que foram prontamente atendidos todos aqueles qu vos invocaram à à última hora , para negócios urgentes, nós vos suplicamos, que nos obtenha da bondade misericordiosa de Deus, por intercessão de Maria Imaculada (hoje ou no dia), a graça de (fazer o pedido) que, com toda submissão, solicitamos da bondade Divina.
Rezar Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

Oração ao Poderoso Santo Expedito

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo, socorra-me nesta hora de aflição e desespero, meu Santo Expedito Vós que sois um Santo guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, proteja-me. Ajuda-me, Dai-me força, coragem e serenidade. Atenda meu pedido (Fazer o pedido). Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja de todos que possam me prejudicar, proteja minha família, atenda ao meu pedido com urgência. Devolva-me a paz e a tranqüilidade. Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé.
Muito obrigado.
(Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e fazer o sinal da cruz)

Ladainha de Santo Expedito

Para quem tem urgência de algum problema. Reza-se durante 9 dias.

Senhor, tende piedade de nós,
Jesus Cristo, tende piedade de nós,
Senhor, tende piedade de nós,
Jesus Cristo, escutai-nos,
Jesus Cristo, aendei-nos,
Pai Celeste que sois Deus, tende piedade de nós,
Deus Filho, redentor do mundo, tende piedade de nós,
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós,
Santa Maria, rainha dos mártires, rogai por nós,
Santo Expedito, invencível atleta da fé, rogai por nós
Santo Expedito, fiel até a morte, rogai por nós
Santo Expedito, que tudo perdestes para ganhar Jesus Cristo, rogai por nós
Santo Expedito, que sofrestes os golpes da chibata, rogai por nós
Santo Expedito, perecestes gloriosamente pela espada, rogai por nós
Santo Expedito, que recebestes do Senhor a coroa de justiça que Ele prometeu aos que O amam, rogai por nós.
Santo Expedito, patrono da juventude, rogai por nós.
Santo Expedito, auxilio dos estudantes, rogai por nós.
Santo Expedito, modelo dos soldados, rogai por nós.
Santo Expedito, protetor dos viajantes, rogai por nós.
Santo Expedito, advogado dos pecadores, rogai por nós.
Santo Expedito, saúde dos doentes, rogai por nós.
Santo Expedito, mediador dos pleitos, rogai por nós.
Santo Expedito, nosso socorro nas questões urgentes, rogai por nós.
Santo Expedito, que nos ensinais que jamais é necessário remeter para o dia seguinte, para pedir com ardor e confiança, rogai por nós.
Santo Expedito, sustentáculo fidelíssimo dos que esperam em vós, rogai por nós.
Santo Expedito, cuja proteção à hora da morte é uma garantia salvação, rogai por nós.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, atendei-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nos, Senhor.
Jesus Cristo, escutai-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Santo Expedito, rogai por nós, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Amem!

Sinal da Cruz:

(Sinal da Cruz na testa) Pelo Sinal da Santa Cruz
(Sinal da Cruz na boca) Livrai-nos Deus Nosso Senhor
(Sinal da cruz no Peito) dos nossos inimigos
(Sinal da Cruz) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.

Credo

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso,
Criador do céu e da terra,
creio em Jesus Cristo Nosso Senhor,
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai,
de onde a de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na Santa Igreja Católica,
na comunhão dos Santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne,
na vida eterna.
Amém.

Pai Nosso

Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o vosso nome,
vem a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
não nos deixei cair em tentação
mas livrai-nos do mal.
Amém.

Ave Maria

Ave Maria,
cheia de graça,
o Senhor é convosco,
bendita sois Vós entre as mulheres,
bendito é o fruto em Vosso ventre,
Jesus.
Santa Maria Mãe de Deus,
rogai por nós os pecadores,
agora e na hora da nossa morte.
Amém.


Salve Rainha

Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia,
vida e doçura esperança nossa salve!
A vós bradamos degredados filho de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste
vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai Jesus bendito fruto em vosso ventre,
ó clemente,
ó piedosa
ó doce e Santa Virgem Maria.
Rogai por nós Santa mãe de Deus.
Para que sejamos sempre livre do pecado,
protegido de todos os perigos
e dignos da promessa de Cristo.


Glória

Glória ao Pai,
e ao Filho e ao Espírito Santo,
assim como era no princípio,
agora e sempre,
por todos séculos do séculos.
Amém.

AGRADECEMOS A DEUS 
A JESUS, A N.SRA. E A SANTO EXPEDITO POR TODA AJUDA QUE NOS TEM SIDO PRESTADA, SEMPRE !
AMEM !

quinta-feira, 11 de abril de 2013

APOIE O MINISTERIO PUBLICO CONTRA A PEC - 37 - ASSINEM O MANIFESTO NACIONAL





CONVITE

MANIFESTO PAULISTA CONTRA A PEC 37

Está em votação no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional, a PEC 37, também conhecida como "PEC da Impunidade", que tira o poder de investigação dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal. Caso seja aprovada, praticamente deixarão de existir investigaçõescontra o crime organizado, desvio de verbas, corrupção, abusos cometidos por agentes do Estado e violações de direitos humanos.

Temos a honra de convidá-lo(a) para o lançamento do Manifesto Paulista Contra a PEC 37, organizado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público Federal em São Paulo, Escola Superior do Ministério Público, Associação Paulista do Ministério Público e Movimento do Ministério Público Democrático. O evento será nesta sexta-feira (12), a partir das 10h, na Escola Superior do Ministério Público e marca o fim da Semana de Mobilização Contra a PEC 37 que está acontecendo em todo o Brasil.

Procuradores e Promotores de Justiça, formadores de opinião e sociedade civil organizada estarão juntos para se manifestarem sobre a importância das investigações do MP e dizerem “Não à PEC 37!”.

O Manifesto Paulista contra a PEC 37 será assinado por membros do Ministério Público (Promotores e Procuradores de Justiça) e entidades da sociedade civil organizada. Na ocasião, será produzida uma foto com os participantes do evento segurando placas com respostas para a pergunta: "Por que sou contra a PEC 37". As fotos farão parte de uma campanha nas Redes Sociais que manterá o Manifesto vivo na internet. 

Todo este material será encaminhado para cada deputado em Brasília, assim como o abaixo-assinado eletrônico www.change.org/pec37, que já reúne mais de 100 mil assinaturas.

A presença no evento deve ser confirmada nos contatos abaixo.

Manifesto Paulista Contra a PEC 37

Data: 12 de abril de 2013
Horário: 10h às 12h
Local: Escola Superior do Ministério Público – Rua Treze de Maio, 1259 – Térreo – Bela Vista - Auditório “Júlio Fabbrini Mirabete”.
Confirmação de presença: Ligar para um dos contatos a seguir

Marília Taufic - MP
3119 9039 | 99909 3191

Carina Rabelo – ESMP
3017 7776 | 98945 7063

Dora Estevam – APMP
3188 6456

Fatima Capucci – Activa Comunicação
3068 0042 | 99242 7909

Danielle Franco – Activa Comunicação
3068 0042 | 97687 4326

Joyce Mackay
3068 0042 | 97291 5353