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quinta-feira, 12 de julho de 2012

DRAMA DA VIDA REAL EXIBE A CRUELDADE COM IDOSOS , GANANCIA, ABANDONO , INJUSTIÇA - é este o futuro que voce quer ter ?


" Uma sinopse dos nossos dias"

CRUELDADE COM IDOSOS , DOR , SOFRIMENTO  

ABANDONO DO ESTADO, GANANCIA,  INJUSTIÇA


LUIZ GEORG KUNZ - ex-gerente do BRADESCO
tinha uma vida digna, muitos amigos,
até ficar invalido por câncer em 2005
e ser vitima do
ABANDONO DO ESTADO
da aposentadoria INFIMA
do CAOS na SAÚDE PUBLICA
da INJUSTIÇA e do EGOISMO
FOI CONDENADO A PERDER A CASA PROPRIA
PARA PAGAR DIVIDAS INEXISTENTES
A UM FALSO CONDOMINIO  


É este o futuro que voce quer ter ?


Apos trabalhar 35 anos , pagando INSS, impostos, tudo em dia, ele teve cancer e o endividamento começou , e nao parou mais, hoje ele recebe aposentadoria de 2 salarios minimos, que mal dá para pagar as despesas basicas de alimentação, serviços publicos e medicamentos ( sua mulher é diabetica e tambem sofre de cancer ). Com dificuldades para falar e para ouvir, sem dinheiro, sem remedios, sem alimentação adequada,sem atendimento hospitalar no Rio de Janeiro, 

AINDA POR CIMA, está CONDENADO A PERDER A MORADIA - CASA PROPRIA - UNICO BEM DA FAMILIA - PARA PAGAR TAXAS DE FALSO CONDOMINIO AMAMIR - ASSOCIAÇÂO FALSAMENTE "FILANTROPICA" - QUE IMPOE COBRANÇAS ILEGAIS E ABUSIVAS NO RIO DE JANEIRO


ISTO É JUSTO ?????????

O TEATRO REFLETE O DRAMA DA VIDA REAL 

FELIPE HIRSCH fala DA DOR E DA MORTE  EM SUA NOVA PEÇA 

"O livro de itens do paciente Estevão",  inicia hoje sua primeira temporada, no Espaço Sesc, .
RIO - O diretor Felipe Hirsch estreia hoje sua nova peça teatral 
A montagem é "desafiadora e complexa" tanto por sua duração e por sua temática — centrada na polarização entre vida e morte, ser e não ser, domínio e descontrole.

— É o espetáculo mais rico que a gente já fez — frisa Hirsch. — Não sei como ele vai se relacionar com o público, mas não temos dúvida de sua força. A gente simplesmente criou uma obra e incluiu tudo de que ela precisava, o tempo que fosse necessário, por acreditar que o teatro pode ser um veículo para um trabalho de fôlego como esse.
Reconhecido pelo apuro estético de seus espetáculos — do texto à encenação, da luz (de Beto Bruel) ao cenário (dele e de Daniela Thomas), assim como as trilhas sonoras, seu xodó —, Felipe Hirsch sabe que é impossível ter controle de tudo, mas nem por isso desiste. O que se vê é um diretor mais experiente e sereno, mesmo diante de uma obra centrada num protagonista que espelha uma situação análoga a um dos momentos mais delicados da sua vida.
— Há cerca de dois anos passei por uma situação quase surrealista: a espera de um diagnóstico que demorou muito a ser concluído — conta o diretor. — Vivi durante mais de seis meses sem saber se o que eu tinha era algo muito grave ou uma coisa boba. Então toda essa incerteza gerou uma série enorme de conflitos, que me fez refletir sobre a morte. Geralmente nos referimos à morte como doutores, distanciados, e eu decidi que era hora de encarar todas essas variadas possibilidades de lidar com a morte $esse personagem apresenta.
Inspirado no romance "O paciente Steve", de Sam Lipsyte, o protagonista em questão chama-se Estevão, um publicitário que se vê sob os cuidados de uma junta médica que tenta — infrutiferamente — solucionar o seu caso. Diagnosticado com uma doença misteriosa, o paciente é apenas informado de sua condição terminal, e fica à mercê da incerteza quanto aos porquês do caso, sem qualquer expectativa de vida.
— A notícia de que ele vai morrer um dia de alguma coisa indefinida causa um trauma tão grande que ele não percebe que esse diagnóstico é o mesmo que acontece com todo mundo — diz Hirsch. — Todos sabemos que vamos morrer um dia de alguma coisa, e ninguém sabe até quando poderá viver. Essa é a condição normal de qualquer ser vivo, mas ele passa a somatizar essa informação, esse pânico diante da morte.
A partir daí, Estevão envereda num périplo em busca de redenção, marcando num livro os tais nove itens que destrincham sua obstinada via-crúcis contra a morte.

— Ele não quer morrer, então passa a escrever esses itens, que são as cenas que se desenrolam do diagnóstico em diante — diz o ator Leonardo Medeiros, que vive o protagonista. — No fim, acho que a peça fala desse medo irracional que toma conta das pessoas.
...
— O diagnóstico o faz reconsiderar a vida, se perguntar se vale a pena viver, se sua vida vale para alguém. Mas ele não vale nada para ninguém, apenas para si. É a saga de um anti-herói — diz Medeiros.
E o diretor emenda:
— É uma viagem radical. E, além da morte, a peça trata da questão do controle, ou da falta dele. Estevão sempre foi uma pessoa segura, que acreditava ter o controle, até tudo mudar de repente. Isso também aconteceu comigo. Você não pensa que tudo vai mudar para pior quando está forte, bem.

Mas muda. E no segundo ato a odisseia de Estevão se converte no alvo de uma corporação midiática, que transforma sua batalha contra a morte num reality show. Nele, Estevão vira uma celebridade, um ícone das redes sociais, um joguete sem qualquer controle sobre o pouco tempo que lhe resta de vida.

— Ele passa a ser monitorado, num jogo que o acompanha até a morte, escolhendo até a sua última refeição — conta Hirsch. — Estevão se torna o principal produto de in$interessados em explorar as fronteiras entre a realidade e a ficção. E a sensação que temos é que, assim como ele, também estamos sendo monitorados. Trato esse espetáculo como uma sinopse dos nossos dias.

No elenco, além de Medeiros e Weber, conhecidos por espetáculos como "Não sobre o amor" (2008) e "Avenida Dropsie" (2005), da Sutil, Hirsch conta com nomes como Georgette Fadel, Danilo Grangheia, Isabel Teixeira, Márcio Vito, Maureen Miranda e Pedro Inoue, todos embalados por uma trilha muzak, gênero associado à música de elevador e marcado por ambientações sonoras escapistas, que, nas mãos de Hirsch, são usadas tanto para atenuar como para reforçar nossa dimensão e controle sobre o que se passa.


SERÁ QUE  FELIPE HIRSCH  AGUENTARIA PASSAR POR TUDO ISTO QUE O SR GEORG  KUNZ ESTA VIVENDO ???? 

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