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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Fala de corregedora sobre 'bandido de toga' abre crise no Conselho Nacional de Justiça


Fala de corregedora sobre 'bandido de toga' abre crise no CNJ

Ao comentar investigação de magistrados pelo Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmom fez críticas a magistrados; órgão repudiou as declarações

27 de setembro de 2011 | 12h 25
Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Uma crise sem precedentes se instaurou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As declarações da corregedora, Eliana Calmon, que disse haver hoje "bandidos de toga" no Judiciário levou o presidente do CNJ, Cezar Peluso, a exigir a publicação de nota oficial contra as afirmações. O texto foi lido na sessão desta terça-feira, 27, pelo próprio Peluso, e na presença da corregedora, mas o nome de Eliana Calmon não foi citado na nota.
Na nota, o CNJ "repudia veementemente acusações levianas e que sem identificar pessoas nem propiciar qualquer defesa lançam sem prova dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade".
A divulgação da nota oficial foi decidida em reunião a portas fechadas na manhã desta terça. Conselheiros relataram que o clima foi tenso e que houve acusações em voz alta durante a reunião que durou mais de uma nora. Peluso teria, de acordo com esses conselheiros, exigido a publicação de uma nota oficial em repúdio às declarações.
Na entrevista à Associação Paulista de Jornais (APJ), a ministra afirmou haver juízes bandidos infiltrados no Judiciário. "Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga", afirmou.
A declaração foi feita num momento em que a competência de o CNJ de investigar magistrados é questionada na Justiça. 
O tema deve ser discutida nesta quarta-feira, 28, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com base em processo da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), que considera a atuação do conselho inconstitucional.
Eliana Calmom afirmou ainda que o presidente do CNJ, por ter vindo do Tribunal de Justiça de São Paulo, seria refratário às inspeções da corregedoria. 
"Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qualquer ação do CNJ e o presidente do Supremo Tribunal Federal é paulista", disse a ministra.

3 comentários:

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ANTONIO BRASILEIRO DE ALMEIDA
Comentado em: STF pode derrubar poder do CNJ e blindar juízes

22 de Setembro de 2011 | 1h40

o conselho nacional de justica, especialmente o ex-corregedor GILSON DIPP e a atual corregedora nacional de justica ELIANA CALMON, dois destemidos brasileiros estao enfrentando verdadeiras mafias togadas nos tribunais de justica dos estados e ate no proprio superior tribunal de justica, onde um ministro ja foi investigado, processado e afastado. . o conselho e presidido pelo presidente do supremo tribunal federal.e foi nessa condicao, que o atual chefe do poder judiciario nacional, deu voto de minerva contrariando o voto da ministra corregedora que determinava a abertura de inquerito administrativo e afastamento de suas funcoes de conhecido presidente de tribunal regional eleitoral. como cidadao brasileiro tenho o dever de homenagear esses dois cidadaos e os demais membros do conselho que os respeitam e seguem suas determinacoes. retirar poderes do CNJ significa submeter a democracia brasileira ao vies autoritario da "banda suja" do judiciario!

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VITIMAS FALSOS CONDOMINIOS JUSTIÇA
Comentado em: Fala de corregedora sobre 'bandido de toga' abre crise no CNJ

27 de Setembro de 2011 | 14h41

A CORREGEDORA DO CNJ RECEBE MILHARES DE DENUNCIAS , DO PAIS INTEIRO, CONTRA MAGISTRADOS QUE DESONRAM A TOGA E O MANDATO DE QUE ESTAO INVESTIDOS . O Min. GILSON DIPP JÁ AFIRMOU QUE JUIZ TEM QUE SER MAGISTRADO E NÃO MAGESTADE. O POVO TEM SOFRIDO ABUSOS INCONTAVEIS, QUE O DIGAM AS VITIMAS DOS FALSOS CONDOMINIOS - É PRECISO APURAR AS DENUNCIAS E PRESERVAR A COMPETENCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NA APURAÇÃO DOS EVENTUAIS DESVIOS PRATICADOS, SOB PENA DE SE AGRAVAR IMENSAMENTE A CRISE QUE ASSOLA E COMPROMETE A CREDIBILIDADE E A CONFIANÇA DO BRASILEIRO NO PODER JUDICIARIO

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jose afonso
Comentado em: Fala de corregedora sobre 'bandido de toga' abre crise no CNJ

27 de Setembro de 2011 | 13h20

E viva a Ministra Eliana Calmon. Quando estamos quase perdendo a esperança, DEUS nos manda um pouco de luz onde as regras são ditadas pelas trevas.