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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

SER CRISTÃO É ....



Alberto Gambarini via facebook

O cristão deve ser bondoso de coração e ter como objetivo ajudar o próximo. 

Isto, mesmo, nem sempre significa ter de dar dinheiro ou bens materiais a alguém. 

Um trabalho voluntário que visa a assistência ao mais necessitado é a realização das boas ações que Deus nos pede e deve ser praticado.

Na correria do mundo moderno, infelizmente, as pessoas estão fugindo cada vez mais desta responsabilidade, onde o comodismo sempre ocupa o lugar do voluntariado. 

Deus olha para aquele que pratica a misericórdia e se lembrará do servo quando necessitar.

Em Romanos 12,9 lemos: Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem.

Por isso, é preciso abrir o coração a prática do bem comum porque existe mais alegria em dar do que receber, acredite. 


Seja misericordioso com os necessitados, pois assim será como um filho obediente de Deus que lhe terá muita compaixão.

Bom Jesus, nós cremos em ti, mas aumentai a nossa fé. 


Manda-nos o teu Espírito Santo para que ele nos ilumine, nos aqueça e nos dê sabedoria para alcançarmos a vitória. 

Amém!

Leia também o Evangelho do dia: www.encontrocomcristo.org.br


Evangelho do dia - 24/2/2014

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Marcos 9,14-29

“Mestre, eu trouxe a ti o meu filho que tem um espírito mudo. [...] Eu pedi aos teus discípulos que o expulsassem, mas eles não conseguiram”. Jesus lhes respondeu: “Ó geração sem fé! Até quando vou ficar convosco? Trazei-me o menino!” Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino. Jesus perguntou ao pai: “Desde quando lhe acontece isso?” O pai respondeu: “Desde criança. [...] Se podes fazer alguma coisa, tem compaixão e ajuda-nos”. Jesus disse: “Se podes…? Tudo é possível para quem crê”. Imediatamente, o pai do menino exclamou: “Eu creio, mas ajuda-me na minha falta de fé”. [...].


Comentário do Evangelho


Ó raça descrente!


Também eu sou dessa raça. Não acabo de acreditar na força da fé, que remove montanhas, e de me render à evidência de Cristo. A minha fé não me transforma a vida, nem frutifica em obras, mas fica limitada a ritos e fórmulas, gostos e sentimentos. Espero da fé que tudo me corra bem, e não que me faça saborear e «ver o Invisível.» «Ó raça descrente»!


«Tudo é possível a quem acredita». Fé é ver pelos olhos de Deus. Nela reside a minha força, pela qual tudo posso e alcanço. Vejo o que Deus vê. Sei o que Ele sabe. Pela fé ultrapasso razões obscuras e descubro tesouros escondidos. Apodero-me do Reino, que há-de vir, e transformo-me em Cristo, identificado com Ele. Mas para isso, tenho de expulsar da minha fé um demônio mudo, que me fecha ao diálogo e comunicação com Deus e com os outros. Na minha torre de silêncio só morte e desolação.


Trazemos conosco um demônio mudo, que só com a oração podemos expulsar. Como cristãos, vivemos em estado de orantes, mas falta em nós uma relação íntima e filial com Deus, gestos de amor, louvor e ação de graças. Na vida fraterna, em vez de partilha e abertura, só silên¬cios e omissões. Mas a oração nos cura, nos solta a língua e o coração, para falarmos com Deus e irmos dizer ao mundo a Boa Nova, que salva.


Senhor, «eu creio, mas ajuda a minha incredulidade»


Comentário do dia 
Juliana de Norwich (1342-depois de 1416), mística inglesa 
Revelações do amor divino, cap. 11


«Ajuda a minha pouca fé»


Em verdade, eu percebi que tudo é obra de Deus, por mais pequeno que seja; que nada acontece por acaso, que tudo é ordenado pela sabedoria previdente de Deus. O facto de o homem ver nisso a sorte ou o acaso deve-se à nossa cegueira ou vista curta. As coisas que Deus, na sua sabedoria, previu desde toda a eternidade e que conduz de forma perfeita, incessante e gloriosamente até ao seu melhor fim, acontecem para nós de forma inesperada, e dizemos, na nossa cegueira e vista curta, que acontecem por acaso ou por acidente. Mas não é assim aos olhos do Senhor Deus. Devemos, por conseguinte, reconhecer que tudo o que é feito é bem feito, dado que é Deus que faz tudo. […] Mais tarde, Deus mostrou-me o pecado na sua nudez, bem como a forma como opera a sua misericórdia e a sua graça. […]


Vi perfeitamente que Deus nunca altera os seus desígnios, sejam eles quais forem, e que não os alterará por toda a eternidade. Não há nada que, na sua perfeita disposição das coisas, Ele não conheça desde toda a eternidade. […] Nada faltará nesse aspecto, porque foi na plenitude da sua bondade que Ele tudo criou. É por isso que a Santíssima Trindade nunca está plenamente satisfeita com as suas obras. Deus mostrou-mo para minha grande felicidade: «Olha! Sou Deus. Olha! Estou em todas as coisas. Olha! Faço todas as coisas! Olha! Nunca retiro a minha mão das minhas obras, e nunca a retirarei pelos séculos dos séculos. Olha! Conduzo todas as coisas até ao fim que lhes atribuí desde toda a eternidade, com o mesmo poder, a mesma sabedoria, o mesmo amor que quando te criei. O que poderá correr mal?»

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