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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

The Diamond Under Cut: An Analysis of Human Evolution through the Lens of Reason and Faith - O Diamante em Lapidação: Uma Análise da Evolução Humana sob a Ótica da Razão e da Fé

The Diamond Under Cut: An Analysis of Human Evolution through the Lens of Reason and Faith


O Diamante em Lapidação: Uma Análise da Evolução Humana sob a Ótica da Razão e da Fé

A frase de Confúcio — "Melhor um diamante com uma falha do que uma pedra comum sem defeitos" — não é apenas uma máxima moral; é uma lei da natureza espiritual e física que ecoa através das eras, do Oriente ao Ocidente. 

Sob o olhar da Doutrina Espírita, que busca conciliar a ciência e a religião através da filosofia, esta metáfora se transforma em um tratado sobre a jornada evolutiva da alma.

1. A Geologia do Espírito: Ciência e Simbolismo

A ciência nos ensina que o diamante é carbono puro submetido a pressões e temperaturas colossais nas profundezas da Terra. Sua dureza e brilho são frutos desse "sofrimento" geológico.

Do ponto de vista filosófico e científico, as "inclusões" (imperfeições) em um diamante natural são as provas de sua autenticidade. 

No Hinduísmo, esse conceito se assemelha ao Karma: as marcas que carregamos não são punições, mas registros de nossa interação com a matéria e com as leis universais. 

Uma pedra comum, sem defeitos, é estéril; não passou pelo cadinho da evolução. O Espírito, em sua jornada reencarnatória, é o carbono que busca a transparência.

2. A Evolução nas Tradições Religiosas

A análise comparativa revela uma unidade fundamental no pensamento humano:

● Judaísmo: A ideia de Tikkun Olam (reparar o mundo) sugere que nascemos em um estado de imperfeição para que possamos ser co-criadores de nossa própria alma.

● Confucionismo: O foco na virtude (Dé) ensina que o caráter é construído pelo esforço contínuo. O "diamante com falha" é o homem que tenta, erra e aprende.

● Cristianismo e Espiritismo: Jesus nos convida à perfeição ("Sede perfeitos"¹), e o Espiritismo esclarece que essa perfeição é obtida atraves de sucessivas reencarnações, é progressiva e relativa.

A falha no diamante representa as marcas transformadoras resultantes do nosso passado, nossas quedas, que servem de base para a reforma intima e ascensão futura ao estado de espírito puro.

3. A Síntese de Allan Kardec

Como observador dos fenômenos naturais e espirituais, compreendemos que o progresso é a lei do Universo. 

O "vazio interior" mencionado no texto — a perfeição aparente da pedra comum — corresponde ao orgulho e à vaidade, que buscam parecer sem ser.

O Espírito de Verdade nos ensina que o reconhecimento das próprias imperfeições é o primeiro sinal de progresso. 

Um Espírito que já possui o brilho da inteligência e da bondade (o diamante), ainda que conserve máculas de suas vidas pretéritas, tem valor infinitamente superior àquele que se mantém na inércia da ignorância, ainda que não apresente "vícios" aparentes por falta de ação.

Em O Evangelho segundo o Espiritismo, a situação do militar que não é enviado ao campo de batalha é usada como uma metáfora para a vida na Terra e a importância das provações morais. 

No Capítulo V, item 18, em uma instrução dos Espíritos assinada por Lacordaire, a mensagem central é que a verdadeira batalha não é a guerra física, mas sim a luta contra as imperfeições da alma no dia a dia. 

Os pontos-chave são:

Insatisfação com o repouso: O texto começa observando que o militar que permanece no acampamento e não vai para a linha de frente fica descontente, pois o repouso não lhe proporciona promoção ou glória.

A vida como campo de batalha moral: O conselho é para que as pessoas sejam como esse militar, mas no sentido de não desejarem um repouso que levaria ao entorpecimento da alma. A verdadeira "luta" que Deus envia consiste nos "amargores da vida" e nas contrariedades morais.

Coragem moral versus coragem física: A instrução enfatiza que, às vezes, é preciso mais coragem para enfrentar as penas morais (impaciência, cólera, desespero) do que para lutar em um combate sangrento. Alguém que se mantém firme diante do inimigo pode fraquejar diante de um sofrimento íntimo.

Recompensa espiritual: Enquanto a coragem física na guerra pode não trazer recompensa espiritual, Deus reserva "palmas de vitória" e uma situação gloriosa para aqueles que conseguem dominar seus defeitos morais e se submeter à vontade divina. 

Portanto, a passagem usa a figura do militar em repouso para ilustrar a ideia de que a estagnação espiritual não leva ao progresso, e que as dificuldades da vida são oportunidades valiosas para provar a fé, a firmeza e a perseverança, que são as verdadeiras vitórias aos olhos de Deus. Você pode ler mais detalhes sobre esse capítulo na Kardecpédia. 



O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo V - Bem-aventurados os aflitos » Instruções dos Espíritos » Bem e mal sofrer 


   18. Quando o Cristo disse: “Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence”, não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desencorajamento é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta: é preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. Muitas vezes já vos foi dito que ele não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem. Mais magnífica será a recompensa, do que penosa a aflição. Cumpre, porém, merecê-la, e é para isso que a vida se apresenta cheia de tribulações.


 O militar que não é mandado para as linhas de fogo fica descontente, porque o repouso no campo nenhuma ascensão de posto lhe faculta. Sede, pois, como o militar e não desejeis um repouso em que o vosso corpo se enervaria e se entorpeceria a vossa alma. Alegrai-vos, quando Deus vos enviar para a luta. Não consiste esta no fogo da batalha, mas nos amargores da vida, onde, às vezes, de mais coragem se há mister do que num combate sangrento, porquanto não é raro que aquele que se mantém firme em presença do inimigo fraqueje nas tenazes de uma pena moral. Nenhuma recompensa obtém o homem por essa espécie de coragem; mas, Deus lhe reserva palmas de vitória e uma situação gloriosa. Quando vos advenha uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponde-vos a ela, e, quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, dizei, de vós para convosco, cheio de justa satisfação: “Fui o mais forte.”

Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão centuplicada a alegria que lhes falta na Terra, porque depois do labor virá o repouso. – Lacordaire. (Havre, 1863.) 


Um Olhar de Esperança para o Brasil em 2026

Por Justiniano Borges – 02 de janeiro de 2026**


O ano de 2026 mal começou, e já percebo, por onde ando, uma atmosfera pesada pairando sobre as pessoas. Olhares marcados por preocupações profundas, angústias visíveis e uma fadiga que parece acumulada de anos difíceis. Nestes olhos, falta aquele brilho essencial: o da esperança, da confiança inabalável de que as coisas vão dar certo, de que as dificuldades serão superadas. Falta a certeza reconfortante de que, do alto dos céus, a bondade de Deus nos acompanha a cada passo, sempre pronta a nos socorrer. Basta, afinal, nos voltarmos para Ele com o coração aberto.


Diante disso, surge um desejo irresistível no meu peito: oferecer a esses olhares cansados o mesmo presente que recebi recentemente – um olhar diferente. Um olhar cheio de luz, de carinho genuíno e de uma esperança vitoriosa que ilumina o caminho para este novo ano. É exatamente esse olhar que merecia receber aquele homem de aparência desiludida, no dia 31/01/2025, com um papel na mão que parecia um boleto, parado na porta da agência 6258 do Banco Itaú SÁ, carregando nos ombros o peso do mundo.


Esse mesmo olhar renovador foi o que todos nós recebemos na passagem de ano 2025/16, durante o culto especial na Igreja Despertando Avivamento das Nações em Cotia-SP. Naquela noite memorável, a Palavra foi ministrada pelo pastor Anderson Guimarães com base no Salmo 145:3-6, despertando um avivamento profundo, um chamado vivo e urgente para as nações – e, especialmente, para o Brasil.


No olhar de Deus, há uma luz de esperança capaz de atravessar todos os desencontros, todas as divisões e desafios que marcam o nosso país.

Convido você, que lê estas linhas agora, e a todos os brasileiros – daqueles que cruzam comigo nas ruas às famílias que enfrentam o dia a dia com coragem – a contemplar demoradamente esse olhar divino. 

Pare por um instante. Feche os olhos físico, se necessário, mas abra o do coração.

Sinta, de verdade, como dele emana uma luz de esperança imensa, intensa e generosa. Uma luz tão poderosa que envolve todos os corações do nosso imenso Brasil! Do Norte ao Sul, das metrópoles agitadas às comunidades mais remotas, ela não exclui ninguém. Ela aquece as almas frias, cura as feridas profundas, as doenças do corpo e da alma, restaura a fé abalada e reacende a convicção de que o melhor ainda está por vir.

Que neste 2026 possamos nos tornar espelhos vivos desse olhar misericordioso. Que sejamos portadores dessa luz por onde quer que andemos, transformando olhares angustiados em olhares de paz e expectativa. Pois Deus não desistiu do Brasil – e tampouco de nenhum de nós.

Que o Senhor nos faça instrumentos dessa esperança renovada neste novo ano que se inicia.

*Um abraço cheio de luz e fé,*  

**Justiniano Borges** ✨

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Referências Bibliográficas (Formato ABNT)

¹ KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 131. ed.



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