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segunda-feira, 28 de março de 2011

Juízes federais marcam paralisação para 27 de abril

28 de Março de 2011

AGÊNCIA ESTADO

A paralisação de um dia foi aprovada por 74% dos 767 juízes que participaram de uma assembleia realizada na semana passada. Se o movimento não sensibilizar o Legislativo, uma nova assembleia poderá ser marcada para avaliar a necessidade ou não de uma greve.

    Juízes federais marcaram uma paralisação nacional para o dia 27 de abril. Um dos principais objetivos do movimento é forçar a aprovação de um reajuste de 14,79% para os magistrados que, segundo eles, tem base na Constituição Federal. Paralelamente a isso, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) protocolou uma ação no STF pedindo que o tribunal reconheça a suposta omissão do Congresso ao não aprovar o reajuste e determine a revisão.
    Segundo o presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, há setores do STF que entendem que o próprio Supremo pode conceder o reajuste diante de uma omissão do Congresso. Se o aumento for concedido nos moldes do que foi pedido ao Congresso, o salário dos ministros do STF, que é o teto do funcionalismo, passará dos atuais R$ R$ 26.723 para R$ 30.675. Como a remuneração dos juízes é toda escalonada com base no teto, um reajuste do salário do STF representará imediato aumento para toda a categoria.
    Não é a primeira vez que a entidade recorre ao Supremo para aumentar os contracheques dos juízes. Em 2000, às vésperas de um anunciado movimento grevista de magistrados, o STF concedeu uma liminar garantindo auxílio-moradia para a categoria, o que representou aumento na remuneração e acabou com o risco de greve.
    Chefe do Judiciário, o presidente do Supremo, Cezar Peluso, não quis comentar hoje a decisão dos juízes federais de paralisar as atividades no próximo dia 27. Em agosto, seis meses após o Judiciário ter recebido a segunda parcela de uma revisão salarial, Peluso encaminhou ao Congresso o projeto de lei propondo o reajuste de 14,79%. No entanto, a proposta ainda não foi votada pelo Legislativo e a Ajufe sustenta que o Congresso está em dívida.
    Wedy garantiu hoje que no dia da paralisação o Judiciário decidirá casos de emergência. "A população pode ficar tranquila. Vamos atender os pedidos de urgência", afirmou, citando pedidos para concessão de medicamentos e leitos hospitalares e processos envolvendo habeas corpus e prisões. A paralisação de um dia foi aprovada por 74% dos 767 juízes que participaram de uma assembleia realizada na semana passada. Se o movimento não sensibilizar o Legislativo, uma nova assembleia poderá ser marcada para avaliar a necessidade ou não de uma greve.

    domingo, 27 de março de 2011

    Admoestação contra os juizos injustos - Salmo 82 - ASAFE


    Salmos 82

    [Salmo de Asafe] Deus está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses.
    Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios? (Selá.)
    Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado.
    Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.
    Eles não conhecem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da terra vacilam.
    Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo.
    Todavia morrereis como homens, e caireis como qualquer dos príncipes.
    Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois tu possuis todas as nações.

    APLAUSOS PARA OS BONS ADMINISTRADORES DA SUBPREFEITURA DO BUTANTÃ – SP

    DEFESA POPULAR ESCLARECE o CASO e PARABENIZA SUB-PREFEITURA DO BUTANTÃ
    fonte : www.defesapopular.org
    APLAUSOS PARA OS BONS ADMINISTRADORES
    DA SUBPREFEITURA DO BUTANTÃ – SP
    HOMENS CULTOS E DE BOM SENSO QUE FAZEM E CUMPREM O QUE MANDA A LEI

    A Defesa Popular, em 2009 realizou reunião junto ao Prefeito de SP e Assessoria do Estimado Dr. Andrea Matarazzo, bem como com a Corregedoria do Ministério Público de SP, visando providências no sentido de desarticular a Indústria da Ilegalidade, que existia no bairro JARDIM DAS VERTENTES.
    Após intervenção de nossa parte e a critério de uma “gestão do bem” promovida pelo Prefeito Kassab, o subprefeito à época, determinou a derrubada das guaritas que foram ilegalmente colocadas no bairro Jardim das Vertentes sob pretexto para cobrar taxas e serviços não autorizados e sob esses pseudos serviços, impor judicialmente pagamentos. A Defesa Popular lutou e seu Departamento Jurídico interveio com sucesso.
      
     
    Em outras reuniões requeridas pela Defesa Popular, por nosso diretor jurídico e pelo saudoso amigo Dr. Nicodemos Sposato, municiamos o MP com farta documentação, dossiês e provas demonstrando a ilegalidade destas cobranças e fechamentos dos espaços públicos que ao final, através de Ação Civil Pública, conquistou liminar da 10ª Vara Cível de SP determinando que cessassem as cobranças ilegais contra os incautos e pacíficos moradores do Jardim das Vertentes bem como do Parque dos Príncipes.
    Em outras reuniões sob o apoio da DEFESA POPULAR, lá estavam os moradores e representantes do PARQUE DOS PRÍNCIPES, que hoje foram beneficiados pelo senso de responsabilidade de um administrador e subprefeito do Butantã. Daniel Barbosa Rodrigueiro, que cumpriu a Lei. Nosso diretor jurídico esclareceu nesta tarde, que caso necessário, estaremos prontos a intervir em defesa da legalidade operada pela subprefeitura, subsidiando a Municipalidade com amplo compêndio jurídico, caso existam represálias ou discussões sobre fazer cumprir a lei.
    Nesta terça-feira, a Prefeitura de São Paulo determinou a derrubada de guaritas, portões e outros obstáculos irregulares e ilegais que são usados por uma associação de moradores local, para justificar a imposição de cobranças de taxas a quem não é associado. Após muita luta dos bravos moradores, combatentes deste verdadeiro Estelionato, conseguiram dar um passo. Assim, a Defesa Popular estará alerta e se necessário, desde que obtenha a representatividade local, poderá intentar as ações judiciais necessárias no sentido de promover os mesmos termos que promoveu no bairro Jardim das Vertentes.
     
    Aliás, tornar-se-á uma discussão imprópria, inclusive, diferentemente do que se verifica da reportagem e comentários da Rede Globo, a briga não deve seguir; Isto é, se prevalecer o bom senso de nossos operadores da justiça, pois, o Sr. Subprefeito apenas Cumpriu o que manda a Lei do parcelamento de solo urbano e constituição municipal.
    Mas é fato que Em 2009, a Associação de moradores denominada APRPP foi notificada pela Sub Prefeitura, à desocupar os espaços públicos, determinando-se a restauração e desocupação das área que não lhes pertence, restabelecendo-se a livre circulação dos veículos e transeuntes, aliás, vias ilegalmente obstaculizadas pela Associação local do bairro Parque dos Príncipes. De outro lado, em uma de suas portarias, existe uma liminar evitando-se a derrubada de portões, concedida pela Justiça, porém, a liminar se refere à uma outra portaria existente e não aquela que foi demolida pela Prefeitura. Assista a matéria da Globo, evidentemente sem consulta jurídica, não pode precisar de forma equânime e bem posicionada os fatos.
    De qualquer sorte, surge uma esperança de justiça para os moradores do BAIRRO URBANO – Parque dos Príncipes, que são vítimas daquele “FALSO CONDOMINIO”, que quer cobrar por serviços que não foram contratados, agindo como se fosse uma subprefeitura, impondo regras e perturbando o sossego público, cobrando taxas sob o pretexto de uma pseuda segurança, exercitando assim uma ilegalidade e promovendo a usurpação das funções públicas, num verdadeiro desatino jurídico que deve ser obstado por nossos Julgadores.
    Jardim das Vertentes foi o primeiro bairro que teve de demolir as guaritas e abrir os espaços públicos, graças ao empenho e a representatividade da Defesa Popular, sucedido por outros tais, como Santo Amaro, Raposo Tavares, Jardim da Gloria, Grande SP e muitos outros em outros Estados. Assim como outros bairros locais desencadeando uma luta ferrenha contra a impositividade.
    Confiamos em nossos cultos magistrados, à não permitir que a Indústria da Ilegalidade (Falsos Condomínios) continue atormentando os moradores com BI-TRIBUTAÇÃO sobre a população ordeira e em especial para quem nada contratou.
    Mais uma vitória expressiva alcançada pelos moradores, foi em recente decisão do Eg. Tribunal de Justiça de São Paulo, uma decisão impar e primorosa, prolatada pelo culto e justo Desembargador Antonio Carlos Malheiros da 3ª Câmara de Direito Público, defensor absoluto da democracia, condenou a Prefeitura de Mairinque bem como a Associação ilegal criada no Bairro Sabaúna – Mairinque, onde existe um loteamento enorme denominado PORTA DO SOL, que já sucumbiu em diversas demandas e defesas promovidas por nosso departamento jurídico contratado.
    A Decisão foi brilhante, onde se condenou a prefeitura de Mairinque, mandando riscar uma “portaria baixada” pela Prefeitura e que amparava a ilegalidade, tornando-a INCONSTITUCIONAL, revogada e ainda condenando o mau exemplo daquela Associação, que promove leilões ilegais de terrenos confiscados por falsas dívidas.
    É o inicio do fim da Indústria da Ilegalidade.

    Defesa Popular – Em luta contra os falsos Condomínios.
    Veja também www.defesapopular.blogspot.com – saiba mais 

    DEFENDA SEUS DIREITOS: DA INCONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS MUNICIPAIS QUE "criam" falsos "CONDOMINIOS FECHADOS" sobre BENS PUBLICOS de USO COMUM DO POVO

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    DEFENDA SEUS DIREITOS: CARTA AO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

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